- Contos Eróticos
- julho 24, 2025
Jogados no sofá vendo uma série que não prendia nossa atenção que se desviava a toda hora para o celular entre um comentário e outro. Já passava das 18h, e a preguiça tomava conta de nós dois. Guilherme se levantou para ir ao banheiro, pegou um copo d’água, ficou parado de pé ao lado do sofá coçando a barriga. ‘Vamos jantar o que?’. Respondi que deveríamos pedir algo porque não estava com vontade de cozinhar e nem ele. ‘Bora chegar num barzinho, a gente come algo lá, vê gente, toma algo’, sugeriu. De início, recusei por causa da atração magnética entre meu corpo esticado e o sofá. Logo mudei de ideia. Já havíamos passado o sábado todo fazendo nada por causa da chuva da manhã.
‘Algo básico só, a gente vai, fica um pouco, come algo, e volta, sem ser muito tarde’ disse Guilherme ainda tentando me convencer de algo que já havia aceitado.
‘Ok, já já eu me arrumo e vamos’. Não enrolamos muito porque também não queríamos voltar tarde. Botei um vestido longo e soltinho sem sutiã e uma jaquetinha por cima. Guilherme foi com seu semi-uniforme de bar que era um chinelo, uma bermuda, uma camisa branca lisa e um casaco de zíper.
Chegamos, e o bar estava mais cheio do que o esperado. Pegamos uma mesa alta na calçada, foi o que deu. ‘Me vê uma Original e dois copos, por favor’, já pediu o Guilherme assim que o garçom veio se apresentar. Rapidamente chegou a cerveja. ‘Traz também pra gente um pastel de camarão e um de carne seca com catupiry, por favor’, emendou Gui.
Começamos a beber, os pastéis chegaram. Estavam bem quentes. Guilherme ria enquanto assoprava minha boca por causa de um camarão muito quente que estava na minha boca. Bebi um gole de cerveja. Pedimos depois bolinho de bacalhau, mais um pastel, outra cerveja. Era talvez acabar isso, pedir mais uma cerveja e ir embora, era pouco depois das 21h ou talvez quase 22h.
Entre um gole e uma mordida, vi Lucas, meu ex-namorado, chegando no bar com uma mulher que não sabia se era sua namorada ou não. Eu o vi antes dele me ver. Ele mexia e esticava o pescoço a cada passo tentando achar uma inexistente mesa vazia. Lucas e ela vinham se aproximando na minha direção até praticamente parar do meu lado arregalar os olhos e sorrir ao me ver. ‘Ih, Gabi!’. Me viu antes de reparar que eu estava com o Gui. Me cumprimentou, cumprimentou meu namorado. Apresentou Amanda a nós.
‘Está foda hein, cheio pra caralho aqui. Chegaram cedo?’, iniciou um papo já parando na nossa mesa. ‘Chegamos há umas duas horas’, respondeu Gui. ‘Se quiserem, podem apoiar aqui, já já estamos indo’, emendou. Na mesma hora, o garçom passou. ‘Mais dois copinhos?’. Lucas negou. Gui aceitou. ‘Pode trazer’.
Ele trouxe.
Do nada, a conversa que começou engessada começou a fluir. Já tinha chegado outra cerveja, e Lucas e Amanda já estavam entrosados conosco. Meu ex era sempre muito simpático e sorridente, encantador. Sempre deixava a dúvida no ar se estava flertando ou se era apenas simpatia. Sempre deixava boa impressão. E parecia que rapidamente havia conquistado Gui, que sabia que ele era meu ex, mas não era um cara ciumento nesses quatro anos que estávamos juntos. Sabia também que Lucas que tinha me introduzido ao meio liberal e com quem tinha experimentado algumas coisas a três, a quatro e outras cositas más.
Eu ficava mais observando aquela conversa fluindo inesperadamente que ativamente falando. Não pude deixar de notar também que Amanda era bonita, principalmente seu cabelo cheio cacheado. Reparei também que certa hora ela olhava Gui de cima a baixo enquanto ele falava. Era só simpatia como o Lucas ou estava o desejando?
Sei que ficamos e ficamos e ficamos. Quando vimos, era quase 23h.
Amanda foi ao banheiro. Quando voltou, sem timidez nenhuma, deu algo na mão de Lucas. Tudo indicava que era um pano preto, provavelmente sua calcinha. Não quis mostrar explicitamente, mas também não quis esconder. Queria despertar nosso interesse e chamar nossa atenção. Amanda e Lucas começaram a ser mais afetuosos um com o outro, com carícias no braço, nas mãos, um beijo um pouco mais quente quando Lucas foi ao banheiro.
‘Vamos?’, disse mais gesticulando que falando Gui para mim. Quando Lucas voltou, ele avisou. ‘A gente vai indo, íamos só dar uma passada, já passou de meia-noite’. Eles não perderam tempo ‘Nós vamos também, vocês vão pra onde?’, tomou a iniciativa Amanda sorrindo para nós abraçada em Lucas.
Respondemos que íamos a pé, que morávamos ali perto. ‘A gente dá uma carona pra vocês’, ofereceu ela. Sabíamos que aquilo era um flerte. Aceitamos. Eles pediram o Uber. Enquanto andávamos para o carro, fui apertando as mãos do Gui em sinal de que era um flerte, ele apertou de volta rindo.
Meu namorado era maior e se sentou na frente. Eu fui atrás dele e Amanda no meio.
‘Você botou nosso endereço aí?’, perguntei. ‘Ih é, vou botar. Não querem tomar saideira lá em casa?’, falou Lucas fingindo surpresa. ‘Pode ser’, respondeu secamente o Gui.
E então partimos para casa dele.
O silêncio tomou conta do carro. Os poucos barulhos vinham dos beijos que começaram entre Amanda e Lucas no banco de trás. Suavemente, Amanda deixou sua mão escorregar e tocar minhas coxas. Cutuquei Gui com o joelho atrás do seu banco não sei esperando o que. Não tirei sua mão. Pelo contrário, seu toque me arrepiou, me fez imaginar muitas coisas e relembrar outras. Sua mão que antes apenas repousava sobre as minhas coxas agora se moviam lentamente. Retribuí as carícias com a mão também nas suas coxas. Amanda se virou e veio me beijar. Me esquivei, dando a ela apenas uma parte do meu pescoço. Ela não se sentiu ofendida e aproveitou o que lhe foi oferecido com sensualidade. Eles não moravam longe. E antes que a coisa esquentasse mais do que devia, chegamos.
Lucas saiu do carro já com a chave na mão, abrindo e segurando o portão para entrarmos. Subimos no elevador até o terceiro andar com Lucas tentando quebrar um gelo que já não deveria mais existir.
Nos acomodamos no sofá. ‘Cerveja, vinho…uísque? Que querem beber?’, perguntou Lucas. Todos decidimos continuar na cerveja.
Logo após o primeiro gole, Lucas foi ao banheiro. Eu me sentava entre Gui e Amanda, que me surpreendeu ao começar a acariciar minhas pernas enquanto eu olhava e falava com Gui. Quando me virei, dei um sorriso. E dessa vez não pude nem quis escapar. Cedi ao seu beijo. Quando Lucas voltou, Eu e Amanda nos beijávamos, com Gui tocando meu corpo. Ele se sentou no braço do sofá ao lado de Amanda e puxou uma alça de seu vestido para que deslizasse pelo seu braço. Seu peito quase ficou à mostra. Faltou um pouco. Eu completei e pus seu mamilo à vista de todos. Gui tocou a parte de dentro nas minhas coxas fazendo minhas pernas abrirem. Logo, seus dedos chegaram à minha calcinha. Tenho certeza de que a sentiu bem quente e já molhada.
Amanda se virou para Lucas para beijá-lo. Ele a segurava de cima pelo rosto enquanto a mão dela percorria seu corpo até chegar ao seu pau ainda vestido pela calça que usava. Me virei para Gui para beijá-lo. Ele puxou minhas duas pernas para colocar sobre suas coxas e seu piru pulsava na parte de trás do meu joelho. Tirei minha jaqueta, ele pegou e jogou numa poltrona que havia na lateral do sofá. Meu namorado tirou as duas alças do meu vestido, fazendo-o escorregar e colocar meus dois peitos para fora, mas rapidamente foram para dentro da sua boca. Amanda percebeu meus seios despidos e se virou para mim. Eu, de costas para ela, senti os seus roçarem nas minhas costas. Pelo reflexo da varanda, vi Lucas de pé tirando a blusa e a calça que vestia enquanto Amanda segurava meu cabelo para puxar minha cabeça para cima e me beijar quase que de cabeça para baixo. Ela desceu seu tronco e passou seus peitos na minha cara. Lucas chegou por trás dela e começou a tocá-la. Ela saiu de cima de mim e se pôs de quatro no sofá para que Lucas tirasse seu vestido e sua calcinha. Lucas o fez. E ainda se ajoelhou para começar a chupá-la.
Eu fiz o mesmo. Me ergui. E no mesmo momento meu vestido deslizou até o chão. Tirei minha calcinha e joguei onde estava o casaco. Tirei a camisa de Gui e depois sua bermuda. De joelhos à sua frente, pus seu pau para fora ainda sem tirar sua cueca e comecei a chupá-lo. Ficava ainda mais duro na minha boca e eu o babava todo. Amanda já gemia gostoso enquanto rebolava a buceta na cara de Lucas que estava de joelho ao meu lado.
Inesperadamente, senti a mão de Lucas deslizar cuidadosamente pelas minhas costas. Virei meu rosto ainda com o pau na boca para vê-lo, mas seu rosto seguia afundado entre as pernas da Amanda. Permiti que me tocasse. E logo retribuí me ajeitando e esticando minha mão para tocar sua piroca. Chupava o pau de Gui enquanto batia uma punheta para Lucas.
Não durou muito. Lucas se ergueu em frente a Amanda, que começou a chupá-lo sentada no sofá enquanto ela mesma se tocava levemente. Fiz o mesmo que Lucas e me ergui. Fui para cima do Guilherme e sentei na cara dele que apoiava a cabeça no recosto do sofá. Rebolei na sua boca, na sua língua me apoiando na parede e apertando meus próprios peitos. Virei o rosto para espiar como estavam e vi que Amanda chupava o Guilherme enquanto batia punheta para o Lucas que apertava seu peito. Comecei a mexer o quadril mais intensamente. Ia chegar ao orgasmo. Mas decidi esperar.
Deslizei meu corpo sobre o de Guilherme deixando sua boca deslizar por cada pedaço meu até sentar-me com seu pau me penetrando por completo. Um gemido de alívio, prazer e angústia ganhou os ares antes de ser interrompido por um beijo excitante. Sentia as mãos da Amanda resvalando na minha bunda por estar apertando o saco dele. Encurtei o espaço entre nossos corpos, espremi o rosto do Guilherme entre meus seios e intensifiquei minha rebolada. Eu gemia e Amanda me provocava com palavras. Era quem mais me provocava. E eu rebolava. Seu pau entrava e saía, entrava e saía. E cheguei ao orgasmo enquanto subia e descia no seu pau. Amanda deu dois tapas na minha bunda.
Dei um beijo em Guilherme e me virei de frente para sentar de costas para ele. Passei a chupar Lucas junto com Amanda, mas por pouco tempo. Ela logo ficou de quatro novamente no sofá, e meu ex começou a fodê-la do meu lado. E já começou com tudo. Via seu pau entrar e sair. E olhava nos seus olhos. Tão perto de mim. Ele segurava os cabelos dela e a comia forte. O barulho dos seus corpos tomavam conta do ambiente. Nos encarávamos. Sentia seu pau pelo olhar. Queria dar para ele. E ele queria me comer. Era como se nossa química nunca tivesse sumido. Amanda gemia alto, espaçosa, seus gemidos ocupavam a maior parte da sala. Guilherme apertava seus peitos e às vezes a beijava.
Mudamos a posição. Me coloquei deitada no sofá com o rosto parcialmente embaixo da Amanda enquanto Guilherme me comia com uma perna para dentro e outra para fora do sofá. Apertava meus peitos. E eu chupava os peitos da Amanda que triscavam no meu nariz de tão perto. Minhas mãos escaparam até a sua buceta e passei a dedá-la junto com a comida que o Lucas dava nela. Seus gemidos ganharam volume. Os barulhos das palmas também. As provocações, ofensas, suspiros, gotas de suor também. Amanda anunciou diversas vezes que seu gozo vinha. Vou gozar, vou gozar, disse repetidas vezes, até que gozou. Lucas parou com seu pau todo dentro dela enquanto ela deixou o peso do seu corpo cair sobre mim esmagando meu rosto com seus peitos.
Amanda escorregou para o lado. Lucas não hesitou em botar o pau na minha boca enquanto Gui me comia. A namorada do meu ex não se permitiu ficar de fora por muito tempo e sentou-se na minha cara. Passei a chupar sua buceta enquanto ela beijava Lucas uma hora e outra Guilherme.
‘Quero que você me coma também’, falou Amanda segurando o rosto do Guilherme. Ele não demorou muito para parar me comer. Amanda o empurrou para a poltrona onde estavam meu casaco, calcinha e vestido e o colocou sentado. Veio por cima, sentando de costas para ele e de frente para o sofá. Lucas deitou-se por cima de mim, mas logo me empurrou para o lado se encaixando entre mim e a encosta do sofá. Formamos uma conchinha de frente para Amanda e Guilherme. Trocávamos olhares enquanto transávamos. Tão perto para nos vermos, tão longe para não nos tocarmos.
Lucas começou a me foder lentamente. Priorizava o toque macio pelo meu corpo. Seus dedos nos meus braços, nos meus peitos, nos meus mamilos, na minha barriga. Seus beijos pela bochecha, pelo pescoço, um cafuné. Nada disso foi eterno.
Tudo começou a ficar intenso. Guilherme segurava firme na cintura de Amanda para ajudá-la a quicar. Ele também dava tapas na sua bunda. Ela gemia a cada um que recebia e pedia mais. Amanda brincava com os próprios seios e parecia se excitar demais com sua visão para nós.
Lucas passou a me tocar no clitóris enquanto me comia. Ele sabia o caminho. Nisso, nunca deixou a desejar. Todos os gemidos começavam a fraquejar e o corpo a fadigar. Guilherme estava para gozar e avisou Amanda, que logo saiu de cima dele e se pôs de quatro no chão na frente dele. Guilherme lançou sua porra na bunda, nas costas, no cabelo e provavelmente no chão da Amanda.
Ver o Gui gozar dessa forma me excitou de uma forma diferente que o pau e os dedos de Lucas me fizeram gozar novamente. E ele também não demorou muito. Tirou seu pau e ejaculou pelo meu corpo e pelo sofá enquanto me abraçava pelo pescoço com os braços.
Nos beijamos lentamente. Amanda e Guilherme nos assistiam de frente na cadeira com ela no colo dele. Nos ajeitamos para também sentarmos.