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Estou cheia de tesão, quero muito te dar! Fiquei cheio de tesão ao ver mensagem no meu celular às 14h do Brasil e às 18h Espanha. E era em Barcelona onde Vanessa estava. Era o terceiro dos 10 dias que ela ficaria na cidade. Não tinha como eu apagar – ou botar mais – o fogo dela. Até tentei ir ao banheiro do escritório e mandar uma foto do meu pau duro com a sua mensagem. Mas sabia que isso não era o suficiente. Ela me mandou uma foto pelada após o banho que me fez desejar seu corpo por inteiro.

Perguntei se iria sair para jantar ou se teria algum evento à noite. Ela me disse que não. Sugeri então que fosse a algum bar se divertir, que Barcelona era cheia de opções e que ela poderia encontrar alguém que ajudasse a tomar conta do seu fogo. Ela entendeu as minhas intenções. Não era a primeira vez que nos aventurávamos em opções liberais. Mas sempre havíamos feito juntos. Porém, dei a liberdade de fazê-la sozinha. Com uma condição. Só pode ser a partir das 23h daí, quando eu estarei em casa e eu quero assistir tudo, enviei para ela no celular. Combinado! respondeu ela de primeira.

Não via a hora de chegar em casa. Fiquei tenso na expectativa se Vanessa conseguiria arranjar alguém ou não. Saí um pouco mais cedo do trabalho. Sentia um calor diferente em mim, um misto de ansiedade, tesão, medo, ciúmes. Mas queria sentir tudo aquilo. A falta de notícias dela também me deixavam apreensivo. Tomei um banho, mas não jantei. Abri uma cerveja e fiquei praticamente encarando o celular esperando notícias.

Depois de algum tempo, surge uma mensagem de Vanessa. Te gustará Gerard como legenda de uma foto com cabeça colada com um espanhol moreno, bronzeado. Curti a foto. Confesso que não sabia muito o que pensar. Poucos minutos depois, me enviou uma foto sentada na cadeira do bar sem calcinha. Isso causou uma explosão dentro do meu peito. Não importava a temperatura do ar-condicionado, eu estava suando. Reagi mandando emoji de foguinhos. Achei pouco. E então mandei uma mensagem. Que inveja e que sorte do Gerard. Vanessa, então, me enviou uma mensagem dizendo que me ligaria em menos de 20 minutos, que já estavam pedindo a conta.

Mudei e peguei uma taça de vinho.

Não sabia que 20 minutos demoravam tanto.

Pensei na roupa que estava vestindo e como eu deveria estar para assisti-los. Pensei no fundo que apareceria, qual era o melhor ângulo.
Ajeitei tudo. Botei uma camisa e uma calça social. Deixei um pouco aberta para parecer despojado.

E quando me olhava no espelho, o celular tocou.

Atendi. Vanessa não falou nada. Apenas posicionou o celular de frente para a cama e saiu andando de costas, ficando de joelhos na cama. Surgiu então Gerard também se ajoelhando e a pegando pela cintura. Começaram com beijos lentos. Gerard não evoluía com as mãos, e Vanessa tomava a atitude. Mexia em seus cabelos e apertava sua bunda. Tirou a blusa do espanhol e puxou seu vestido para baixo oferecendo-os a ele. Gerard desceu delicadamente para beijá-los, mas Vanessa queria mais intensidade e espremeu sua cabeça contra seus seios. Nesse momento, se virou para mim pela primeira vez com um sorriso de safada. Não sei se ela me via. E não sei com que expressão eu estava.

Vanessa o jogou na cama então e tirou suas calças. Seu vestido subiu ao ficar de quatro deixando à mostra para mim sua bunda e sua buceta enquanto o chupava. Não consegui vê-la chupando, mas imaginava porque sabia como ela fazia. Podia ouvir os gemidos espanhóis.

Tomei um gole do vinho e abri minha camisa. Minha pele fervia.

Ela subiu por cima dele para beijá-lo e tirou o vestido. Mandou Gerard ficar de joelho no chão para chupá-la. Enquanto ele a chupava, ela me provocava com o olhar, mordia os lábios e gemia. Brincava com os próprios peitos e conduzia as lambidas de Gerard com as mãos.

Não resisti. Fui obrigado a me despir e ficar com o pau para fora acariciando-o levemente.

Vanessa puxou o espanhol pelos cabelos e o colocou novamente na cama. Se virou lateralmente e o fez comê-la no papá-y-mama. A essa altura, eu já me masturbava com vontade. Tomava um gole de vinho, brincava com meu saco e mamilos. Via Gerar apertando os peitos de Vanessa que estava completamente aberta sendo penetrada por ele. Gemia, pedia mais. Que tesão. Não virava a cabeça para mim. Ignorava minha presença.

E então o puxou para um beijo com os corpos grudados e uma metida lenta e prazerosa. Mas logo o empurrou e o tirou de cima dela.

Saiu da cama e o orientou a sentar na ponta. Ele se sentou encostado frente para mim com seu pau ereto e ela se pôs de costas para ele e de frente para mim. Agora, me fuzilava com o olhar.

Me levantei e fui até o armário. Peguei o egg que ela havia me dado e o enchi de lubrificante. Derramei lentamente o líquido também sobre o meu pau para excitá-la. Agora, sabia que estava me vendo. Isso, bate uma punheta vendo eu fodendo, me falou.

Ela abriu as pernas enquanto sentava, e Gerard a pegou pelo pescoço trazendo seu rosto para trás para beijá-la. Vanessa começou a se tocar enquanto ele fodia sua buceta. Sendo enforcada e gemendo no ouvido dele, gozou. Diminuiu o ritmo da rebolada até voltar seu olhar para mim. Meu pau todo melado estava cheio de tesão.

Vanessa se pôs de quatro na cama com a bunda toda empinada. Gerard veio por trás e se abaixou. Provavelmente chupou seu cuzinho e dedou sua buceta. Ela me devorava com o olhar. Ele logo se ergueu e começou a comê-la. Metia forte e rápido. Batia firme na sua bunda. Ela gemia e pedia pelo gozo. Pelo meu e pelo dele.

Eu estava quase lá. Me controlava para não gozar logo.

Gerard não conseguiu se controlar.

Vanessa se ajoelhou na frente da câmera e pegou o celular. Aproximou bem do seu rosto enquanto chupava o pau do espanhol. E quando vi o gozo dele ser derramado pela sua boca e rosto, tirei meu pau de dentro do egg e também gozei. Vi meu leite quente saltar e escorrer pelo meu peito e abdomen. Vanessa me olhava sorrindo com o pau dele na boca enquanto chupava até a última gota do seu tesão.

Limpou então o resto de gozo que havia no contorno da sua boca, mordeu os lábios e desligou o celular.

Fiquei ali, aliviado e ofegante com o peito cheio de gozo meu.

Tomei um gole de vinho e caminhei para outro banho.

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