
- Contos Eróticos
- setembro 20, 2024
Foi tudo muito rápido e gostoso. Confesso que nem me lembro exatamente como aconteceu.
Eu estava na casa na serra da Rebeca para comemorar o aniversário. O primo dela também estava lá e era o meu ex. E o Rodrigo, para minha supera, também foi. Ele tinha feito faculdade conosco, mas tinha namorado durante quase todo o curso. Durante os cinco anos, desejei beijá-lo quase o tempo todo. Sua sensualidade estava toda em seu carisma e simpatia. E até na timidez, mas nessa noite descobri que ele podia ser bem safado.
Chegamos lá no fim da sexta-feira e me surpreendi com a sua presença. Contive minha felicidade ao vê-lo, mas dei um belo abraço apertado.
A noite começou com conversa, joguinhos e álcool. Descobri que ele estava solteiro, e isso foi como se tivessem ligado meu clitóris.
Evitava olhá-lo muito, pois me fazia dar sorrisinhos safados de desejo. E não queria ficar criando um climão com meu ex. Fui à cozinha pegar mais bebida e belisquetes, e Rodrigo se ofereceu para ajudar após vários pedidos por drinks. Chegando na cozinha, um silêncio. Enquanto eu pensava se puxava assunto, você está linda, surgiu da boca dele. Surpresa, ri. E retribui o elogio, você também, não mudou nada, na verdade.
Ele se aproximou de mim e me fez ficar com as costas na parede. Antes que eu pudesse reagir, ele rompeu um silêncio olhando nos meus olhos, posso?, perguntou. Consenti com a cabeça e o beijei, mas rapidamente cortei o beijo. Meu ex está aqui, não vamos criar um climão. Calma, ninguém vai saber, ele respondeu antes de voltarmos.
A partir dali, as trocas de olhares e sorrisos eram mais intensas. Tentava disfarçar. Mas não sabia se a minha tentativa de disfarce tornava tudo mais evidente. E toda essa tensão esquentava meu peito e entre as minhas pernas. O desejo subia e aumentava, queria seu toque e seu beijo. Foi como saber qual seria o jantar, mas ter que esperar o dia todo para comê-lo.
A noite foi se agitando, as pessoas bebendo mais, menos concentradas. Fui ao quarto botar meu celular para carregar. Na saída, dei de cara com ele no corredor. Vem aqui, me chamou. Olhei para os lados para ver se não tinha ninguém e fui. Nos beijamos no corredor. Para, não podemos fazer isso aqui, disse. Vamos para onde não tem ninguém, convidou ele.
Onde, perguntei. Me segue, disse puxando minha mão. Saímos então pela porta de trás da cozinha e contornamos a casa indo para a área que tinha a churrasqueira e a sauna. Entramos na sauna, que estava desligada, mas deixamos a porta aberta.
Está brincando, disse fingindo não querer, mas querendo ser engolida por ele. Não temos muito tempo, Rodrigo falou.
E então partiu para cima de mim. Me beijou segurando firme meu rosto e imediatamente tirou sua camisa. Em seguida, tirou a minha antes que eu pudesse ter qualquer reação. Beijou meus peitos que estavam com os mamilos duros de tesão e do frio que fazia na noite. Acariciei suas costas e cabelo enquanto lambuzada meus seios. Desci minha mão para alcançar seu pau que latejava dentro da calça. Rodrigo me botou sentada no banco, tirou minha calça, ajoelhou-se e começou a me chupar. Lambia, chupava, beijava, mordia minha buceta enquanto lambuzava toda sua cara. Eu o via esfregando a cara em minha buceta enquanto tentava controlar meus gemidos. Se levantou já tirando o short, abriu bem minhas pernas e começou a me comer, olhando nos olhos e metendo firme em mim enquanto segurava meu cabelo na nuca e via meus peitos balançar e minhas expressos de prazer.
Seu pau entrava e saía, me desejava com palavras, olhares e metidas. Eu mordia nos lábios na tentativa vã de impedir os gemidos de sair. Geme para mim, geme gostoso baixinho, pedia ele. Me come, me fode, eu pedia. Ouvia a respiração ofegante do Rodrigo como se compensássemos cinco anos de prazer reprimido em uma noite. Quero sentar no seu pau, pedi. Ele se sentou no banco e eu montei por cima dele. Comecei a cavalgar nele enfiando seu rosto e espremendo contra seus peitos enquanto sua mão apertava firme minha bunda trazendo meu corpo de encontro ao seu.
Eu quicava com vontade e puxava seus cabelos com as duas mãos enquanto ele se esbaldava nos meus belos peitos. Mordia sua orelha, pescoço, lambia. Vou gozar, e gozei. Comecei a rebolar mais lento até que ele se ergueu comigo no colo e me pôs para flutuar em seus braços. Me subia e descia em seu pau antes de me colocar no chão e me posicionar de costas. Abaixou rapidamente para dar umas mordidas na minha bunda antes de subir e me comer de costas.
Segurava meu cabelo e pressionava minha cabeça contra a parede enquanto me comia forte. Apertava firme minha bunda. Deu dois tapas. Não podia ficar fazendo muito barulho. Eu quero te comer de novo, disse em meu ouvido. E de novo. Puxou meu cabelo para trás e começou a meter mais forte. Quero gozar na sua boca. Me puxou, e imediatamente ajoelhei. Entornou todo seu prazer reprimido em minha boca. Chupei todo seu pau até tirar a última gota. Me levantei e nos beijamos.
Rapidamente nos recompomos e botamos a roupa.
Isso foi bom demais, disse Rodrigo quando terminávamos de nos vestir. Isso não foi nada, respondi em tom provocativo, amanhã vai ter muito mais. Vai ver o que eu trouxe pra gente usar.
E então saímos como se nada tivesse acontecido. Fui para o quarto deitar enquanto Rodrigo voltou para a sala para não dar pista.
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