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- Contos Eróticos
- fevereiro 7, 2025
Acabou o bloco de pré-Carnaval e pedi meu Uber para ir para casa. O trajeto era de não mais que 20 minutos. Fiquei esperando quase isso pela chegada do carro enquanto passava stories para o lado. Vi o de Arthur no bar com os amigos. Curti. Mas queria mais. Até tinha dado uns beijos no bloco em dois caras aleatórios, mas não renderam. As quatro caipirinhas que tomei ainda faziam meu sangue circular mais quente.
Tá onde, resolvi mandar. Não demorou muito para a resposta chegar. Já estava no carro para casa. Quer ir lá pra casa, perguntei, estou chegando já já. E ele demorou. Uns 15 minutos. O suficiente para eu chegar em casa e tomar um copo d’água. Perguntou que horas. Ora, meu filho. Já são 23h30. Agora, respondi. E mais um tempinho para a resposta. Arthur gostava dessa enrolação, dessa provocação, desse não fode nem sai de cima. Ficava nesse arrasta pé para topar as coisas. Mas eu estava sem paciência. Estava dando muita moral para alguém que sempre diz estar cheio de vontade, mas não age como tal.
Saí do banho. Vem ou não vem, perguntei. Quero ir sim, até que horas posso ir, perguntou o safado. É agora ou nunca, respondi. Na sequência, mandei uma foto meu vibrador. Se você não chegar em até 30 minutos, ele terá feito seu trabalho e vou parar de responder.
Essa resposta não demorou. Manda o endereço aí, disse Arthur prontamente. Mandei.
Enviei mais um vídeo provocando-o. Disse para apressar o Uber, caso contrário, eu gozaria e dormiria, e ele ficaria na portaria.
Nem fodendo, não faz isso po, pediu ele.
Parece que o jogo virou.
O interfone tocou.
Deixei o vibro jogado na cama e fui atender. Liberei sua entrada.
Já esperei com a porta aberta. De camisola e sem calcinha, deixando os bicos dos meus peitos em evidência e com uma perna apoiada na outra, o esperei. Ele saiu do elevador. E travou ao me ver. Sorriu provavelmente ver minha cara de safada. Se aproximou lentamente e me beijou. Retribuí o beijo. Quando eu mandar, você vem, disse terminando o beijo. Ele riu e assentiu.
Peguei uma cerveja que tinha deixada aberta na pia e dei para ele. Brindamos e bebemos. Chegamos na sala e logo ele se atreveu em me puxar para me beijar. As cervejas foram largadas na mesa. Ele me jogou no sofá e veio por cima. Tirou a camisa e começou a me beijar. Atacou minha boca, rosto e pescoço. Aos poucos, meu corpo foi ficando mole e se entregando às suas investidas. Ele começou a tomar conta do meu corpo. Arranhou minhas coxas até perceber que minha buceta estava despida. Deu um sorriso safado ao senti-la molhada e levantou minha camisola. Me ajeitei no sofá. Sabia o que viria depois. Sua boca seguiu o caminho de suas mãos, começando a beijar minhas pernas até chegar na minha buceta. Deu uma longa e lenta linguada nela ao encontrá-la. Minha perna se apoiava na parte de cima do sofá, me abrindo totalmente para que me explorasse.
Arthur se ajeitou e passou a me chupar com movimentos intensos. Recheava sua boca com minha buceta. Se lambuzava. Suas mãos apertavam minhas coxas. Às vezes, subiam aos meus peitos ainda escondidos dentro da camisola. Tirei de vez a camisola enquanto gemia e apertava meus próprios mamilos. Ele me penetrou com um e depois com dois dedos. Fazia movimentos lentos e sincronizados. Passou a chupar e lamber simultaneamente meu clitóris.
Extravasei todo meu tesão em sua boca gemendo alto e pressionando sua cabeça contra minha buceta. Puxei Arthur para cima pelo cabelo para beijá-lo e sentir sua boca lambuzada com meu gozo.
O tirei de cima de mim e me apressei para abaixar seu short. Seu pau saltou faminto para fora da cueca. Caí de boca na sua pica procurando seus olhos. Pude percebê-lo gemendo e revirando a cabeça quando chupei firme a cabeça do seu pau. Lambi de cima para baixo, de baixo para cima. Deixei seu pau todo babado para passar na minha cara. Sentia aquele calor nas minhas bochechas e voltava a abocanhar a cabeça do seu pau.
Me ergui beijando todo seu corpo. Seu abdomen, seus peitos, seu pescoço até chegar à sua boca. Vamos para o quarto, falei.
Nos deitamos na cama, e ele veio por cima me foder. Ele me comia enquanto eu sentia um desconforto nas costas. Me ajeitei e tirei o vibro que havia deixado ali de baixo de mim. Liguei e comecei a passar nos meus peitos, passei na minha barriga, na dele. Botei então na minha buceta. Ele começou a me foder com gosto enquanto eu gemia alto de prazer. Meu clitóris vibrava enquanto seu pau me penetrava por inteiro. Entrava e saía todo. Seus gemidos me instigavam. Era isso que você queria, sua piranha, falava com dentes cerrados enquanto me olhava entregue ao prazer.
Jogou minhas pernas para o lado e começou a me comer de lado. Segurava firme minha bunda e puxava meus cabelos. O vibro ajudava na tesão. E logo cheguei ao orgasmo novamente com seu pau dentro de mim. Minhas pernas amoleceram. Arthur puxou meu cabelo e trouxe minha boca para perto da sua. Quero gozar em você também, disse na minha cara. Goza então, me come e goza, seu cachorro, respondi.
Arthur me virou de bruços e voltou a meter em mim. Começou lento. Tirava e botava tudo. O vibrador ocupava o único espaço entre minha buceta e a cama. Seus movimentos se intensificaram. O peso de seu corpo caía sobre mim. Sua cintura empurrava minha bunda com firmeza e seu pau entrava perfeitamente. Ele mordia minha nuca, minha orelha. Eu vou gozar, anunciava no meu ouvido. Goza pra mim, goza.
Arthur então tirou o pau e começou a gemer bastante enquanto jogava gozo quente na minha bunda e nas minhas costas. Depois colou seu corpo junto ao meu e me beijou bastante enquanto eu usava a varinha para gozar pela última vez.
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