- Contos Eróticos
- outubro 2, 2025
Eu ainda nem tinha aberto os olhos quando já sentia meu pau duro e uma mão melada por dentro do meu short batendo uma punheta para mim. Os gemidos baixos, mas não secretos, chegavam ao meu ouvido antes que eu pudesse entender o que acontecia. Fiz força para abrir os olhos. O quarto ainda estava escuro, com apenas uma fresta de luz entrando pelo curto espaço deixado pelo desencontro dos dois lados da cortina. Consegui começar a entender quando as pernas de Luiza esbarraram na minha e seus pés roçaram no meu, provavelmente porque percebeu que eu tinha acordado. Ela tinha seus peitos para fora da camisola e sua outra mão passava o Finger Sweet pela sua buceta.
Seus olhos estavam fechados, seus lábios mordidos, sua cintura balançava na cama. Não sabia se me mostrava acordado e se partia para cima dela. Na dúvida, deixei que continuasse me tocando sem me mexer. Mas foi difícil me conter vendo excitada ao meu lado. Seus peitos pareciam pedir meu toque. Fui subindo com os dedos suavemente pelo braço que levava sua mão ao meu pau até chegar ao seu peito. A ponta deles deram volta pelo seu mamilo que parecia estar pronto para entrar em erupção.
Minha mão continuou subindo até encontrar seu queixo e segurá-lo. Não deixei que abrisse os olhos e logo larguei um beijo caliente na boca. Em poucos segundos, eu havia pegado fogo na cama. Desci meus lábios para chupar seu peito e lamber seu mamilo ereto. Chupei como se puxasse seu prazer para fora. Mas o que saiu foi um gemido de alívio e de prazer. Acariciei sua barriga, seus braços. Suas mãos ainda estavam no meu short.
Me pus de lado e tirei meu short até empurrá-lo totalmente para baixo com o pé até cair no chão. Meu pau encostou na coxa da Luiza, que logo se virou de lado. Imaginei que fosse para eu penetrá-la de lado. Mas ela esticou o braço e pegou mais lubrificante. Jogou no meu pau. E agora sim se encaixou em mim. Colocou meu pau dentro de suas pernas e me fez penetrá-la por inteiro.
Colei meu peito nas suas costas, estiquei o pescoço para beijar sua bochecha. Precisei segurar seu queixo novamente para puxar sua boca para mim e fazer nossas línguas se entrelaçarem como deveriam.
Os movimentos começaram lentos. Via que Luiza agora passava o finger Sweet pelos peitos. Aos poucos foi descendo. Minha mão tomou o lugar dele e segurou seus peitos. Os movimentos ficavam mais firmes. Sua perna se abriu um pouco para colocar o finger Sweet entrar pernas. Botou e voltou a fechar as pernas com ele ali encaixadinho. Sentia contrair suas coxas. Meu pau entrava apertadinho. Podia sentir a vibração também.
‘Me fode’, pediu. ‘Me fode mais forte’. Mordi sua nuca e dei um tapa na sua bunda e comecei a meter mais rápido, mais forte. Sentia meu pau todo molhado entrando e saindo. O encontro dos nossos corpos agora competiam com os gemidos no volume.
Puxei seus cabelos trazendo sua cabeça para trás enquanto afastei um pouco meu peito das suas costas. Metia mais forte. Ela gemia. Eu gemia.
Fui ficando ofegante, ela pedia mais. Colei meu corpo no dela, a enforquei e me virei por cima dela. A coloquei de bruços e fiquei por cima.
Tomei conta de todo seu corpo. Beijei sua nuca, mordi suas orelhas, arranhei suas costas. E meti devagarinho. Vi que ela mudou o finger Sweet. Agora, colocava o flower que sugava na buceta. Afundava o rosto no travesseiro. E ali seus gemidos saíam espremidos.
Movimentei meu quadril metendo nela. De repente, desafogou do travesseiro e anunciou que ia gozar. Mexia o quadril junto comigo. E gozou. Repousei meu corpo sobre o dela e a beijei suavemente enquanto recuperava o ar.
Aos poucos, fui me erguendo. Trouxe seu quadril para cima, fazendo sua bunda ficar empinada. Luiza então estava de joelhos à minha frente enquanto a comia por trás. Nos encaixamentos de joelho. Meus braços a abraçavam e minhas mãos se encontram nos seus peitos. Ela quicava e continuava a usar o finger Sweet. Dava quicadas curtas e rápidas. Botei minhas mãos na sua cintura para ajudá-la.
Logo a coloquei na cama deitada. Luiza abriu bem as pernas para mim. Segurava seus dois tornozelos e metia meu pau todo nela enquanto o finger Sweet sugava seu clitóris. Entrava e saía por inteiro. Nos olhávamos direto no olho. Palavras tornaram-se desnecessárias com os gemidos que saíam. Mordia o lábio. Ela sabia que eu estava prestes a gozar. ‘Goza, eu vou gozar também’. Continuei. Ela também. E então gozamos juntos. Senti suas pernas tremerem nas minhas mãos. As minhas também. O ar faltou. E desabei novamente sobre ela.
Nossos corpos grudaram. Nossos corações se encontraram e os batimentos foram relaxando em sintonia enquanto beijos curtos e gostosos eram trocados.