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O patrão e a patroa tinham viajado e iriam passar alguns dias fora. Era junho ou julho e já fazia um friozinho no Rio de Janeiro. Eu estava trabalhando nessa casa há pouco mais de um ano e ia passar o fim de semana no expediente. Os filhos tinham ido para a casa da avó, mas o Rafael, motorista da casa, estava também ali de plantão para caso precisassem de algo. 

Passava a novela na TV enquanto eu beliscava um pedaço de bolo dormido na cozinha. Os cachorros dormiam ali no canto cercados de brinquedinhos. Fim da novela. Era hora de eu ir dormir também. Não tinha muito o que fazer.

Saí para apagar a luz da área externa. Rafael reclamou, disse que estava ali lendo. Cheguei perto e perguntei o que lia. A menina que roubava livros, ele respondeu. Perguntei do que era e começamos a conversar. Falávamos de como a vida dos patrões era diferentes das nossas. Dei um tapa na minha perna, depois outro. Perguntei se ele não sentia os mosquitos. Ele estendeu o braço e me passou um repelente. Fiz que ia passar. Mas disse que ia entrar, que era melhor. 

Quando entrei, fiquei olhando pelo vidro Rafael deitado lendo concentrado. Estava focado deitado na espreguiçadeira e de fato não parecia ligar para os mosquitos. Apaguei a luz da cozinha e me deitei. Fora da minha vista, Rafael seguia na minha cabeça.

Me levantei, saí do quarto e subi as escadas da casa. Entrei no quarto dos patrões. Aquela cama gigantesca e acolhedora que eu só sentia quando trocava a roupa de cama. O banheiro grande, cheiroso com todo tipo de produto. Me vi naquele espelho grande com o uniforme que usava. A blusa branca polo. O short feio até o joelho branco. O cabelo eu havia acabado de soltar. Mexi a cabeça e deixei que se arrumassem como quisessem. Eu nunca seria a patroa.

Ou talvez pudesse ser. 

Pelo menos por uma noite. 

Abri um botão e depois outro da blusa polo. 

Era pouco. Tirei a blusa e o short. Minha calcinha era nada sexy. 

Rafael surgiu de repente. Na minha cabeça novamente.

Tirei o sutiã e a calcinha. Deixei todas as peças no chão. 

Liguei a banheira que tinha ali e deixei encher de água quente. Fui rapidamente na varanda e vi que Rafael mexia no celular com o livro descansando sobre seu peito.

Quando a banheira encheu, entrei. Era a minha primeira vez numa dessas. Comecei a ver os cremes e produtos ao redor. Usei um por um. Sentia minha pele ganhar vida. Os cheiros me preenchiam de confiança. Meus mamilos se excitaram. Meu corpo ferveu. Minha buceta afundada na banheira pedia minha mão. Elas se encontraram sem pressa. Rafael chegou mais uma vez nos meus desejos. Eu me tocava e já suspirava. Não conseguia mais guardar meu tesão e liberava pela boca. 

Me toquei, cada vez mais firme. Mas ainda não era hora de gozar. 

Saí do banho excitada. Me enxuguei desfrutando de cada centímetro do meu corpo enquanto me admirava no espelho. Parecia outra mulher. Abri o armário da patroa, a gaveta e peguei uma camisola branca, assim como o uniforme, mas que me exaltava. Olhei no espelho. Ficou perfeita. Não sabia que usávamos o mesmo número. 

Fui na varanda novamente. Rafael agora deixava o celular de lado e lia o livro. 

Peguei meu celular no banheiro, liguei para ele. De lá de cima, o espiei atendendo. “Vem aqui no quarto dos patrões. Estou precisando de ajuda para levantar umas coisas”. O vi fechar o livro e entrar na casa. 

Meu corpo pegou fogo. Ainda não tinha pensado o que fazer. Joguei toda minha roupa no canto do chão do quarto. Ouvi os dois toques com as costas do dedo na porta. Mandei entrar. Quando entrou, observei pelo espelho Rafael me procurar. 

Quando ele me viu dentro do banheiro, de frente, de camisola, meus mamilos mirando seus olhos. Ele travou. ‘Que isso? O que você está fazendo?’, me perguntou assustado. ‘Sai já daí’. ‘O que nós vamos fazer’, respondi. 

Andei em sua direção, três passos que pareciam uma maratona. Envolvi meus braços em seu pescoço e o beijei. Ele apenas ficou parado e não me beijou de volta. Olhei para meus ombros. Tirei uma alça. Depois tirei a outra. Deixei a camisola deitar no chão. Ele seguia apenas me olhando. Dei um beijo na sua boca. Outro na bochecha. Outro no pescoço.

‘Você não vai se mexer não? Não vamos ter outras oportunidades como essa’ disse pegando a camisola do chão. Por algum motivo, ele nos olhou pelo espelho antes de tirar a camisola da minha mão e jogá-la no chão. Me pegou no colo subitamente e me botou em cima da bancada. Não sei se bancada de rico aguenta. E também não sabia que suas mãos eram tão grandes. Ele agora me beijou fervorosamente como se fosse os patrões fossem chegar a qualquer momento. Me engoliu enquanto eu tirava sua blusa que foi se deitar com a camisola. 

Rafael se abaixou um pouco e abrigou meus peitos na sua boca e em suas mãos. Deitou cada um deles bem babado, molhado e excitado. Meu mamilo prestes a entrar em erupção. Dei alguns apertões nele enquanto ele se dirigia à minha buceta. Abri um pouco as pernas para facilitar sua chegada. Puxou minha cintura para frente. Acenou para mim com os olhos, como quem pede permissão, que já havia sido dada há muito tempo.

Senti a primeira linguada, a segunda, a terceira. Uma chupada, um beijo gostoso. Me encostei no vidro do espelho da bancada. Apoiei um pé sobre a pia para abrir mais o caminho para a boca de Rafael que fez jus. Abri tanto que seus dedos se convidaram a entrar na dança. Senti seus dois dedos me chamando por dentro. Me chamavam cada vez mais para gozar. Sua língua e dedos me conduziam ao ápice do prazer. Gemia alto. ‘Shh, geme baixo’, disse Rafael. ‘Cala a boca e me chupa, vou gozar’ disse puxando sua cara contra minha buceta novamente. Ele me obedeceu. E assim liberei todo meu tesão na sua boca. 

Amoleci deixando minha perna cair sobre seus ombros. E Rafael se ergueu beijando todos meus pedaços.

Segurei seu rosto para beijá-lo.

Ele começou a tirar sua calça, tênis. Vi sua piroca marcando demais o short e isso me ligou novamente. 

Antes que tirasse a cueca, saltei da bancada e o puxei para o quarto e o joguei na cama. ‘Aqui é melhor nã…’, Mas antes que ele pudesse concluir, expulsei seu pau da cueca e coloquei-o na boca. Senti seu pau pelando de prazer. Dei uma babada nela e deixei todo molhado. Comecei a chupá-lo da base até em cima. Agora, quem gemia mais alto era ele. Eu chupava seu pau com vontade. Foquei então na cabeça do seu pau enquanto brincava com suas bolas. Chupava lentamente a cabeça do seu pau e o via delirar com minha língua. Tirei seu pau da boca e apertei firme. Me ergui e subi nele. Montei encaixando seu pau em mim. Revirei os olhos, passei as mãos nos meus peitos, mas queria as dele. Puxei suas mãos para meu peito e comecei a rebolar. Comecei rebolando lentinho, sooobe, deeesce, sooobe, deeesce. Rafael colocou suas duas mãos na minha bunda e me ajudou. E virou sobe, desce, sobe, desce. Seu pau entrava e saía mais rápido. E queríamos mais. Botei os pés na cama e comecei a quicar para valer nele. Seu pau me penetrava e saía por completo. Nossos corpos gritavam na cama. Aos poucos, fui cansando e diminuindo o ritmo. 

E antes que eu pudesse relaxar, Rafael me pegou pela bunda e me virou vindo por cima. Colou seu corpo no meu, mas não os lábios. Não havia distância entre eles quando ele me devorou com o olhar e sorriu com as palavras ‘Você é muito safada! Que vontade de te comer’.

Abriu bem minhas pernas e me fodeu lentinho. Seu movimento de quadril era curto. Eu gemia, gemia e gemia com seu rosto colado no meu. Me virou de lado e veio me comer de ladinho. Manteve minha perna aberta e me fodeu. Sua mão abraçava com firmeza meu pescoço enquanto sua boca provocava meus ouvidos ‘Vai gozar aqui? Goza’. Ele me comia gostoso e eu tocava meu clitóris enquanto buscava ar. Que delícia de sexo.

Ele pediu e eu atendi. Gozei gostoso. Passei a mão na minha buceta e depois na sua boca para que sentisse meu gozo.

Rafael continuou me virando e passou a me comer de bruços. Meu pescoço vulnerável e entregue para ele, e ele aproveitava. Mordia, beijava, lambia. E metia fundo em mim. Eu vou gozar em você, dizia ele. Eu vou gozar em você, repetia ele. Com a cara afundada na cama, pedia para ele gozar. Ele metia fundo, sentia seus gemidos invadirem meus ouvidos. Pegava firme no meu cabelo. ‘Eu vou gozar em você’. Sentia seus avisos cada vez mais ofegantes até que senti seu pau sair e sua porra quente queimar minha bunda e minhas costas. 

Rafael se deitou sobre minhas costas e começou a beijar meu rosto, minha cabeça e caiu ao meu lado. Acariciando meu cabelo e me olhando, disse o que parecia ser suas últimas palavras: ‘você é muito safada, você é muito gostosa’.

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