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Eu e Gabi fomos passar quatro dias em Alagoas. Mais especificamente em Milagres. 

Fazia dias lindos, íamos à piscina, à praia, fazíamos passeios. Chegávamos exaustos e não tínhamos paciência para esperar a linda banheira que nos esperava no quarto. Mas não podíamos deixar de usá-la. No último dia, decidimos ficar na piscina do hotel descansando. Um pouco antes da hora do almoço, falei que ia para o quarto para botar o celular para carregar. Isso foi só uma desculpa para começar a encher a banheira. Vi os sais que havia do hotel e já fui preparando para usá-los. Voltei como quem não quer nada. E falei que estava com fome, que deveríamos ir almoçar em breve. Torci para contar certo o tempo da banheira encher sem alagar o quarto. 

Eu me perdi na hora. E Gabi disse que ia pegar um creme para o cabelo. Voltou logo. E perguntou se eu não estava com fome. Respondi que sim. Sugeri que fôssemos no quarto para pegar o meu celular e tomar uma ducha, e ela concordou.

Chegando lá, o banheiro estava cheio de água, mas a banheira desligada. Gabi havia visto quando foi ao quarto e desligou. ‘Já ia fazer merda, né, safadinho’, me provocou rindo e já tirando o biquini para entrar na banheira. Ri e também fui tirando minha roupa para aproveitar. Vazou um pouco mais de água quando entramos. Abrimos um pouco o ralo e ligamos a banheira novamente para circular a água. Sentamos de frente um para o outro. E o simples toque das nossas pernas começou a me excitar. Meu pau foi crescendo submerso instantaneamente enquanto Gabi se aproveitava para se esfregar sutil e sensualmente em mim. 

Jogou os sais na banheira. Me inclinei para beijá-la. Não resistimos muito à distância entre nossos corpos. E logo estávamos de frente com os corpos molhados. Meu pau primeiro encaixou entre sua buceta e a banheira. Depois, entre nossas barrigas. Eu passava suavemente o sabonete pelas suas costas. Beijava seu pescoço e ela o meu. As carícias aconteciam de baixo d’água. Gabi tocou no meu pau e começou a me masturbar de leve.

Logo me encostei novamente na banheira, ela passou o pé pelo meu pau. Puxei suas pernas e a coloquei de costas para mim. Foi então que vi um polvinho no canto da banheira. Suas costas estavam no meu peito. Comecei a massagear seus ombros, beijar seu pescoço. Desci minhas mãos para enchê-las com seus peitos e sentir seus mamilos excitados. Desci um pouco mais até sua buceta, que obviamente estava molhada. Comecei a tocá-la e a beijá-la. Ela jogou sua cabeça para trás repousando no meu ombro para que eu pudesse alcançar sua boca. Nos beijamos. Seu quadril começava a mexer. Então, se ergueu para frente para pegar o polvinho que havia visto antes. Ligou. Era um sugador. Começou colocando nos próprios mamilos enquanto eu a tocava. Depois, deu na minha mão para que eu usasse na sua buceta. 

Passei o Pulpi pela sua buceta. Percebi seus dedos do pé se comprimiam. Seus músculos da pernas se contraíam. A puxei pela cintura. Ela ergueu um pouco a bunda. Foi o suficiente para o meu pau entrar de primeira na sua buceta fazendo os dois soltaram um gemido simultâneo. Gabi rebolava lentinho no meu pau. E o Pulpi sugava seu clitóris. Apertei seu peito trazendo seu corpo mais junto do meu. O rebolado se intensificou e logo virou uma quicada. Gabi precisou se apoiar nas laterais da banheira para quicar mais. Agora, havia ondas de tesão que alagava ainda mais o banheiro. Gabi sentava com força. 

Suas pernas começaram a fraquejar. Me ergui e a pus apoiada na lateral da banheira para fodê-la de quatro. Dei o Pulpi na mão dela. Meti forte. O barulho da água, dos gemidos, dos nossos corpos ecoavam pelo banheiro. Gabi gemia alto. Oscilava entre segurar o gemido e gritar. Sua perna então bambeou. Colocou a mão para trás me pedindo para parar. Havia gozado ali na banheira e perdia a força e o ar. 

Tirei meu pau de dentro dela e a puxei para mim. A ergui e virei de frente para mim para beijá-la docemente. 

Vamos pra cama, sugeri. Saímos pelados e fomos molhados mesmo correndo para a cama. Gabi correu para fechar a cortina da janela que dava para a varanda e para a ‘rua’ do hotel. Mas não fechou o blackout. Quem quisesse assistir nosso sexo, poderia fazê-lo.

Gabi me jogou na cama e veio por cima me chupar. Meu pau todo molhado na boca dela. Ela chupava de cima a baixo, com vontade, trocava a água do banho por toda sua baba. Me masturbava junto. Achei que fosse gozar ali mesmo. 

Eu estava errado. Gabi veio por cima e voltou a sentar em mim. Agora de frente. Rebolava no meu pau para frente e para trás. Eu segurava firme seu pescoço. A enforcava. Sua mordida nos lábios eram um pedido para que batesse na sua bunda. 

Estiquei o pescoço para alcançar seus peitos. E chupei um de cada vez com vontade. 

Joguei Gabi para o lado e comecei a comê-la de ladinho. Levantei bem sua perna direita para meter. Enforquei seu pescoço e grudei minha boca na sua orelha. Ora gemia no seu ouvido, ora mordia e lambia sua orelha. Brincava com seu pescoço. 

Continuei a virando até ficar por cima. De bruços, Gabi colocou o Pulpi no seu clitóris enquanto eu botava todo meu pau nela e metia curtinho. Gabi afogava seus gemidos no travesseiro. Não conseguia entender suas palavras. Mas apertava sua bunda com vontade. Que bunda gostosa! Arranhava suas costas. Colei meu corpo no seu para tentar entender suas palavras e beijar seu rosto. Gabi, então, só tirou a cara do travesseiro para dizer que havia gozado novamente. ‘Goza na minha boca, deixa eu te chupar’, pediu.

A beijei com meu pau pulsando dentro dela até sair de cima. Me pus em pé ao lado da cama. Gabi se sentou na beira e começou a me chupar. Brincava com as minha bolas, me masturbava e até brincava com meus mamilos. Eu estava muito excitado e não demorei a gozar bastante na sua boca. Gabi engoliu, se erguei e me beijou. Nos beijamos apaixonadamente.

Sua mão me conduziu novamente para o banheiro. Para a banheira. E lá, relaxamos por mais alguns longos minutos antes de irmos almoçar.

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