- Contos Eróticos
- agosto 14, 2025
Eu já estava pronta para o aniversário da prima da Marina. Eu nem queria muito ir, ela que queria. Me sentei na sala e fiquei esperando enquanto Marina não saía da reunião. Quinta-feira, 20h15, e ela não parava. Marina sabia o quanto me irritava essa extensão do trabalho dela. Porém, sabia que ela não fazia porque queria, mas porque era necessário. Isso não tirava minha raiva, de qualquer forma.
Fiquei entediada, pois não podia ligar a tv pra ver algo ali enquanto encarava ela e fazia caretas falando silenciosamente: ‘E aí?’. Quanto mais tarde a gente fosse sair, mais tarde provavelmente ia voltar. Peguei então uma taça de vinho para esquentar a espera. Estava ficando irritada e bebi rapidamente. Quando me levantei para pegar a segunda, Marina me condenou com as sobrancelhas. Respondi com os lábios e os olhos. Peguei a segunda.
Parti para o quarto direto sem falar com ela. Voltei com minha taça de vinho, meu novo Deligth. Sem roupa. Deixei o controle na mesa dela e me deitei no sofá.
Ela ficou me olhando chocada. Demorou a ver o controle que deixei ao seu lado. Mas apontei com o pescoço até que ela viu. Examinou os detalhes dele, esquecendo que estava em reunião, pois ela não sabia que eu já tinha comprado o novo Delight com controle remoto.
Fiz uma cara de provocação, esticando os lábios. ‘Vai, liga’. Tomei um gole do vinho. Passei o Delight pelo meu corpo, dei uma babada na minha mão e brinquei com meu mamilo. Marina apertou o botão.
Comecei a passar o Delight vibrando ao redor da minha buceta. Bem devagarinho. Vi que Marina havia se desconectado da reunião. Me mirava sem piscar. Até que eu a induzi a se reconectar com a reunião. Ela voltou a olhar para o computador. Mas seus olhos sempre escapavam para mim.
Passei a colocá-lo na minha buceta ainda lentamente. Eu brincava com meus seios, mordia meus lábios e segurava os gemidos.
Marina aumentou a intensidade. Quase gemi um pouco mais alto. Me segurei.
‘Desliguei o microfone. Pode gemer um pouquinho’, disse Marina. Obedeci às suas ordens. ‘Agora pode parar, vou reabrir’, me cortou.
Eu só passava ao redor. Passei a me penetrar com o Delight. Ela ainda não tinha ligado a função do sugador. Botava e tirava. Botava e tirava. Encarando Marina tentando se concentrar na reunião. Ela aumentou mais um pouco. E ligou o sugador. Ficou uma delícia. Começou a ficar difícil segurar os gemidos. Mordia minha própria mão, a almofada. Marina mordia os lábios sem perceber.
Comecei a ficar muito excitada. O orgasmo não ia demorar ali. Tirei o Delight e fui engatinhando em direção à Marina para tocá-la por de baixo da mesa. Mas ela logo freou minha investida com o pé esquerdo. ‘Não inventa!’, ouvi ela falando.
Recuei frustrada. Peguei a taça de vinho e tomei mais um gole.
Ainda não tinha finalizado.
Me pus de quatro no sofá me penetrando. Mordi o encosto do sofá ao sentir que Marina havia aumentado a velocidade. Rebolava, gemia. Estava tão focada em segurar o gemido que não ouvi Marina finalizar a reunião.
Mas senti sua chegada pegando pelos cabelos. ‘Você está safada hoje, hein’, falou pegando firme na minha nuca. Beijou minha nuca, minhas costas. Passou suas unhas por ela também me tirando arrepios e suspiros. Ela beijou minha bunda e assumiu o controle do Delight. Já sem roupa, ajoelhou-se ao meu lado puxando minha cabeça em direção aos seus seios para que eu os chupasse. Ela aumentou a intensidade do Delight, que me fez gozar em instantes. Fraquejei no seu colo, com minha boca procurando força em seus seios.
Ela me botou deitada no sofá e veio por cima de mim encaixando seu corpo no meu. Beijou minhas bochechas, meu pescoço, minha boca. Passou a ponta dos dedos pela lateral do meu corpo. ‘Ainda tem mais um pouquinho de gás?’, me perguntou. Fiz que sim com a cabeça. Ela me virou de lado e encaixou numa conchinha em mim.
Ficou à minha frente enquanto eu a tocava. Ela abria espaço para eu atacar com a boca toda a parte que quisesse. Quando já sentia sua buceta toda molhada, dei o controle que estava perdido pelo sofá na mão dela. Botei o sugador na sua buceta e a deixei controlar a intensidade. Marina parecia querer aliviar todo o dia de estresse logo e colocou na sétima velocidade. ‘Enfia ele em mim’, gemeu abrindo bem as pernas.
Meti o Delight colocando também o sugador. Seu quadril se movia sensualmente e eu segurava firme seu pescoço. Pedia para que gozasse também. Ela, sem reunião, gemia alto, sem pudores. E então gozou bem alto e forte. Senti suas pernas vibrarem tanto quanto o Delight com a chegada do orgasmo.
Ela se virou animada para me beijar. Esticou seu braço e alcançou a taça de vinho. Se curvou um pouco para frente para tomar um gole e me entregar a taça. ‘Acho que não vamos mais no aniversário, né’, disse ela já totalmente entregue no sofá.