- Contos Eróticos
- junho 12, 2025
O sol aquecia o mês junino carioca após dias de visitas das nuvens mais cinzentas daquele ano. Não pude perder a oportunidade. Botei um biquini e desci para a piscina de casa. Passei o protetor e me deitei na espreguiçadeira. Assim que abri para ler ‘Primeiro tive que morrer’, da Lorena Portela, Rafael surgiu de short escuro curto, mas não tão justo, fones de ouvido, descalço, sem camisa e com uma toalhinha no ombro e uma garrafa d’água na mão.
Aproveitou o clima para matar dois coelhos com uma cajadada só: exercício e bronzeamento. Começou com exercícios abdominais, agachamentos, polichinelos. Sua respiração era forte e invadia meus ouvidos. Seus músculos saltando roubavam o meu olhar. Tentava focar nas letras. Jericoacoara com a Glória…Dezesseis, Dezessete. Rafael suave. Ele não estava tão perto. Mas era como se conseguisse ver cada gota de suor do seu rosto.
O sol aquecia o chão, a pele, a minha pele, a pele do Rafael. Rafael me fazia arder, pegar fogo e queimar por dentro. Enquanto eu o devorava com o olhar, ele parecia não notar minha presença.
Ele devia estar ouvindo Eminem, Kendrick Lamar ou algo assim. Focado. Enquanto Lorena Portela já deitava no chão ao lado da espreguiçadeira. Quando me dei conta, mordia os lábios e acariciava minha barriga e seios. Joguei meu biquini um pouco para o lado para ver se chamava a atenção dele, mas nada. Meus mamilos não receberam seu olhar.
Joguei um pouco da água que tinha comigo no meu corpo para me refrescar. Mas me excitou mais o choque do quente com o gelado.
E ele continuava. Abdominais, vai pra lá, vai pra cá, bebia água. Quando descansava, balançava a cabeça no ritmo da música.
Meu corpo molhado fez minha mão escorregar até a minha buceta que estava aguando.
Me levantei, subi. Mas devagar. Rebolando bem. Quando comecei a subir as escadas, notei que Rafael acompanhava meu rebolado e talvez até estivesse imaginando brincadeiras com minha bunda.
Ou só pensando: ‘que mulher gostosa eu tenho’.
Não me demorei. Desci. Mas não sozinha.
Enquanto eu andava até a espreguiçadeira, Rafael estava de costas dançando com a cabeça. Me deitei e me ajeitei.
Quis surpreendê-lo. Tirei a parte de cima do biquini e arremessei. Ela caiu a poucos centímetros do seu pé. Ele olhou para o chão. Não sei se foi meio segundo ou uma eternidade, mas ele olhou para mim e se deparou com meus peitos dando oi.
Ele sorriu. E logo se abaixou para fazer flexões.
De cabeça baixa, não me viu tirar a calcinha. Só pôde senti-la pousar na sua cabeça quando a joguei em sua direção.
Quando me olhou, eu estava passando o Delight desligado ao redor da minha buceta, mas ainda não estava virada para ele.
Em pé, ele admirava a poucos metros eu fechar os olhos e morder os lábios. Já não balançava mais a cabeça. Espiei e vi sua reação quando notou que havia descansado tempo demais. Fez flexões novamente. Quando se ergueu, eu estava de quatro mostrando minha bunda gostosa para ele. Passava o Delight, agora ligado, pela minha buceta. Gemia um pouco. Fingia ignorá-lo, mas o observava pelo reflexo do vidro. Vi que deu dois passos para frente, mas logo recuou. Quis admirar apenas. E logo voltou aos exercícios.
Me virei de frente para ele e comecei a me tocar sentada toda aberta de frente para ele. Nos abdominais, a cada subida era uma espiada nas minhas curvas. Ouvia sua respiração mais forte.
E numa descansada dele, avancei. Com ele deitado no chão após a série de abdominais, vim por cima e sentei no rosto dele sem qualquer anúncio. Esfreguei meu tesão na cara dele. Ele me cumprimentou com um beijo gostoso no clitóris. E outro. Tirei os fones dos seus ouvidos e os arremessei para um lugar mais distante.
Levantei a cabeça para deixar o Sol abraçar minha pele enquanto sua língua me preenchia. Contorci meu corpo para alcançar seu pau e com esforço o coloquei para fora. Duro. Comecei a tocá-lo, meus movimentos competindo com o elástico do short. Ele elevou a cintura e arriou os shorts sem parar de me chupar. Seu pau ficou exposto, ereto, me esperando para chupá-lo.
Não o fiz esperar. Me virei e encaixei num 69 gostoso. Começar devorando aquele pau que tanto desejava ou comecei de mansinho? Mal tive tempo de pensar e quando vi já chupava de cima a baixo seu pau. Cuspi nele, babei, chupei a cabeça. Rafael mexia o quadril de tanto tesão. Brinquei com suas bolas. Passei o Delight gentilmente no períneo e ele foi à loucura. Achei que fosse gozar ali mesmo. Mas não era hora ainda.
Dei o Delight na sua mão e ele passou a me chupar com o Delight vibrando dentro de mim. Era a fórmula perfeita para me fazer gozar. Tremi e gozei na sua boca. Amolei colando meu corpo no seu e deitando o rosto sobre seu pau e lambendo ele com o pouco da língua que saída da boca. Ele seguia beijando minhas coxas e virilha.
Mas me virei e comecei a sentar de costas nele. Ele segurava firme no meu quadril enquanto eu rebolava e nos espiava pelo vidro. Vai, me come.
Me inclinei para frente e alcancei sua garrafa d’água. Abri e despejei no meu corpo. O líquido refrescava. Dei cair até minha buceta e seu pau. Pude ouvir seu arrepio com o gelado tocando seu pau em erupção.
O chão começava a consumir meu joelho. Tive que colocar os pés no chão e quicar com vontade, forte, A cada choque entre nossos corpos, um gemido sincronizado. Rafael me incentivava com tapas frequentes e firmes na minha bunda que preenchiam o silêncio da subida da minha bunda.
Quando minhas pernas começaram a cansar, me levantei e o puxei. Ele tirou de vez seu short e me acompanhou.
Nos fizemos caber na espreguiçadeira. Ele me penetrou de ladinho, bem gostoso. Sutil. Beijava meu rosto, mordia minha orelha, puxava meu cabelo. Carinho e intensidade.
Abri as pernas e encaixei o Delight no espaço que tinha. Ali, juntinho, fodemos gostoso. Ele metia em mim e o Delight fazia meu clitóris vibrar. As mordidas no pescoço, as lambidas, as palavras de tesão…
Não era possível resistir. Pedia continuar metendo e o Delight me ajudava. Abria e fechava a perna sem parar, não sabia como estava melhor. Rafael apertava meu peito com a mão esquerda e com a direita apertava meu pescoço. Goza, que delícia te ver gozar, falava para mim. E ele percebeu que eu gozei quando minhas pernas abriram e fecharam sem parar e meu quadril tremeu num ritmo incontrolável.
Puxei para um beijo. Goza você também, goza na minha boca, provoquei.
Ele me atendeu.
Rafael se erguei e se pôs de pé. O beijei e fui descendo sentindo sua pele salgada e melada até chegar ao seu pau. Me sentei com o Delight entre as minhas pernas enquanto chupava seu pau. Rafael pegava firme no meu cabelo. Seu olhar era selvagem.
E seu gozo inundou minha boca rapidamente. Um jato atrás do outro. Grosso. Quente. Gostoso.
Continuei chupando seu pau até sugar a última gota.
E quando já não tinha mais nada para dar, Rafael se abaixou e me pegou pela nuca para me beijar. Me ergueu, me beijou mais e me pegou no colo.
Deu alguns passos e nos jogamos na piscina. Ali, namoramos pelados por quase uma hora mais.