- Contos Eróticos
- julho 31, 2025
Estava dando aquela rolada no feed do Instagram quando apareceu mais uma vez o anúncio do Friction, que era tipo um egg para masturbação masculina. Vi os comentários e tinha muitos elogios. Na hora, lembrei que o Mateus havia me contado que ele tinha um egg no passado, mas tinha rasgado e que ele curtia, mas nunca mais tinha comprado. Do tédio de rede social fiquei excitada só de pensar no pau do Mat todo duro e babado e eu masturbando-o com aquilo que parecia bem gostoso. Não deu outra: comprei.
Chegou no dia seguinte lá em casa. Pensei em dar logo, porém mudei de ideia porque queria criar uma situação para usar com ele.
Fiquei pensando no que poderia fazer de diferente. De repente veio a ideia. No início do nosso namoro, nós tínhamos ido a um puteiro porque eu queria ver como era e nunca tinha ido. Não quis voltar. Mas lembrei das mulheres fazendo pole dance, dançando e como era excitante.
Passei então a procurar strippers que atendiam em casa e que poderiam fazer um showzinho especial pra gente. Achei até com certa facilidade.
Planejei então para sexta-feira. Ele chegou do trabalho quando eu já tinha terminado meu home office. Tinha deixado umas comidinhas leves pra comer e um vinho na mesa. Mateus chegou e me procurou para me dar um beijo. Perguntou se havia algo especial, Falei que todo dia era especial com ele.
‘Vamos jantar rapidinho que marquei uma surpresinha pra gente às 22h’. Ele me olhou com uma cara de dúvida, mas não questionou muito, apenas tirou o sapato, deixou a mochila no quarto e abriu dois botões da camisa social azul. Deixou todo seu peso cair no encosto da cadeira escorregando seu corpo por ela. Botei meus pés sobre as suas pernas, e começamos a beliscar. Brindamos. Tomamos o primeiro gole de vinho.
‘A gente vai sair para essa surpresinha? Preciso tomar banho para isso?’, perguntou ele esticando o braço e pegando um pedaço de queijo. Respondi que sim. Mateus jogou a cabeça para trás soltando um grunhido antes mesmo de morder a parte que pegou. ‘A noite vai ser longa então’, disse ele com as sobrancelhas saltitantes.
‘Espero que sim. Se tudo der certo, podemos ter outras dessa’, complemente dando um sorriso que logo foi escondido pela presença da taça e do vinho.
Comemos mais um pouco, Mateus foi tomar banho. Mandei mensagem para a Renata para confirmar. Ele saiu do banho, abriu o armário e gritou meu nome. Quando entrei, vi meu gostoso nu. ‘Que roupa eu uso para a surpresa?’, me perguntou esperando uma pista.
‘Qualquer uma’, respondi sem dar importância.
Quando deu 21h30, pedi o Uber. ‘Vamos viajar?’, perguntou Mateus se assustando com a bolsa um pouco maior que a normal que eu estava levando. ‘Estou levando apenas o necessário’, respondi.
Chegamos às 22h08 no motel que eu havia reservado. Pedi para que ele esperasse na antessala, ante-quarto, aquela área antes da parte que tem a cama do motel. Ele se mostrou um pouco impaciente, mas, dessa vez, não emitiu nenhum som. Entrei, Renata me esperava no banheiro. Troquei de roupa e botei uma lingerie bem sexy que eu também tinha comprado pra mim pra ocasião.
Abri a porta para ele e pedi que se sentasse na cama. Ele se sentou. Coloquei as luzes do jeito que queria e botei uma música sensual da playlist ORGAVSM que eu tinha no Youtube. Andei sensualmente em sua direção e me sentei no seu colo, de lado, apenas em uma das suas pernas. O beijei apaixonadamente. Enquanto nossas línguas dançavam a mesma valsa, Renata entrou. Demorou alguns segundos até que Mateus notasse sua presença. ‘Caralho, que porra é essa’ foram suas palavras quando percebeu sua presença seguidas de um movimento abrupto que quase me derrubou. ‘Ela veio dançar para gente’, o acalmei beijando seu pescoço enquanto Renata começava os seus movimentos na barra de pole.
Comecei a beijar seu pescoço, sua orelha. Uma mordidinha aqui. Uma lambidinha ali. Abri um botão da blusa social que ele vestiu. Depois outro. E mais um. Botei minha mão por dentro e acariciei seu peito espiando suas reações. Sentia que ele queria vê-la dançar, mas parecia preocupado com a minha reação. ‘Pode assistir, eu também quero ver’, incentivei.
Abri o resto dos botões. Saí do seu colo. Me ajoelhei atrás dele na cama. Puxei sua blusa e a tirei. Joguei para longe. Comecei a passar a mão pelo seu corpo, cabelo, costas, peito, beijava suas costas. Também olhava os movimentos da Renata que dançava muito bem e tinha um corpaço.
Deixei que minhas mãos escorregassem pelo seu corpo até chegar ao seu pau. Ele estava duro como eu esperava. Abri o botão da calça que Mateus vestia, e ele já começava a mexer os pés para tirar o tênis. Ele se levantou para que eu tirasse sua calça. Eu tirei logo tudo de uma vez deixando sua piroca toda dura em direção à Renata.
Ele reagiu com um pouco de timidez inicialmente. Logo passou. Eu o beijava por trás. Tirei o sutiã que que havia colocado. Roçava meus peitos excitados nas suas costas. Sussurrava no seu ouvido.
Renata já havia tirado sua roupa e estava apenas de lingerie.
Me afastei, abri a bolsa, peguei o Friction que havia comprado e despejei lubrificante dentro dele.
Cheguei de mansinho por trás e encaixei o Friction no pau dele. O gelado do lubrificante o fez gemer e se arrepiar. E comecei a masturbá-lo. Sentia seu pau muito duro dentro dele. Apertava, fazia vários movimentos. Passei para o lado dele. Mateus chupou meus peitos apertando minha bunda. Eu batia punheta pra ele e puxava seus cabelos. Ele bateu na minha bunda. Conduzi seu olhar em direção da Renata que tirou o sutiã e expôs seu lindo peito para nós.
Sentia Mateus muito excitado. Me coloquei na frente dele. Renata se aproximou de nós e com a minha permissão passou a dançar tocando Mateus, passava o peito pelo seu rosto, rebolava em suas pernas. Renata então me puxou para dançar com ela. Deixei a masturbação para ele fazer por contra própria. Me aventurei a trocar carícias e sensualizar junto a ela no pole dance.
Vi que ele acelerava na masturbação. Parecia pronto pra gozar. Fui em sua direção e o joguei na cama. Voltei a tomar conta da masturbação. Me sentei na cara dele e comecei um 69 que ele me chupava e eu batia uma punheta bem lenta para ele. Esfregava minha buceta também toda melada na sua cara e ele me chupava.
Tirei o friction do seu pau e passei a chupá-lo. Mamava e via Renata dançar e ela começava a se tocar. Eu a fuzilava. Meu olhar a convidou a se aproximar. Ela aceitou. Chegou tão perto para me ver mamando que pude tirar seu pau da minha boca e botar na dela. Nos beijamos suavemente com o pau dele na boca enquanto ele me chupava.
Quando eu estava quase lá, escorreguei meu quadril por todo corpo de Mateus até chegar no seu pau. Me sentei nele e comecei a rebolar. Renata me encarava de frente. Me enforcava suavemente mordendo os lábios. Sua outra mão foi para minha buceta. Sentia Mateus me penetrar enquanto ela me masturbava.
Mateus me batia forte, já fora do ritmo. Sabia que esse era o sinal de que ia gozar. Chupei o peito da Renata. Ela me tocou mais forte, minhas pernas começaram a tremer. Senti o pau do Mateus tremendo e jorrando todo seu gozo dentro de mim. Renata também deve ter percebido e intensificou seu toque. Enquanto o pau dele vibrava em mim, meu ar faltava com a chegada de um orgasmo que esperava desde o início da noite.
Renata suavizou seu enforcamento enquanto meu corpo foi amolecendo. Mateus jogou os braços para trás e respirou ofegante na cama enquanto seu pau encolhia dentro de mim e eu diminuía meu rebolado até seu pau dormir por completo na calmaria do meu quadril.
Ela arranhou meu colo do peito e assoprou meu rosto. Caí para o lado, cruzando meu corpo como o de Mateus.
Renata se levantou da cama, pegou o vinho que eu tinha colocado no frigobar e duas taças. ‘Pega três, bebe com a gente’, falei. ‘Esse é um convite que não posso recusar’, respondeu sorrindo.