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Menage com Uber

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Eu e Lorena fomos a um barzinho e depois emendamos numa baladinha. Fazia tempo que não inovávamos, e as coisas estavam ficando mais quentes nesse dia. Provocações, sussurros, mãos, beijos. Mas estávamos num ambiente que parecia muito conservador. Curtimos até umas 2h da manhã quando decidimos ir embora.

Pedi um Uber para irmos para casa, onde certamente faríamos um sexo bem gostoso.

Lorena ficou só no meu ouvido me provocando.
– Quero sentir seu pau.
– Quero te ver gozar gostoso.
– Vou sentar muito em você.

E o Uber chegou. Era um carro espaçoso. Entramos. Estava bem cheiroso.

– Paulo? Boa noite – disse ao entrar para confirmar.

Ele devia ter uns 32 anos e parecia bem atlético.

– Temperatura do ar está boa? Querem alguma rádio? – perguntou.
– Não, tudo bem – respondemos.

Senti, então, Lorena apertar minha coxa. Começou a beijar minha orelha, meu pescoço, me atiçar. E ela começou a puxar papo com o motorista.

– Você trabalha sempre por aqui? Essa noitada costuma encher? O público é sempre esse? – perguntou enquanto ele ia respondendo.
– Você é solteiro? Costuma trabalhar até tarde? Vai estender muito ainda? – continuou.

Sua mão escorregou então para o meu pau duro. Eu já tinha sacado suas intenções.

– Você pode parar no próximo posto, por favor, para eu comprar uma água.

Paulo encostou no primeiro posto que viu, e saímos para comprar.

Sabia que ela não queria comprar nada.

– Você já entendeu, né? – me disse ela enquanto pegava duas águas e um chiclete.
– Sim – respondi.
– E aí, o que acha? – me perguntou enquanto encostava seu corpo no meu e me olhava com um sorrisinho safado.
– Tudo bem. Mas quer ir para um motel ou vai ser uma aventurinha no carro? – perguntei.
– Vamos para o motel hoje – decidiu.

Pagamos e voltamos para o carro. Dessa vez, Lorena foi na frente.

– Quer uma água? Chiclete? – ofereceu enquanto colocava um chiclete na boca.

Depois, a provocação se intensificou.

– Nossa, essa calcinha está me incomodando – atiçou Lorena. E então começou a se ajeitar para tirá-la do seu lado. Pude ver seu pescoço ir e voltar, evitando olhar, provavelmente receoso.

– Toma, amor – falou me dando a calcinha.

Ela abriu bem as pernas e seu vestido subiram, quase mostrando sua buceta. Aos poucos, começou a passar devagar a mão nas suas próprias coxas, subindo depois para os peitos.

– Você vai trabalhar até tarde ou vai parar já já? – perguntou novamente.

Dessa vez, suas palavras custaram a sair da boca.

– Estou decidindo – disse ele com esforço.

Sentado atrás de Lorena, pus a mão pelo seu pescoço e a deixei deslizar até seu peito. E ela deixou sua mão tocar suavemente a mão de Paulo, que permitiu. Aos poucos, sua mão foi escorrendo pelo seu braço até chegar na sua coxa e, enfim, no seu pau.

– Hmm, já está excitado – disse rindo e safada.

Paulo deu uma risada. Novamente tentou falar, provavelmente concordando, mas as palavras dessa vez não saíram.

Lorena puxou a mão dele para suas coxas. Seu pescoço se agitava e seus olhos revezavam entre a pista e a buceta dela. Seu primeiro toque foi um apertão em suas coxas. Depois, seguiu o caminho natural de sua buceta. Quando Paulo a tocou, soltou um gemidinho provocador de alívio.

– Vai querer curtir uma festinha de prazer com a gente? Podemos trocar o endereço? – perguntou Lorena enquanto ele sentia sua xoxota molhada.

– Aham, quero – respondeu imediatamente.

Troquei então o endereço para um motel a pouco menos de 10 minutos dali.

Mas Lorena começou ali mesmo. Abriu o zíper de Paulo e pôs seu pau para fora. Começou a chupá-lo enquanto dirigia. Eu acariciava suas costas e apertava sua bunda.

Logo chegamos. Paulo pediu um quarto para os três e entramos. Paulo ainda sem jeito, tentando fechar a calça.

Me sentei numa poltrona que tinha e deixei Lorena comandar o show.

Paulo entrou se ajeitando, botando as coisas no móvel. E Lorena foi para cima dele ajudar a tirar a blusa e depois a calça. Vi seu pau saltar no rosto dela, que logo o abocanhou de uma vez só. Lorena chupava seu pau e, às vezes, jogava seu olhar para mim. Queria me mostrar como estava excitada.

– Ai, que piroca gostosa – falava.

Depois de chupá-lo bastante e deixar seu pau bem molhado, tirou de vez seu vestido. Paulo a colocou na cama e começou a chupá-la.

Lorena me olhava e me provocava. Com o dedo, me chamou. Tirei a roupa e fui para cima dela de pau duro. Pus meu pau em sua boca. Ela chupou bastante. Eu apertava seus peitos e via Paulo se deliciar na buceta molhada e quente dela.

Paulo, então, se ergueu, botou a camisinha e começou a comê-la. Paulo metia na sua buceta enquanto ela tentava gemer com meu pau na boca. Quando não conseguia, gemia alto e apertava meu pau com sua mão.

– Está gostoso, sua cachorra? Era isso que queria? Queria dois paus hoje pra você, sua safada? – eu provocava enquanto Lorena gemia pedindo mais.

– Me come de quatro, quero que você me coma de quatro – pedia.

Aos poucos, Paulo diminuiu o ritmo até parar e tirar o pau de dentro dela. Ela logo se virou e ficou de quatro. Me olhou com cara de safada enquanto ele a penetrava lentamente. Me fode, dizia para ele me olhando. Me sentei na cama de frente para ela. Paulo metia tão gostoso e forte que Lorena não conseguia me chupar. Eu segurava seus cabelos pela nuca e apertava seus peitos enquanto meu pau balançava para lá e para cá batendo em seu rosto.

– Bate nela, bate na bunda dela que ela gosta – falei para Paulo.
– Aaah, que delícia – Lorena gemeu após o estalar dos tapas.

Molhei bem meus dedos na sua boca e me ergui para alcançar seu cuzinho. Deixei ele bem molhadinho para enfiar meu dedo.

– Quero sentar, quero gozar nesse pau gostoso.

Lorena saiu da posição de quatro e jogou Paulo na cama e montou com tudo por cima dele.

Saí pelo quarto e peguei um lubrificante que eu sei que Lorena deixa na bolsa. Cheguei por trás beijando sua nuca e pegando seus peitos de forma suave.

– Está gostoso? Era isso que você queria? – provoquei. Eu também vou te comer, tá? – disse passando lubrificante no meu pau e no seu cuzinho.
– Aiin, vai me comer. Me come que eu vou gozar, me come – respondeu.

E então botei meu pau no seu cuzinho enquanto Paulo a penetrava pela buceta.

Lorena soltou um gemido longo de alívio. Ela inclinou todo seu corpo para frente para beijar Paulo. Sentava gostoso no pau do Paulo enquanto eu metia no seu cuzinho bem devagar.

Seus gemidos se intensificaram.

– Vou gozar! Aiii, não para! Vou gozar! Isso, caralho! Me fode! Vai, vai, aah – gemeu alto explodindo de prazer a gozando.

Parou um pouco ofegante ainda com Paulo dentro dela, mas eu apenas atrás segurando seu rosto.

– Quer porra agora? – perguntei.
– Aham – respondeu apenas com ar, quase sem palavra.

E então se deitou na cama enquanto eu e Paulo nos masturbávamos. Paulo gozou nos seus peitos enquanto eu gozei no seu rosto.

Lorena ainda brincou com o gozo de Paulo pelo seu peito antes de se levantar.

Fomos então os três tomar banho com algumas mais carícias safadas.

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