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- Contos Eróticos
- novembro 15, 2024
Eu e Lucas tínhamos um voo no fim da noite de domingo, quando voaríamos para Portugal para nossa Lua de Mel. Havíamos casado no dia anterior, sábado. E depois de toda a tensão, as tarefas do casamento, bebedeira e a festa até tarde, a nossa noite de núpcias foi, na verdade, uma noite de sono. Aproveitamos para descansar bem e nos levantamos já passava das 16h. Nosso voo era
apenas às 22h50.
Ajeitamos as últimas coisas na mala e fomos nos arrumar.
Eu estava pelada no banheiro passando meus cremes pós-banho quando o Lucas apareceu na porta com um sorrisinho santo-safado.
– Que foi? – perguntei.
– Que que você acha que de a nossa noite de núpcias ser hoje, já que nessa não fizemos nada – disse rindo com certeza timidez.
– Como assim? Quer transar no avião? Acho melhor nem alimentar isso na sua cabeça. Acho que é impossível – respondi já me virando para minha imagem no espelho.
– Não precisa ser transar – retrucou esticando o som do “a” – mas podemos fazer outras… – completou enquanto tirava as mãos de trás do corpo com o meu vibrador de calcinha.
Olhei rindo para ele um pouco sem reação.
– Hmm, está safadinho? – falei enquanto já deixava a semente do tesão ser plantada na minha mente.
Continuamos finalizando as coisas para partirmos para o aeroporto quando também tive a ideia de então levar o egg para ele se masturbar. Botei escondida na minha bolsa e fechei.
– E cadê o vibrador pra eu botar logo? Não vou deixar para botar no aeroporto né – falei. Ele me entregou e já botei.
Estávamos em silêncio no carro. Eu olhava a vista pela janela do uber quando dei um gritinho e um pulo no banco de trás. Lucas havia ligado o vibrador rapidamente escondido. Apertei suas coxas e o fuzilei, ou será que devorei, com o olhar.
Chegamos no aeroporto e fizemos todos os processos.
Embarcamos.
Por sorte, ficamos sem ninguém ao nosso lado. Era um assento vazio, eu e Lucas.
Na decolagem, ele ligou fraquinho o vibrador na minha buceta. Mas o suficiente para deixá-la bem molhada. Eu tentava disfarçar olhando o avião subir pela janela enquanto eu me aproximava das nuvens. Encarava o céu enquanto mordia os lábios e via as luzes da cidade se afastarem.
Desligamos então por um tempo porque as luzes estavam acesas e o jantar seria servido logo. Jantamos. Os resíduos foram descartados. Luzes apagadas. E todos passaram a dormir ou a tentear.
A mão de Lucas então repousou nas minhas coxas suavemente. Seus lábios encontraram meu pescoço num momento de distração, e minha buceta voltou a vibrar. Devagar. Meu pescoço se oferecia para sua boca, enquanto sua mão alternava entre carícias e apertos na minha coxa. Deixava minha respiração mostrar o tesão que florescia em mim enquanto tentava evitar gestor maiores e movimentos de corpo.
Ainda estava com medo de que alguém visse quando botei a coberta por cima de Lucas e minha mão por baixo para tocar seu pau. Pude sentir seu pau duro dentro de suas calças e comecei a alisá-lo devagar. Tão lento quanto os beijos que trocávamos agora. Tão lentos como se o mundo tivesse parado ali em nossos lábios.
Se em cima os lábios paravam, embaixo tremiam e inundavam. Me arrisquei por abrir a calça de Lucas e enfiar minha mão num movimento que o surpreendeu e o fez virar a cabeça várias vezes para se certificar de que não tinha ninguém vendo.
– Sshhhhh, fica calmo, somos só eu e você – disse mordendo seus lábios após um breve beijo.
Pedi licença para ir ao banheiro. Lucas entendeu nada, mas cedeu o espaço para eu passar. Entendeu menos ainda quando fui com a minha bolsa.
Entrei no banheiro, peguei o egg e joguei bastante lubrificante dentro. Coloquei de volta dentro da bolsa e torci para não cair. Voltei apressadamente para o assento e pedi para Lucas ir para a janela para ficar mais escondido.
Tirei então o egg, o que fez Lucas arregalar os olhos e rir.
“Eu não acredito. Você é muito safada” foi o que ele disse com os olhos.
Botei o egg então no seu pau e comecei a masturbá-lo. Agora, eu me inclinava para cima dele enquanto ele se escorava na janela do avião. Ele aumentou a vibração na minha buceta.
Meus mamilos estavam duros. Queria muito que Lucas chupasse bastante meus peitos, mas sabia que já era demais. Ele discretamente os apertou e brincou com meus mamilos. Não falávamos nada. Nos beijávamos e compartilhávamos o mesmo ar. Nossa respiração se encaixava com rostos colados. Às vezes, saíam os gemidos. Mas logo eram contidos por uma mordida no lábio.
– Acelera que eu vou gozar – pedi para Lucas.
Leves movimentos de quadris foram quase inevitáveis. Eu estava quente e suava. Apertava firme o egg enquanto batia uma punheta para ele.
Colei minha boca em seus ouvidos e comecei a gemer o mais baixo possível no seu ouvido, mas o mais alto possível para me aliviar.
– Gozei, gozei, gozei, desliga, desliga – disse.
Tentei controlar a respiração.
Beijei Lucas e voltei a masturbá-lo.
E então foi a vez de Lucas gozar. Pude sentir seu pau pulsar por baixo da coberta enquanto jorrava gozo no egg.
Ele relaxou e seu corpo chegou a derreter pela poltrona.
– E agora como eu vou lá no banheiro com isso no meu pau? – disse Lucas rindo baixinho para mim.
– Isso é problema seu – respondi rindo antes de darmos alguns beijos.
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