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- Contos Eróticos
- março 21, 2025
Eram oito dias no cruzeiro que eu e Patrícia resolvemos fazer que saía de Santos e ia até a Argentina. Como era verão, o navio estava bem cheio. Nessas ocasiões, nós adorávamos as provocações. No primeiro dia, o Sol já estava de rachar, fomos para a área da piscina, e Patrícia já fez um topless. Primeiro, de costas. Depois, ficou um tempo com os peitos para cima com a toalha na cara. Eu fiquei observando os casais que passavam e admiravam suas curvas. Os maridos, acompanhados de suas mulheres, tentavam disfarçar os olhares. Os solteiros nem tentavam, apenas passavam deixando uma grande olhada de rastro.
Voltamos para o quarto quando o Sol começou cair. Quando chegamos, fomos logo para o chuveiro para nos refrescar. Mas as coisas esquentaram ainda mais. Peguei Patrícia e a coloquei contra a parede. Os peitos que tanto admirei e desejei durante a tarde preencheram minha boca enquanto a água caía sobre nós. Minhas mãos escaparam para a sua buceta. Patrícia abriu suas pernas para facilitar meu toque. Logo ela virou de costas e me pediu para comê-la. Começamos a transar, mas o boxe era muito pequeno e não conseguíamos seguir. Tomamos o banho para continuar na cama, mas estávamos exaustos e cochilamos para a festa de mais tarde.
Acordamos, fomos jantar rapidamente, voltamos ao quarto para nos arrumarmos para a festa. Quando voltávamos, passamos por um casal que estava três quartos depois do nosso. Nossos olhares cruzaram, eles já estavam indo para a festa. Virei a cabeça para olhá-los e a mulher também havia virado para nos observar. Dei um sorriso amarelo. Bonitos, né, elogiou a Patrícia enquanto entrávamos no quarto. Ela decidiu por um vestido branco sem calcinha com uma fenda que deixava suas curvas ainda mais perigosas.
Logo fomos para a festa. Chegamos pegando uma bebida. Ela escolheu apperol. Eu fui de cerveja. Brindamos e beijamos. A festa começou em ritmo devagar, mas logo o casal com quem cruzamos apareceu perto demais. Tive a impressão de ter sido intencional. Meu olhar escapava para eles de vez em quando. Os de Patrícia também. Ele era alto, magro, mas atlético. Ela era mais baixa e com belas curvas naturais.
Conforme a noite ia passando, íamos sentindo uma tensão sexual entre nós, ainda que não tivesse havido nenhum contato. Era como se um estava à espera do outro e não queríamos nos entender mal. Foi quando fui pegar um uísque que o homem apareceu ao meu lado. Tudo bom, prazer, Pedro, se apresentou. Respondi seu cumprimento. Trocamos algumas palavras enquanto esperávamos a bebida e voltamos para a pista, onde estavam nossas mulheres.
Para minha surpresa, Patrícia já estava conversando e rindo com a Júlia, mulher dele. Assim, ficou claro que era um plano deles. Ficamos mais próximos a partir dali trocando algumas palavras nos momentos seguintes. Sentia eles esquentando o ambiente com beijos calorosos que eu e Patrícia olhávamos com desejo. Quando pararam, emendamos eu e Patrícia num beijo igualmente quente. Patrícia dançava de costas para mim sarrando no meu pau que já estava pulsando dentro do meu short. Parecia que ninguém mais estava na festa, só tínhamos olhos para eles. O espaço entre nós só diminuía. Até quase sumir.
Vi a mão da Júlia esticar e tocar na mão de Patrícia, que retribuiu a carícia. Ela se virou e beijou seu marido ainda segurando a mão de Patrícia. Dei um leve empurrãozinho nas costas da minha mulher indicando que deveria se aproximar. Ela chegou mais perto, passou a mão pelas costas da Júlia até que ela puxou Patrícia para o beijo emendando num beijo triplo bem lento. Aos poucos, Júlia saiu do beijo deixando apenas as línguas de Patrícia e Pedro. Admirou de perto o beijo dos dois antes de vir em minha direção e colocar a sua língua na minha boca.
Retribui o beijo espiando o outro beijo. Terminamos com todos rindo e emendando numa conversa espontânea e leve. Eu e Patrícia nos beijamos muito e trocamos de casal apenas mais uma vez. Mas as mãos já escapavam para todos os lugares, meu pau estava muito duro e desejando uma sacanagem com todos. Sugeri então para Patrícia que fôssemos para o quarto. Perguntamos se eles iriam ficar muito mais, pois já estávamos querendo ir para o quarto. Eles nem hesitaram e disseram que estavam indo também. Fomos caminhando num clima de tensão e tesão até o elevador. E ali mesmo a putaria começou. Patrícia me atacou me beijando com a mão no meu pau enquanto Pedro chupava os peitos da Júlia. Patrícia se juntou a ele, cada um chupando um peito, e eu beijava Júlia. Logo chegamos no nosso andar. Hesitamos em decidir para qual quarto ir, mas decidimos ir para o nosso. Assim que entramos, os sapatos ficaram na porta, as roupas pelo caminho. Chegamos na cama já despidos.
Patrícia me jogou deitado e veio por cima me chupar. Júlia se juntou a ela. As duas lambuzavam meu pau de cima a baixo. Pedro revezava sua boca entre as bucetas das duas que estavam de quatro na cama. Às vezes, paravam de me chupar para gemer. Exploravam todo meu pau, meu saco e até meu cu. Júlia lambia gostoso a cabeça do meu pau enquanto Patrícia brincava com meu cuzinho. Logo Pedro começou a foder a Júlia. Via na cara dele o tesão. Batia na bunda das duas e brincava também com o cuzinho da Patrícia. Minha mulher veio então por cima e começou a sentar no meu pau de frente para Pedro e de costas para mim. O rosto de Júlia estava na nossa penetração e sua boca às vezes escapava para a buceta da Patrícia e para minhas bocas. Via Patrícia tentar se inclinar para alcançar a boca de Pedro e se beijarem. Ela abria a bunda de Júlia para Pedro fodê-la ainda mais gostoso.
Júlia se deitou ao meu lado e Pedro veio por cima dela para comê-la no papai-mamãe. Nos beijamos lateralmente, e Pedro deixou seu corpo cair para se juntar ao nosso beijo. De repente, o beijo virou apenas meu e do Pedro. Patrícia se virou para sentar de frente para mim quicando bem forte no meu pau.
Pedro sugeriu que trocássemos.
Nos ajeitamos e começamos a foder os quatro de lado. Eu e Júlia de frente para Patrícia e Pedro. Mordia a orelha, beijava o pescoço da Júlia enquanto espiava Pedro fazer o mesmo na minha mulher. Levantei as pernas da Júlia deixando bem à mostra sua buceta. Patrícia não resistiu e passou a tocá-la. O ritmo era lento e intenso e as trocas de olhares e carícias elevavam o prazer. Pedro passou a dominar Patrícia e a virou de bruços, comendo-a firme jogando todo seu quadril e seu tesão em cima dela.
Eu e Júlia nos sentamos, e ela veio por cima de mim. Começou a rebolar gostoso no meu pau enquanto minha boca se deliciava com seus peitos. Chupava seus mamilos largando mordidas no fim e apertava bem sua bunda. Seu gemido começou a ficar mais ofegante e intercalado. Goza, sua piranha, goza no pau dele, ouvi Pedro dizer. E Júlia gozou enquanto sentava em mim. Patrícia pediu um instante, se levantou e pegou lubrificante no banheiro.
Ela botou Pedro deitado na cama e começou a sentar nele. Me deu o tubo de lubrificante com um sorriso safado. Eu sabia o que eu tinha que fazer. Passei bastante no meu pau e no cuzinho dela. E passei a penetrá-la. Pedro a comia pela frente e eu por trás. Seus gemidos eram altos e deviam ser ouvidos pelos quartos e corredores. Ela beijava Pedro e Júlia ao mesmo tempo. Júlia também colocava seus peitos na boca do Pedro. E não demorou muito para que Patrícia gozasse também com Pedro e eu a fodendo.
Ela caiu para o lado e começamos uma pegação gostosa os quatro. Todos se beijavam e se acariciavam. Senti a mão do Pedro no meu pau e retribui o gesto. As mulheres foram chupar nosso pau. Nos colocamos de joelho na cama enquanto elas nos chupavam. Às vezes, as duas chupavam um pau e batiam para o outro. Às vezes, uma em cada pau. Eu e Pedro nos beijávamos às vezes. E quase ao mesmo tempo derramamos nosso tesão na boca delas. Primeiro fui eu, que gozei na boca das duas. Depois, Pedro.
E então o boxe que parecia apertado à tarde, ficou ainda mais apertado quando nós quatro tentamos tomar banho juntos.
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