
- Contos Eróticos
- junho 24, 2022
“Mas para que você quer um convite extra?” Perguntou minha prima de um jeito, um tanto sarcástico. “Porque eu vou levar uma pessoa” eu tinha alguém para levar? Não, mas até o casamento dela, que demoraria um ano e meio, com certeza eu arranjaria alguém. “Quem?” ela perguntou. “Você não conhece, só marca ai, ok?” ela sempre quis ganhar vantagem em tudo o que fazia e estava esfregando aquele casamento na cara da família inteira.
Um ano e meio se passou, o casamento seria na quinta e me diz se eu comecei a ter um cheiro de romance… Não, nem uma frestinha, nem uma brisa leve de um casinho. Mas não vou dou braço a torcer, iria arranjar sim um date para esse casamento.
Eu lembrei de um cara que tinha saído uns tempos atrás, como na época eu ainda estava superando uma ex-obsessão minha (quem nunca?) acabamos não nos conversando mais e como estava num momento um tanto quando curto, decidi mandar uma mensagem como quem não quer nada.
“Oi, quanto tempo! Vamos sim.” ele respondeu. Ele topou sair comigo. Eu disse que seria o nosso date seria no casamento da minha prima? Não, mas mandei ele ir arrumado porque iriamos tinha ingressos para um evento chique. Ele veio me buscar em casa.
“Uau você está maravilhosa!” ele me elogiou assim que entrei no carro. Eu agradeci e o elogiei também, eu o cumprimentei com um beijo no rosto porque né, é toda um confusão. A gente já tinha transado no nosso primeiro encontro, mas fazia um tempo que esse encontro tinha rolado… Então era melhor um beijo no rosto, um abraço, um selinho, um aperto de mão… “Esse evento me parece bem chique né, onde é?” Me perguntou com o Waze na mão aguardando para que eu falasse o endereço. E agora é o momento de revelar toda a minha farsa. Ou será que era melhor deixar o gato no suspense até a gente chegar na igreja?
“Então, é um evento chique porque é o casamento da minha prima… Você se importa? Eu não tinha um par e eu tinha prometido que levaria um acompanhante para ela quando ela me convidou. Pelo menos vamos comer e beber de graça e falar mal de algumas pessoas… me diz se esse não é o cenário perfeito?” Falei com uma carinha de cachorro sem dono, para que ele comprasse essa minha loucura sem fazer mais perguntas.
Ele deu risada e falou “Ok! Vamos! Vai ser divertido. Onde vai ser?”.
“Começa numa igreja, não muito longe e depois para um salão, vou colocar o endereço aqui pera” coloquei o endereço e ele seguiu com o carro, fomos conversando sobre outros assuntos e que fazia muito tempo que a gente não se via e tal, e conforme fomos conversando sobre nosso ultimo encontro ele foi colocando a mão dele na minha perna fazendo um carinho bem lento. Meu vestido não era curto, mas tinha uma fenda perfeita
para que ele fizesse aquilo. Entendendo o recado, subi meu vestido um pouquinho mais, deixando a fenda ainda maior. Coloquei minha mão na nuca dele, passando pelos cabelos, foi um toque suave e tímido.
Sem que pudéssemos avançar mais nas nossas brincadeiras, chegamos na Igreja.
Chegamos um pouco antes do horário marcado no convite e ele foi no banheiro enquanto isso eu cumprimentava meus familiares para não precisar dizer o que ele era meu, ia pensar nisso depois. Assim que ele voltou decidimos sentar em um dos últimos bancos.
Pelo burburinho, a noiva estava atrasada, então demos continuidade ao assunto do carro. Nossas pernas estavam bem coladas uma na outra e a mão dele que estava no joelho dele, passou para o meu, que poucos momentos depois começou a subir lentamente pela minha perna. Eu perguntei o que ele estava fazendo, com um sorriso malicioso no rosto. Ele respondeu que não estava fazendo nada, enquanto acariciava minha perna.
Já estávamos conversando por olhares e toques. Estava começando a ficar molhada só de imaginar o perigo de estar naquele lugar o tocando indecentemente.
“Quando eu estava voltando do banheiro eu vi um quartinho de tralhas…” eu mordi o lábio pensando em todos pecados eu estaria cometendo naquele momento e falei “Vamos. Vai antes que eu te sigo”.
Ele levantou e saiu em direção ao quartinho, depois de alguns segundos eu o segui. Eu passei pelo corredor quando de repente a mão dele me puxou para dentro do quarto e trancou a porta. Ainda em um pouco de choque com o susto, ele me prensou com o corpo contra a parede e falou “onde paramos?”
Começou a me beijar intensamente. Não tinhamos tempo para carícias e delicadezas. Ele puxou meu cabelo para trás e começou a beijar meu pescoço ferozmente, entando sua outra mão apertava meus seios.
Ele empurrou minhas pernas para o lado com as dele e a mão que antes estava nos meus peitos agora estavam entrando na minha calcinha, fazendo com que eu soltasse um gemido baixo. “Fica quietinha” ele colocou a mão na minha boca. Eu já estava com minha buceta latejando, a soma entre estar naquele local proibido com ele me dominando daquele jeito estava me enlouquecendo.
“Você ta gostando de pecar né cachorra, já ta toda molhada” ele falou baixo no meu ouvido enquanto enfiava seus dedos em mim. Eu enfiei minhas unhas em sua nuca, minha perna já estava tremendo de tesão. “Implora pelo meu pau vai”.
“Por favor.”
“Repete”.
“Mete em mim, por favor”.
Ele me curvou e eu me segurei na estante que estava na minha frente. Ele guspiu nos seus dedos na entrada da minha vagina e meteu em mim com força. E eu soltei um gemido.
“Quieta” ele falou colocando a mão na minha boca de novo, metendo com mais força.
Sem que eu precisasse pedir ele bateu na minha bunda com força que fez com que eu mordesse os dedos dele. Ele segurava com força na minha cintura, chegava a doer, mas eu gostava.
Eu explodi de tesão e minhas pernas fraquejaram. Ele me segurou e continuou fudendo até que ele gozou também. Eu estava com meu coração a mil, o que tinha sido aquela foda!?
Ajeitei meu vestido, ele ajeitou a roupa dele, ele veio me abraçar e me dar um beijinho, que deu uma equilibrada na rapidinha violenta que tínhamos acabado de ter.
Retornamos ao casamento como se nada tivesse acontecido e voltamos a nos sentar nos banquinhos do fundo.
“Vamos de segundo round na festa?” perguntei para ele. Que sorriu e mordeu os lábios.
Escrito por Valentine S.
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