- Contos Eróticos
- janeiro 31, 2025
Há um tempo eu e meu marido estávamos ficando por dentro do mundo liberal e conversando sobre. Já eram mais de 10 anos juntos e buscávamos sempre tentar apimentar a relação. Sempre com a permissão do erro. Sabíamos que nem tudo ia funcionar, mas só saberíamos experimentando e conversando sobre. Muita coisa já tinha dado certo. E algumas tinham dado errado.
Todo mundo sabe que nossos celulares nos ouvem hoje em dia. Era início de dezembro quando, coincidentemente, começaram a aparecer anúncios de uma casa de swing. Dia 25/01 era o dia de lançamento da casa e eles organizariam uma grande festa, com atrações, sorteios, bela decoração e ainda havia um coquetel preliminar para quem pagasse com direito a comidas e bebidas antes da festa.
De quarta a sábado, nos olhávamos com aquela cara de “é agora?”, “vamos?”, “será?”. Falávamos do assunto, mas nos faltava a confiança para decidir.
Até que eu determinei antes do jantar de sexta. Nós vamos! Pode comprar os ingressos. Escolhemos com o coquetel antes porque imaginamos que seria um clima mais suave para começarmos a nos ambientar.
Marcelo nem me retrucou. Aceitou de primeira. Se você falou, está falado! disse, pegando o celular imediatamente para comprar os ingressos.
O sábado foi um misto de sensações. Uma ansiedade gostosa que talvez nem quisesse que passasse.
Me arrumei, me vesti, botei uma blusa decotada, sutiã, fio dental, uma saia não curta demais.
Quando Marcelo me viu, logo retrucou.
Hahaha, até parece né, Amanda. Pode ir à vontade, não se preocupe. Está indo para o swing de sutiã? Vá do jeito que achar melhor. Lembre-se que lá tudo é permitido e é o momento de ousar, falou me elogiando, vá como quiser, mas sinta-se sexy e empoderada.
Era o empurrão que me faltava.
Botei um vestido bonito um pouco curto, mas que destacava minhas curvas.
Aah, agora sim, um espetáculo! disse Henrique mostrando bastante empolgação.
Dei um sorriso e uma voltinha e partimos para festa.
Chegamos e entramos. O ambiente estava bonito, bem decorado, havia alguns belisquetes como amendoim, pastinhas, pães, queijos, frios. E havia o bar. Seria open bar por duas horas até o início da festa e a abertura do portão para o resto do público.
Quando chegamos, nos sentamos num sofá após pegarmos nossos drinks. Marcelo foi na cerveja, e eu no aperol. Olhávamos o lugar, que ainda estava com as luzes um pouco mais claras. Estava vazio ainda. Salvo engano, tinha cinco ou seis casais. Alguns deles, conversavam entre si, pareciam se conhecer.
Aproveitamos que estava vazio e demos uma volta pela casa para conhecer. Fomos no aquário exibicionista, na pista de dança, vimos o palco com pole dance, o outro bar e retornamos para onde estávamos. Aos poucos, mais casais foram chegando. Mas não muitos. Um casal se aproximou de nós e puxou papo. Foram simpáticos, mas não eram muito nosso estilo. O papo estava bom e seguimos com eles. O bom é que eles conheciam outros casais, que chegavam, cumprimentavam-nos e também nos eram apresentados.
Esses são Marcelo e Amanda, estão conhecendo a casa hoje, dizia.
E então chegou um casal que nos interessou bastante fisicamente. Começaram a conversar conosco. A essa altura, éramos quatro casais conversando e já estávamos de pé.
O papo ficou bom. Ali, no coquetel, nada rolava. Era apenas uma conversa, como uma confraternização, com uma musiquinha ambiente.
Deu 22h30 e abriram para os demais convidados. Mais casais foram chegando. Dessa vez, num ritmo mais acelerado. A música também começou a ficar mais animada e quente. Quente também estavam nossos corpos aquecidos pelo álcool.
Fomos para a pista de dança e percebíamos os corpos ainda meio tímidos. Dançavam as músicas, todos bem-vestidos e com um toque de sensualidade.
O tempo passou.
Quando vimos, as luzes se apagaram e todos gritaram. Apenas nós não entendemos, eu acho.
Uma luz surgiu no palco. Era hora do striptease.
Primeiro subiu um homem atlético com alguns músculos. Tirou sua roupa, rebolou, chamou mulheres para palco. Quatro subiram. Ele passou a mão nelas, pegou pelo cabelo, levantou vestido. Elas riam e se divertiam. Seus parceiros também. Espiava as reações de todos.
Depois, subiu uma mulher para fazer o striptease. Três mulheres e dois homens do público subiram no palco. Ela se esfregou, rebolou, lambeu e até chegou a beijar uma mulher.
Parecia que tinha acabado. Mas, então, voltaram os dois para um show conjunto no palco.
Senti então uma mão pressionando minhas costas, me empurrando para frente. Olhei para trás, e Marcelo sorria para mim com cara de safado. Vai lá, disseram seus olhos.
Fui.
Subi tímida. A vergonha era até de cair. Mas a stripper veio até mim e me pegou pela mão. Me cercaram. O homem puxava meu cabelo e rebolava em mim, a mulher mexia e passava a mão pelas minhas curvas, colocou minha cara em seus peitos. O homem pegou minha mão e passou pelo seu abdômen até preenchê-la com seu pau.
Acabou.
Desci.
No fim, quem participou e subiu ao palco ganhou um vibrador. Mas ali não era hora de ver. Deixamos no guarda-volumes e voltamos à pista.
Agora tinha lenha na fogueira.
As pessoas estavam bem mais soltas. Víamos pegações mais intensas. Uma mulher rebolava no seu par apenas de calcinha.
Mexeu com a minha mente.
Fomos ao bar pegar mais bebida.
Esbarramos no casal que havia nos chamado a atenção no início. Percebemos que algumas pessoas subiam para o segundo andar – eram os quartos para sexo.
E aí, estão curtindo a casa, me perguntou a mulher.
Respondemos que sim.
Já conheceram o segundo andar, perguntou o homem.
Ainda não, respondeu Marcelo.
Querem ir, perguntaram quase em sintonia.
Sim, claro, respondemos também sincronizados.
Vamos apenas acabar as bebidas que não pode subir com copo ou garrafa, nos alertaram.
Batemos um papo e terminamos.
Eles subiram na nossa frente.
Era um andar lento e cadenciado.
A bunda da mulher passava muito perto do meu rosto.
Quase podia espiar por baixo do seu vestido.
A cada degrau, aumentava um tom dos gemidos.
Se intensificavam.
Gemidos múltiplos.
Chegamos no segundo andar. Nos explicaram rapidamente a disposição e disse que iríamos para o quartão, onde os casais transavam, assistiam e eram assistidos. O parque de diversos.
Fomos atrás deles.
A iluminação diminuía a cada passo.
Ao contrário dos gemidos.
Nossos passos eram calculados, como se andássemos sobre peças de lego.
E chegamos.
Víamos casais encostados na parede vendo, casais transando, alguns com meia roupa e outros nus. Nos olhamos. Encostamos no nosso canto e observamos. O casal ao nosso lado começou a se pegar. Sobrou uma mão na minha. No reflexo, tirei imediatamente. Eles continuaram sua pegação e ignoraram minha recusa. Notei, então, que era o “nosso” casal. Coloquei minha mão novamente na dela. Ela aceitou. Pegou minha mão e passou pelo seu corpo, tocou seu seio. O apertei levemente. Meu marido notou e me deixou a vontade. Passou a mão pela minha cintura, coxas.
O casal parou de se pegar. A mulher saiu do beijo com um sorriso safado para mim e uma mordida no lábio. Recostou-se sobre seu marido e se virou para o grande sofá onde as pessoas se entregavam ao prazer.
Colocou novamente sua mão na minha e puxou para suas pernas. Soltou minha mão e deixou que eu a movesse por conta própria. Não sabia para onde ir. Talvez tenha sido afobada e tentei tocar sua buceta por cima do vestido. Voltei para as pernas. Ela não esboçou mais reações. Recolhi minha mão.
Senti a piroca do meu marido batendo na minha bunda. Me cutucava com pulsadas. Coloquei a mão para trás para senti-la melhor.
O casal nos olhou e saiu, como um convite para a retirada.
Saímos com eles.
Voltamos ao primeiro andar.
E aí, o que acharam, nos perguntaram.
Instigante e excitante, antecipou-se Marcelo na resposta.
Concordei.
Que bom que gostaram. Foram para a pista. Eu e Marcelo ficamos no bar para conversarmos a sós.
Marcelo disse que tinha curtido e se sentido estimulado.
Eu gostei, só fiquei tímida, sem saber muito o que fazer, eu disse.
Faz apenas o que quiser, na hora, você vai sentindo o que fazer. Deixa seu clitóris te guiar, falou rindo.
Tudo bem.
Fui ao banheiro, voltei e entreguei minha calcinha na mão de Marcelo. Guarda para mim, pedi.
Fomos para a pista dançar. Nos beijávamos com hormônios a flor da pele. Marcelo se jogou, apertou minha bunda levantando meu vestido. Me colocou na parede. Posso, perguntou segurando a alça do meu vestido. Fiz que sim timidamente com a cabeça. Ele pôs meu peito para fora e deu uma bela chupada nele. Revirei a cabeça. Notei então que ninguém ao redor ligava de fato ou ficava secando a nudez do outro. Era quase como se ele não estivesse fazendo nada, ainda que pudessem rolar algumas espiadas.
Continuamos dançando, e Marcelo botava cada vez mais tesão na nossa pegação. O nosso casal então aproximou-se de nós. A mulher dançava de frente para mim me provocando, passava a mão no meu corpo, colava seu rosto no meu. Era roçava minha bunda na piroca do Marcelo.
Beijei a mulher. Ri. Virei a cabeça para trás e beijei o Marcelo. A mulher beijava seu marido. Ela me beijou de novo. Seu marido veio para nos beijar. Demos um beijo triplo. A mulher saiu. Beijei o marido dela. Rebolava na piroca do Marcelo. A mulher passava a mão no meu corpo. Beijei novamente o Marcelo. A mulher entrou, e nos beijamos nós três.
Acho que vocês não conheceram tudo ainda do segundo andar, disse a mulher.
Nos olhamos e assentimos no nosso olhar.
Fomos nós quatro. Dessa vez, tentei de fato olhar por baixo do seu vestido. Fomos para o quartão.
Logo eles começaram a se beijar. A mulher me puxou e me botou para beijar seu marido. Ele veio com tudo na minha boca. As mãos dela passavam pelo meu corpo. Ela beijava meu pescoço enquanto alcançava minha buceta com os dedos.
Marcelo passava a mão na bunda dela e me admirava beijando o rapaz. Meu olhar escapava para ele, que observava com tesão.
A mulher então me puxou para trás e me pôs sentada no sofá ao seu lado. Seu marido se aproximou. Ela abriu seu cinto, arriou sua calça e seu pau saltou para fora. Ela começou a chupá-lo passando a mão pelo meu corpo. Me convidou para chupá-lo. Não titubeei e fui junto. Nos beijávamos com seu pau entre nossas línguas. Deixávamos seu pau bem babado. Ela parou de chupá-lo para descer minhas alças e lamber meus mamilos.
Chamou meu marido com um dedo. Marcelo se aproximou. Ela se ergueu para beijá-lo, mas logo se abaixou novamente para chupá-lo. Me conduziu para chupar Marcelo junto com ela. O marido dela tirava a blusa enquanto isso e calça. Enquanto eu chupava, sua mão foi pela minha buceta.
Botei a minha na dela também. E aproveitei para chupar seus peitos em seguida. Fiquei de pé e tirei meu vestido. Fui para cima do Marcelo cheia de tesão e o beijei. Ele pegava na minha bunda.
Me colocou deitada no sofá e me penetrou. Começou a me comer. Ao nosso lado, a mulher estava de quatro e seu marido a fodia. Ela me beijava, tentava alcançar meus seios. Olhava para Marcelo e o via dando palmadas na bunda dela. Eu revezava meu olhar entre Marcelo e o marido dela.
Nos entendemos sem precisar falar e resolvemos trocar. Fiquei de quatro para o marido dela. Marcelo se deitou para que a mulher pudesse quicar na sua piroca. Nossos rostos estavam bem próximos. Ele me via ser fodida pelo marido dela. E eu via suas caras e gemidos de prazer com o quicar dela. Marcelo cuspia palavras quentes na minha cara. Eu ria e mordia os lábios. Mal conseguia responder.
O marido dela avisou que ia gozar. Tirou o pau de mim, tirou a camisinha, e a mulher dele chupou e engoliu tudo. Fui então para cima de Marcelo e comecei a sentar nele. Logo senti uma mão em meu pescoço me puxando para trás. Era o marido, me pegando e me beijando enquanto eu sentava. A mulher veio pelo lado e começou a chupar meus peitos. Marcelo dedava a mulher enquanto isso. O meu rebolado ficou mais forte, mais consistente. Eu gozei. Aos poucos, fui perdendo as forças e me perdendo nos lábios do marido. A mulher passava a mão e beijava meu corpo suavemente. Saí de cima de Marcelo. Perguntei se queria gozar ali. Ele disse que estava tudo bem, que a noite ainda não tinha acabado.
Descemos.
Conversamos um pouco, recebemos elogios e retribuímos ao casal. Já eram 3h30 da manhã.
Eles foram embora. E nós fomos logo em seguida. Pegamos o nosso vibrador que havíamos ganhado quando subi ao palco. Era um sugador e vibrador com cordinha que eu queria tanto.
No uber para casa, Marcelo me provocou e disse o quanto havia gostado de me ver ali me entregando. Pus a mão no seu pau e vi que ainda estava excitado. Depois de tanto ser instigada, completei a noite. Tirei sua piroca de dentro da calça e comecei a mamá-lo ali mesmo. Antes que chegássemos em casa, Marcelo encheu minha boca de porra.
Compartilhar
Postagens recentes
