- Blog, Contos Eróticos
- março 12, 2026
Parte 2: Promessa é dívida
Antes que Larissa pudesse começar a contar a sua história, Carla interrompeu.
– Gente, vamos pedir mais vinho? Esse aqui acabou.
– Acho que vou de Aperol para refrescar. Esse papo começou a ficar muito quente – respondeu Marcela.
– Acho que aqui tem vinho branco – sugeriu Betina.
Júlia e Marcela concordaram em pedir drinks, Betina, Carla e Larissa pediram vinho branco.
– Então… – começou Larissa
– Lá vem – disse Betina.
– Eu e Hugo tínhamos conversado antes do Carnaval que desde que a gente casou a gente não aprontava algo fora da rotina, se é que vocês me entendem. E aí a gente decidiu que daríamos chance para as oportunidades que surgissem. O problema é que no Carnaval tem muita oportunidade – falou rindo Larissa.
– Pois é. Muita oportunidade para pouco dia – completou Marcela.
– Estávamos num bar, na verdade, estávamos na rua, né. Estava tudo lotado. Muita gente. Do nada, surgiu um grupo de seis ou oito mulheres que estavam numa despedida de solteira.
– Despedida de solteira no Carnaval? Essas não estão para brincadeira – comentou Júlia.
– Pois é. Elas tinham vindo direto do bloco. Estavam bem mais aceleradas que o resto. E uma delas estava com a plaquinha ‘Marmita de casal’. Eu e Hugo a vimos logo quando chegaram. Mas ela sumiu da nossa vista. A rua estava muito cheia, elas andavam muito e não vimos mais. De repente, uma hora, eu e Hugo estávamos nos beijando, essa mulher surgiu do nosso falando ‘que beijo gostoso, posso participar?’, sem mais nem menos. Quando eu e Hugo vimos quem era. Rimos. ‘Você quer ela ou os dois?’, perguntou o Hugo sem nem cogitar que ela o quisesse. ‘Os dois’, ela respondeu sem titubear. E aí voltamos aos tempos de adolescência dando beijo triplo pela rua. Mas, como eu disse, ela estava numa despedida de solteira super acelerada. Ela deu um beijo triplo. Depois me deu um beijo. Outro beijo triplo. E um no Hugo. E aí ela queria ir embora. Mas aí eu segurei a mão dela. ‘Calma aí, você não é marmita de casal? Assim você não é nem entradinha, quanto mais uma marmita. Qual é o seu nome?’. Paula. ‘E você vai embora? Vai deixar a gente com fome?’. O Hugo ficava rindo do meu flerte barato disfarçando com o chope na frente da boca. No fundo, eu sabia que ele queria que desse certo. ‘Nossa, um convite desses eu não posso recusar’, ela respondeu meio safada meio debochada. ‘Pode circular aí por uma hora, mas volta daqui a uma hora, hein. Me passa seu celular’. Paula me passou o Instagram dela. Quando ela saiu, depois de mais um beijo em cada, pois não tinha como continuar dando beijo triplo ali na rua, né, não temos mais essa idade. Entramos no perfil dela e vimos as fotos. Uau. Ela tinha um corpão e nem tínhamos reparado.
Carla fez gestos com a mão para que Larissa parasse de falar porque o garçom estava chegando com a bebida e ele não precisava saber que ela e o marido estavam atrás de uma marmitinha.
– Honestamente, a gente concordou que nunca mais veria a Paula. Na nossa cabeça, iríamos rir dessa bobeirinha quando chegássemos em casa e fim. Que nada. E nem esperamos uma hora. Paula voltou muito antes disso. Surgiu do nada. ‘Estou pronta!’. Até tomamos um susto. ‘Pronta pra que?’, perguntou o Hugo. ‘Ué, para ser a marmita de vocês’, respondeu pegando a placa e acompanhando com o dedo ‘marmita de casal’. Perguntamos se ela queria beber algo, ela aceitou um chope. Disse que era despedida de solteira, que eram de Belo Horizonte, que era o primeiro casamento do grupo de amigas, mas que a noiva não estava fazendo nada de errado. E que todas as outras eram solteiras. Quando a gente contou que estava junto há 13 anos, ela nem acreditou. Paula devia ter uns 24 ou 25 anos.
– Casal à procura de mucilon – zombou Marcela.
– Quase isso. Super animada e bem-disposta. Mas queria beijar demais o tempo todo. E antes que ela desistisse, a convidamos para nossa casa. Ela topou de cara. Pedimos a conta e o Uber, que não chegava nunca, então pegamos um táxi. Paula começou a me beijar já no táxi. Eu fui no meio. E aí enquanto a gente se beijava, botei a mão para trás pelas pernas do Hugo e senti seu pau duro vendo a gente se beijar. Ele botou a mão pelas minhas coxas. Por sorte, estávamos perto de casa. Porque senão o taxista ou ia nos expulsar quando as coisas esquentassem mais ou ia se masturbar. As brincadeiras estavam ficando muito gostosas.
– Ué, mas quatro é par – respondeu Carla.
– É, mas dessa vez éramos só três. Chegamos em casa. Ela devia estar o dia todo no bloco, suada e tal. Então oferecemos um banho, que ela aceitou, mas deve ter achado que éramos nós três juntos. Mas não. Deixei que o Hugo entrasse sozinho com ela. Eles começaram o banho com toques tímidos. Imagino o tesão e a tensão do Hugo. Muito tempo que a gente não fazia algo assim. Alguns beijos. Ele passava o sabão por ela devagarinho. Mas seu pau…esse estava prontíssimo. Eu entrei no banheiro, eles deram uma travada e me acompanharam com o olhar. Mas eu me sentei no vaso e mostrei o Pulpi by Désir para eles. Comecei a me tocar. ‘Podem continuar, estou gostando’, falei. Hugo e Paula se beijaram. E logo ela se ajoelhou e começou a chupá-lo. Eles não se olhavam. Os dois me observavam me tocar. Paula com o pau dele na boca me vendo e ele mordendo os lábios me desejando. Hugo a puxou para cima para beijá-la novamente. Agora estava mais à vontade. A enforcou contra a parede e chupou os peitos dela. Eu saí do banheiro e fui para a cama. Aumentei meu gemido para que me ouvissem e entendessem o recado. Tinha acabado o momento a dois e o banho.
Não havia mais risadas nem comentários. Todas ouviam com atenção bebendo o desenrolar da história.
– Ouvi o chuveiro desligar. Paula entrou primeiro no quarto. Ouvi um tapa do Hugo na sua bunda a incentivando a vir na minha direção. Ela veio por cima de mim me beijando. Passou com as pernas pela linha da minha cintura. Senti Hugo abrindo minhas pernas e beijando minhas canelas, subindo pelas coxas até chegar na minha buceta. Hugo chupava minha buceta bem melhorada enquanto eu e Paula dávamos um beijo bem babado. Ele se lambuzou na minha buceta e me penetrou. Senti sua boca se desencontrar de mim. Mas ela se encontrou na Paula. Percebi pelo gemido que ela deu e pela empinada na bunda. Hugo me dedava e chupava Paula. Não sei ao certo se chupava seu cu ou buceta. Mas senti ele abrindo minhas pernas e me penetrando. Não consegui mais beijar a Paula porque os gemidos comandavam minha boca. Mas ela se aproveitava do meu rosto e do meu pescoço. Depois dos meus peitos. Hugo me comia, mas dava palmadas na bunda da Paula. Eu comecei então a tocá-la. Senti sua buceta bem molhadinha na ponta dos meus dedos.
– Se ficar dando tanto detalhe assim, a gente vai ficar com tesão também – comentou calmamente a Marcela.
– Imagina eu, né, tentando que relembrar tudo isso. Aí a mão dela também foi na minha buceta e começou a me tocar. A gente ficou se tocando enquanto o Hugo me comia. Até que eu a puxei pra cima de mim, a pus sentada na minha cara e comecei a chupá-la. Ela ficou rebolando na minha cara. Hugo puxou o cabelo dela para beijá-la, mas estava quase impossível equilibrá-la. Então ela se ajeitou e se virou para ficar de frente para ele. Agora eu chupava ela enquanto eles se beijavam e Hugo me comia. Paula foi se aventurar de me chupar, e aí Hugo teve que meter menos fundo. Botava só um pouquinho e tirava. Estava me dando agonia de tanto tesão. Queria que enfiasse tudo. Pedi para me foder fundo. Me comer forte. E a Paula era novinha, mas não era boba não. Ela pegou o Pulpi e botou na minha buceta. Hugo meteu forte. Ela ligou o sugador no meu clitóris. Foi tiro e queda. Está me dando água na boca só de lembrar. Gozei e abafei meu gemido nas coxas dela. Deixei até marcado no interior da perna dela com um chupão. Hugo tirou o pau de mim, e Paula começou a chupá-lo. Ela mamava enquanto eu recuperava o ar. Ele tirou a boca dela do pau dele, a pegou pelo queixo e anunciou: ‘Sua vez’. Deu a volta na cama e pegou ela de quatro. Meteu nela. Sua buceta ainda estava na minha cara. Eu dava linguadinhas no seu clitóris. Mas depois passei a chupar o saco do Hugo. Paula gemia bem gostoso. Um gemido de safada. Ela ficou brincando com os dedos na minha buceta enquanto o Hugo metia.
– Pedi para sair de baixo. Peguei um copo d’água do lado da cama, tomei um gole, estava gelada. Botei mais na boca e beijei a Paula com a boca gelada. Depois, joguei um pouco na bunda dela para que escorresse pelo sexo que ocorria ali e causasse o choque térmico. Fiquei de frente para ela a beijando e a provocando com palavras baixas. Molhei a ponta dos dedos na água e passei nos seus mamilos que estavam duros. Hugo a ergueu a puxando pelos braços. Estava presa nas suas mãos. Ele a comia forte. Seu corpo balançava. E eu aproveitava para chupar seus peitos. Lambi seu pescoço, segurei no seu queixo e falei que ela era uma marmita deliciosa. Botei o Pulpi na sua buceta e arranquei alguns gemidos mais intensos dela.
– Usando e abusando da marmitinha, hein – comentou Carla.
– Sim. Muito. Hugo soltou seus braços, e ela caiu na cama. Transaram um pouco de bruços enquanto eu beijava o meu marido. Mas depois ela pediu seguidas vezes pra sentar nele. Temos que tratar bem nossa marmita, então deixamos. Hugo se deitou e ela veio por cima. E veio com tudo. Começou rebolando bem, com movimentos bem completos, tirava e botava tudo. Eu via que Hugo estava gostando. Eu estava de joelho do lado. Uma hora beijava um, outra hora outro. A mão do Hugo escapulia entre minhas pernas. De repente, ela pôs os pés na cama e começou a sentar ferozmente. O choque do corpo dela com o do Hugo gritava no quarto. Eu batia na sua bunda. Hugo me tocava com o dedão. Mas era pós-bloco. Ela não aguentou muito o agachamento no piru dele. E logo voltou a rebolar. Paula já estava prestes a gozar. Botei o Pulpi novamente na minha buceta. Eu pedia para ela gozar. Segurava firme no cabelo dela com o rosto colado pedindo que ela gozasse. Hugo batia na sua bunda. Eu me tocava com o Pulpi e me aproximava do gozo também. Eu pedia para ela gozar para eu poder fazer o mesmo. Ela foi rebolando com mais tesão. E então ela começou a gritar muito gozando. Gemendo altíssimo. Beijei ela para abafar o gemido. Mas não foi o suficiente. Intensifiquei o Pulpi. Mais um pouco. Minha boca encontrou a do Hugo. Gozei de novo. Paula saiu de cima dele e começou a chupá-lo. Me juntei a ela no boquete. Hugo gemia e fazia caras e bocas. Paula chupou suas bolas, eu chupei o pau. Depois trocamos. E também chupamos juntas. E aí o Hugo gozou tudo na gente. Gozou muito. Como há tempos não gozava. Estava denso e gostoso. Nos beijamos com a boca toda gozada.
– E eu aqui com a boca toda cheia de água. Com todo respeito, hein, amiga – disse Betina.
– Arrasou. Prometeu nada, entregou tudo a marmitinha – falou Júlia.
– E nós repetimos a dose na quarta antes de ela ir embora – riu Larissa.
– Se com três é bom, quatro é muito bom ou é demais? – perguntou rindo alto e tampando a boca a Carla.
… Continua na próxima parte…