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- Contos Eróticos
- março 14, 2025
Era uma noite um pouco fria em Buenos Aires e eu fui com duas amigas para um restaurante que tinha um pequeno show de tango intimista. Era um pianista e um casal dançando enquanto as pessoas bebiam e comiam. Nos sentamos perto do palco, pois não tínhamos notado que a apresentação seria ali. Recebemos, então, de um garçom charmoso três cardápios. Em um, as comidas, em outro tinha as bebidas e no terceiro havia os quatro atos da apresentação.
Pedimos a primeira garrafa de vinho. E pouco depois começou o espetáculo. A casa não estava cheia nem vazia, devia ter 60% da capacidade, o que deveria ser umas 25 a 30 pessoas. A apresentação era intensa ou o vinho era forte demais. O casal mostrava uma sintonia enorme ou eu não sou especialista em tango. E quando percebi vi meu olhar atraído pelo pianista. Ali, no canto, tocava cheio de expressões, fazia caras e bocas, se empolgava e sentia a melodia. Era um homem mais velho, devia ter uns 45 anos e um cabelo grisalho atraente. Sua barba por fazer compunha uma imagem de firmeza e força. De repente, eu mal prestava atenção na dança, ficava apenas observando a forma como o pianista comandava o palco.
Acabou o primeiro ato e, enquanto saía do palco, percebi que cruzou o olhar com o meu. Não sei se me viu pela luz baixa do ambiente, mas eu pude sentir sua presença. Ele saiu do palco e ficou conversando com algumas pessoas que deviam trabalhar no local e conhecê-lo já. A pausa durou algo entre 15 e 20 minutos e voltaram para o segundo ato. O ambiente estava mais claro quando ele voltou ao palco e tenho certeza de que pôde me ver encarando seu andar e sua preparação. Sentou-se e as luzes se apagaram. Já estávamos na segunda garrafa de vinho. Meu dedo ficava seduzente na boca. Eu o encarava, acompanhava suas expressões, talvez até o imitasse ou tentasse acompanhar seu ritmo. Mordia os lábios vendo sua postura e seu tesão no piano, seus dedos tocando. Quando acabou o segundo ato, tive certeza de que me procurou com os olhos e me encontrou encarando-o com a taça de vinho próxima à boca. Acho que ele deixou um sorriso escapar antes de sair do pequeno palco.
Levantei-me para ir ao banheiro enquanto esperávamos a terceira garrafa de vinho. Quando saí, dei de cara com ele fingindo estar fazendo alguma coisa, mas provavelmente estava me esperando. Você toca muito bem, disse num portunhol arranhado. Ele agradeceu e se apresentou. Ángel. Me convidou para ir para a área externa para fumar. Enrolou um tabaco enquanto me perguntava e me deixava falar sem deixar de me olhar. Me ofereceu um trago e eu aceitei. Conversamos um pouco, nossos corpos se aproximavam involuntariamente. Passei o cigarro para ele e percebi seu rosto muito próximo ao meu. Tengo que volver, disse dando um último trago antes de apagar o cigarro e abrir a porta para que voltássemos para dentro.
Preparou-se e se sentou no piano. Agora, tinha um vinho sobre o piano. Ele ergueu a taça me cumprimentando, me oferecendo um brinde. Retribuí timidamente. Tomadas pelo vinho, minhas amigas nem repararam que havia ficado 20 minutos ausente.
Agora, Ángel tocava e não deixava de me olhar. Tentava me seduzir. Eu retribuía. Não estávamos distantes e podia sentir sua presença e seu calor de perto. Mordia os lábios para ele. Talvez tenha relaxado demais na cadeira e até aberto um pouco as pernas para ele. Cruzava e descruzava lentamente as pernas. Dei uma pequena recolhida no meu vestido deixando minhas pernas expostas para que pudesse olhá-las. Ele mal prestava atenção no palco, mas seguia tocando com o sentimento necessário. Fazia caras e bocas, mas agora para mim e com uma pitada maior de safadeza.
Acabou o terceiro ato.
Fui novamente ao banheiro para ver se o atraía para lá.
Mas antes que eu chegasse, ele já estava lá. Me impediu de entrar ao banheiro. Quieres conocer otras areas, me perguntou me tomando pela mão. Consenti com o olhar e levemente com a cabeça.
Me puxou para um corredorzinho apertado e escuro. Abriu uma porta que estava trancada e entramos numa sala que poderia ser seu camarim. Tinha no máximo metros de largura e comprimento e cheiro de cigarro. Tinha uma cadeira e uma mesinha. Ele chegou me pegando pela cintura e me dando um beijo ardente. Peguei no seu cabelo e ele emendou subindo meu vestido e pegando nas minhas coxas. Me ergueu e me colocou sentada sobre a pequena mesinha. Tive dúvidas se ela resistiria. Ele tirou rapidamente seu blazer, tirou seu colete, abriu sua blusa e tirou o cinto. Pude passar a mão pelo seu peito que tinha pelos grisalhos assim como sua cabeça. Ángel se encaixou entre minhas pernas e deve ter sentido o calor da minha buceta. Se ajoelhou lentamente me beijando sobre o vestido até beijar minhas coxas despidas. Tirou minha calcinha com delicadeza e voltou beijando dos meus pés até minha buceta. Sentiu minha excitação em seus lábios também molhados e se ergueu à minha frente. Me apressei em abrir sua calça e sacar sua piroca ereta para fora. Bati uma rápida punheta enquanto nos beijávamos antes de ele me penetrar. Meteu fundo em mim e me beijou novamente. Me comeu na mesinha que balançava. Torcia para a música ambiente do restaurante abafar meus gemidos e o barulho da mesa. Na dúvida, sufocava meus gemidos em seu pescoço enquanto agarrava seus cabelos. Nossos troncos estavam colados por inteiro. Me afastei para encostar as costas na parede e descer meu vestido e expor meus peitos para Ángel. Ele os segurou com delicadeza antes de atacá-los ferozmente. O pianista me pegou novamente pelo colo e se sentou no banquinho que tinha. Comecei a sentar no seu pau com tesão. Quicava gostoso revirando o cabelo e deixando o cabelo escorrer pelas minhas costas. Ángel se deliciava com meus mamilos. Comecei a me tocar enquanto sentava até gozar. Ángel segurou meu corpo para que não caísse para trás e pudesse recuperar o fôlego enquanto rebolava. Ele segurava no meu quadril e eu em seus ombros o fuzilando com o olhar. Saí de cima dele e fui tentar ficar de quatro para chupá-lo, mas a sala era pequena. Ele se ergueu e eu também. Nos beijamos enquanto eu o masturbava. Me ajoelhei agora à sua frente com mais espaço. Arranhava seu corpo enquanto chupava a cabeça do seu pau e ele batia uma punheta fervorosa. Não demorou muito para ele jogar todo gozo quente pela minha boca. Um jato escorreu pelo rosto.
Chupei seu pau até o fim e senti-lo amolecer nos meus lábios para vê-lo revirar a cabeça e gemer de prazer e agonia.
Ele estendeu o braço para pegar um lenço umedecido.
Passou suavemente em meu rosto antes de me erguer. Tenemos que volver, disse abotoando sua camisa.
Procurei minha calcinha até achá-la no chão. Ajudei Ángel a abotoar o colete e colocar o terno.
Antes de sair, coloquei minha calcinha no bolso interno do seu blazer e dei um beijo doce em sua boca. Saímos e Ángel foi para o palco.
Parecia que os dançarinos o procuravam. Talvez tenhamos demorado mais que o intervalo normal.
Quando me sentei na cadeira de volta ao meu lugar ajeitando os últimos detalhes da minha roupa, minhas amigas se indignaram. Que isso, onde você estava, o que você está fazendo que toda hora some, perguntaram. Apenas sorri e servi minha taça de vinho para brindar à distância com Ángel.
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