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- Contos Eróticos
- fevereiro 21, 2025
Estava passando o reveillon no Nordeste e caiu aquele dilúvio que alagou tudo. A saída da festa era um lamaçal só. Tinha me perdido das minhas amigas, os carros estavam atolados e tinha que voltar a pé para casa. Aqueles dias bem perrengue chique. Estava andando já descalça com a sandália na mão para não arrebentar quando a chuva voltou. Já eram 6h da manhã e faltava andar uns 15 minutos. De repente, ouvi meu nome sendo gritado de longe. Quando levantei a cabeça e olhei para frente, vi o Vitor, que tinha se formado comigo há quatro anos. Não o encontrei muitas vezes. Ele estava com uma cerveja na mão me chamando. Dei uma leve acelerada no passo até alcançá-lo. Entra aí, espera a chuva passar aqui. Fui entrando e logo ele correu pra pegar uma toalha. Voltou correndo e me deu. Eu usei como guarda-chuva. Ele estava de short, sem camisa e parecia não ligar para a chuva que caía.
Sentamos na área externa da casa. Ele me ofereceu bebida, aceitei uma água. Perguntei quem estava na casa, tinha umas duas pessoas que eu conhecia, mas eram oito no total. Ele andava e falava. Não quer nem uma cerveja, gin tônica, insistia. Quer tomar um banho, ofereceu. Disse que não precisava, que queria só lavar o pé. Lava aí, disse ele apontando pra chuva. Mas depois me indicou o chuveiro da piscina onde lavei o pé e voltei. Deitei numa espreguiçadeira enquanto ele se sentou. Conversamos, nos atualizamos sobre a nossa vida. Às vezes, ele levantava para imitar coreografias de tiktok. Inimigo do fim.
Está na chuva, é pra se molhar, disse ele correndo imediatamente para a piscina num mergulho falsamente acrobático. Os gritos de “vem” seguiram assim que voltou a superfície da água. Ri e disse que não. Você é maluco. Bora pô, fazendo nada. Vai ficar aí sentada. Ele saiu da piscina e veio na minha direção. Para, estou com celular, cheia de coisa, calma, alertei colocando a mão pedindo-o para parar. Ele sacudiu a cabeça me molhando toda. Tá bom, pega uma cerveja para mim, cedi. Ele voltou e, quando se aproximava, saí correndo e me joguei na piscina também.
Ele riu e veio imediatamente se jogar também.
Numa atração magnética e instintiva, nos abraçamos. E o abraço virou um beijo. E o beijo virou um amasso. Quando me dei conta, tinha deixado a alça do meu vestido cair e meus peitos eram lambidos pelo Vitor. Beijava um e apertava outro. Beijava outro e apertava um. Abaixei minha mão para alcançar seu pau duro que encostava na minha barriga. Consegui entrar no seu short e começar a acariciá-lo ali. Vitor levou sua boca até a minha e me engoliu com seu beijo voraz. Apertou minha bunda puxando meu corpo contra o seu. Usou as mãos também para me erguer e me colocar na borda da piscina. Meu vestido desceu até a cintura. Ajeitei ele para erguê-lo e virar praticamente um cinto. Vitor tirou lentamente minha calcinha me encarando no olho enquanto minhas pernas iam abrindo a cada centímetro que ela caía. Me ajeitei mais para frente e Vitor se enfiou entre minhas pernas. Deu uma lambida gostosa e recheou sua boca com minha buceta. Deixei o peso do corpo cair para trás sobre meus braços enquanto minha cabeça virada para cima. Sentia a chuva cair no meu rosto enquanto me deixava encharcada lá embaixo. Ergui uma perna para apoiá-la também sobre a borda e ficar ainda mais aberta para suas investidas. Foi então que ele me penetrou com dois dedos me arrancando gemidos ofegantes. Sua harmonia entre dedo e língua elevava meu tesão a um novo nível. Não foi difícil liberar todo meu prazer na cara do Vitor enquanto minhas coxas espremiam seu rosto.
Empurrei Vitor um pouco para trás e me joguei de volta na piscina. Ele imediatamente me pegou no colo e começou a me penetrar. Sentia seu pau entrando num tesão ardente em mim. Minhas pernas e meus braços enlaçavam Vitor. Nossos corpos colados e nossas bocas em sincronia. Segurava firme em seu cabelo e gemia gostoso em seu ouvido. Ele mordia minha orelha e pegava firme na minha bunda. Queria sua boca no meu peito. Eu tentava rebolar enquanto ele me puxava pra cima e para baixo. Seu pau entrava e saía. O beijo era interminável. Assim como seu tesão.
Me largou na água, me enforcou rapidamente enquanto dedava minha buceta antes de me virar de costas. Olhei para trás com uma cara de safada pedindo com o olhar para me foder. Ele passou seu pau pela minha bunda e começou a me comer. Puxava meu cabelo e metia. Lutava contra a resistência da água para me penetrar com todo seu pau. Sentia que queria bater na minha bunda. Não podia. Então apertava meus peitos. Ele apertava um e eu o outro.
A chuva parecia um pouco mais forte assim como seu pau. Me pressionou contra a parede da piscina e pegou no meu pescoço puxando minha cabeça para trás. Contornou meu rosto para beijar minha boca. Você é gostosa para caralho, disse cerrando os dentes. Então me come pra caralho, respondi. Vamos para a churrasqueira, sugeriu ele tirando o pau de dentro de mim e saindo da piscina. Demorei um segundo para entender, mas logo o segui. Vitor me botou deitada na churrasqueira e se ajoelhou a minha frente para voltar a me chupar. Chupou bastante a minha buceta. Ele se ergueu e voltou a me penetrar por completo. Segurou minhas pernas deixando-as bem abertas. Botava e tirava tudo devagar. Observava meus suspiros e reações. Agarrou meus peitos com as mãos e acelerou a metida. Encaixou minhas pernas nos seus ombros e começou a me foder rápido.
Vitor mordia o lábio e gemia gostoso. Me fode, goza para mim, pedia. Vai seu safado, me come, gostoso. Percebia Vitor fazendo mais força e sua perna tremendo. Vou gozar, vou gozar, gemeu para mim. Tirou seu pau de dentro de mim e jorrou todo seu prazer pelo meu corpo. Seu gozo caiu pelos meus peitos, barriga e coxa. Seu corpo relaxou sobre o meu e sua boca matou a sede nos meus lábios.
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