- Contos Eróticos
- dezembro 11, 2025
Quando olhamos o relógio, nos demos conta de que tínhamos perdido a hora. Já passava das
13h, e eu e João iríamos receber nossas famílias para o primeiro Natal no nosso apartamento
novo. Saímos correndo da praia e fomos para casa para preparar as coisas. Ainda faltava
arrumar algumas coisas e preparar a comida. Tínhamos prometido que faríamos toda a ceia já
que iríamos recebê-los. João foi comprando um açaí para a gente almoçar enquanto eu fui
subindo para tomar banho. Ele não demorou e quando chegou eu estava tomando banho. Ele
se juntou a mim no box, Mas eu já estava de saída porque era só uma ducha já que eu ia suar e
me sujar arrumando e cozinhando. Deu tempo de darmos um beijo bem molhado debaixo da
água para tirar o protetor, os cremes e a areia do corpo. Seu pau subiu e ficou prensado entre
nossas barrigas. Senti-o quente. Ele apertou minha bunda, abrindo-a bem e deixando seus
dedos escaparem até a minha buceta. Meus lábios descolaram dos dele para minha boca soltar
um bafo quente de prazer. Sua mão deu a volta pela minha cintura para reencontrar pela
frente. Me pôs contra a parede e reencontrou minha boca. ‘Eu tenho que sair e começar a
preparar a casa’ foi abafado pelo seu beijo. ‘Só um pouquinho’, pediu. Consenti com um suspiro
de tesão enquanto ele passava o dedo por toda minha buceta encharcada de banho e prazer.
Peguei seu pau para bater uma punheta gostosa. Minhas palavras de resistência e razão, mas
meus atos eram instintivos e de tesão.
Caí em mim e o afastei para sair do banho, deixando-o sozinho de pau duro no banho. Pensei
que ele fosse finalizar e gozar sozinho no banho, mas ele não demorou para sair, então acho
que não o fez. Começamos a agilizar as tarefas, mas a cada encontro ou esbarrada era uma
faísca que acendia entre nós. João sempre tentava algo mais. Eu deixava umas sarradas,
passadas de mão e beijos rápidos que eram retribuídos.
Estávamos no laço já. Eram 18h40, nossas famílias iam começar a chegar quando fomos tomar
o banho para nos arrumarmos.
Agora teríamos tempo para nos divertirmos no banho.
A pegação começou de onde parou. Com beijos e mãos safadas tocando um ao outro. Me
abaixei para chupá-lo.
Mal comecei a degustar seu piru duro e quente pela minha boca e rosto, o interfone tocou.
Haviam chegado os primeiros convidados. João pensou em ignorar revirando a cabeça para
cima e soltando palavras de insatisfação. Mas saiu do box molhado e foi atender. Voltou e eu
terminava o banho. Saí e me arrumei rápido. A campainha estava tocando quando terminei.
‘Calma aí!!!’, gritei. Fui receber os pais de João. Ele ainda terminava o banho. Demorou um
pouco mais e chegou na sala cerca de 10 minutos depois. E os convidados foram chegando
rapidamente.
O clima natalino tomou conta da casa. Mas não podíamos ficar juntos que aparecia fumaça.
Não sei se os outros puderam sentir seu cheiro. O tesão já estava ficando incontrolável. Não
víamos a hora de todos irem e ficarmos a sós.
Na hora de comer, João me provocava com carícias com os pés por baixo da mesa. Seus pés
escalavam minhas pernas ameaçando subir meu vestido e tocar minha buceta. Eu retribuía
passando para me certificar se seu pau estava duro. E estava.
Passamos mais essa etapa da noite. Entregamos os presentes.
Quando passou de meia-noite, os convidados começaram a partir. E não demorou mais que 30
minutos para a casa ficar vazia para nós.
Demos uma olhada geral na casa, mas só iríamos limpar e organizar tudo no dia seguinte. João
já foi tirando a blusa e me puxando pela mão. Precisei apressar os passos para acompanhá-lo.
Achei que íamos para o quarto, mas a porta estava fechada e fomos novamente para um banho
após a noite sentados no sofá. Era só mais uma ducha. Ele tirou meu vestido e abocanhou
meus peitos sem dó. Esmaguei seu rosto entre eles. Ele tirou o short e a cueca e me puxou
para o banho tão rápido que entrei com a calcinha vermelha de fio-dental que havia colocado
para provocá-lo. Quando reparou, me virou contra a parede, se ajoelhou e encheu minha bunda
de beijos e mordidas, com pegadas acompanhadas de palmadas que ecoavam no banheiro.
Mas não dava para esperar mais e resistir. Subiu com a mão entre minhas pernas, passando
pelas coxas até chegar aonde minha calcinha estava molhada. A desceu lentamente enquanto
eu aproveitava para empinar mais a bunda.
Ele tirou. E aproveitou para deixar uma chupada gostosa no meu cu enquanto eu ligava a água
para que ela caísse pelas minhas coxas e molhasse meu corpo, seu rosto e sua língua. Me
dedava na buceta e dava linguadas gostosas no meu cu. Matava sua sede de sexo.
João se levantou, pegou meu cabelo e o juntou todo em sua mão para puxar minha cabeça para
trás para beijá-lo. A água que caía atrapalhou quase nos afogando e tornando o beijo quente
em risos. Mas seu pau roçava entre minhas nádegas para cima e para baixo. Sentia a respiração
forte do João na minha nuca. Trouxe sua cintura para trás e depois para frente para fazer seu
pau roçar agora na minha buceta. Ameaçava entrar, mas ainda não.
Agora sim.
Me comeu de costas. Eu me apoiava com as duas mãos na parede. Meu cabelo molhado
escorria pelas minhas costas e ombros. As mãos de João me seguravam pela cintura.
Queríamos mais.
Decidimos sair do banho.
Nos enxugamos e fomos para o quarto.
Quando abri a porta, o ar-condicionado estava ligado ali há pelo menos uma hora. Arrepiou
meu corpo ardente. João me jogou na cama e foi até o armário. ‘Seu presente’, disse me dando
na mão. Abri rindo, pois imaginei já que fosse algo safado, apesar da caixa discreta. Era um
Iconic. Nunca tinha visto esse vibrador. Parecia um Rabbit, mas melhor.
João não perdeu tempo. Abriu bem minhas pernas, se ajoelhou no chão e começou a me chupar
muito. Enfiou então o Iconic em mim. Podia parecer só a penetração. Mas ele ligou o
movimento de dedinho dentro de mim. Ele me chupava ajudado pela vibração e o Iconia ainda
fazia o ‘vem cá’ com o dedo por dentro. Ali, eu estava já em erupção e minha lava de tesão
escorreu por toda boca de João e todo rosto de João que deu ainda mais uma chupada firme em
mim para me arrancar quase a última gota. Mas ainda tinha mais.
Precisava respirar. Então me pus sentada e comecei a chupá-lo. Tentava recuperar o ritmo
enquanto lambia sensualmente seu pau, brincava com ele pelo meu rosto, pela minha língua.
Nos olhamos nos olhos. Ele não conseguia falar, só gemer e morder os lábios. E eu estava de
boca cheia pra falar. João me puxou para cima, me beijou, me pegou no colo e se sentou na
cama comigo. Encaixei seu pau dentro de mim e comecei a rebolar lentinho no pau dele. Sua
boca devorava meus mamilos rígidos. Suas mãos agarravam minha bunda. Puxei a sua mão até
minha boca e chupei seus dedos. Recado dado. Ele voltou à minha bunda e brincou com meu
cuzinho enquanto eu sentava. Passa o dedo e pressionava a entrada dele. Eu me atiçava. Ficava
mais safada. Comecei a quicar mais firme. Coloquei as mãos nos seus joelhos e subi e desci
gostoso. Meus peitos balançavam conforme meu corpo se afastava do dele. Eu me inclinava
para trás gemendo gostoso. Gemia. E ele brincava comigo. João deu um sorrisinho safado que
eu sei o que é. ‘Você quer é?’, perguntei provocando. ‘Acho que você está querendo tanto
quanto eu’, respondeu. Quiquei mais forte deixando a resposta no ar até me jogar sobre ele e
cairmos na cama eu por cima dele. Beijei sua boca fervorosamente. E depois rolei para o lado,
abri a gaveta e peguei o Cliv Intt. Eu mal tinha aberto a caixa para pegar o tubo e João já me
puxou pelas pernas novamente para a beira da cama. Se pôs de pé à minha frente, tirou o tubo
da minha mão e passou por todo seu pau. Começou a meter em mim devagar me tirando
caretas e mordidas. Se esticou para frente, achei que fosse me beijar, mas pegou o Iconic e deu
na minha mão.
Penetrei o novo brinquedo em mim, ligando agora o sugador. Ele metia gostoso. Entrava e saía
tudo do meu cu. Até a cabeça. E entrava tudo. O Iconic também me fodia. Suas duas mãos
agarravam meus peitos. Tudo entrava e me estimulava. Sentia o pau do João ficar cada vez
mais duro. Ele parecia estar agonizando para gozar. Seus olhos cerravam, seus pés empinaram,
seus dentes pressionavam seus lábios, sua respiração parecia parar e depois voltar ainda mais
forte. Sabia que estava prestes a gozar. E eu estava chegando lá também. Meus gemidos
dominavam o quarto quente. Comecei a gozar. ‘Goza, goza também!’, gritei pedindo. João soltou
urros e gritos e gemidos que pareciam entalados desde a manhã de Sol. Senti seu pau pulsar
dentro de mim, uma pulsada atrás da outra, uma jatada de gozo atrás da outra. Seu piru
escapuliu e ainda deu mais duas espirradas pelo meu corpo. Sua porra quente molhou meu
corpo.
Ficamos jogados na cama. E enfim notamos que o ar estava ligado com o frio que foi tomando
conta do nosso corpo.