- Contos Eróticos
- outubro 16, 2025
Diazão de sol no Rio, fui pegar uma piscina no prédio da Júlia. Primeiro pegamos um pouco de sol, depois entramos na água para refrescar. Fui sair para pegar meu óculos escuros, e a Júlia me pediu para pegar o boné dela na bolsa. Quando abri para pegar, vi ali o Lip nada escondido. Peguei o boné como quem não quer nada e entrei na água. Nos abraçamos, demos um beijinho. ‘Safadinha, hein’, disse colando minha boca nos seus ouvidos. ‘Por que?’, me perguntou rindo a sonsa.
‘Eu vi o Lip na sua bolsa. Não vem com essa’, falei. Ela riu. ‘É só pra caso de emergência, né. Está muito calor. Vai que a gente pega fogo aqui’, respondeu dando uma passadinha de mão leve pela minha buceta. Nos beijamos com um pouco mais de intensidade e nos desgrudamos.
Saí para pegar um pouco de sol de bruços. Abri o biquini atrás. Não demorou para que Júlia surgisse ao meu lado e me tocasse suavemente nas costas, depois no bumbum, na nuca. Ficava passeando perdidamente pelo meu corpo com as pontas dos dedos.
Quebrou o silencio perguntando se queria que passasse protetor. Disse que sim. Agradeci. E a mão que passava leve e sem rumo passou a andar mal-intencionada e com firmeza. Seus toques não eram mais só de quem estava passando protetor. Principalmente quando chegou nas coxas e na bunda. Não me lembro de alguém ter demorado tanto na história para passar protetor na bunda. Quando, enfim, acabou, me virei de frente. Deixei o biquini repousando ainda solto sobre os meus peitos. Júlia estava provocadora. Passou os dedos pelo meio do meu colo ameaçando puxar meu biquini para baixo. ‘Ah se eu quisesse…’, falava. ‘Ah, como eu queria’, provoquei de volta. Seu dedo serelepe continuou descendo até passar novamente de forma despretensiosa pela minha buceta.
Júlia foi para a sombra ler. Eu fechei os olhos. De repente, senti algo caindo na minha cara. Júlia havia colocado uma blusa larga e tirado a parte de cima do sutiã e jogado em mim. ‘Você está me provocando’, falei. A piscina estava um pouco mais vazia. Tinha uma mãe com uma criança e um casal de mais de 50 anos apenas. ‘Eu não, nós’, respondeu tirando o Lip da bolsa. Júlia ajeitou a cadeira para ficar de costas para a piscina e de frente para mim. Pegou o Lip e passou ligado pelas suas pernas e ficou passando pela buceta enquanto me olhava. Me ajeitei na cadeira para vê-la melhor.
Júlia botou o biquini de ladinho e me mostrou a buceta e o Lip se encontrando.
Fiquei tentando disfarçar meu tesão. ‘Quer subir?’, perguntei.
‘Não, aqui está uma delícia, não acha?’.
‘Aham, mas parece que você está querendo ficar um pouco a sós’.
‘Talvez uma rapidinha caia bem’.
Segurei meu biquini e me sentei na cadeira. ‘Vamos subir então’.
‘Preguiça, mas vem cá’, falou se levantando e me jogando a minha blusa.
A vesti sem colocar o sutiã e o guardei na bolsa. Júlia foi andando com o Lip na mão. Eu fiquei toda envergonhada. ‘Guarda isso’. ‘Relaxa, ninguém aqui vai identificar o que é isso’.
Júlia me conduziu até a sauna.
‘Ah, não. Vai que chega alguém’.
‘Relaxa, ninguém usa isso. Está mó calor e a piscina está vazia’.
Assim que entramos, Júlia já me atacou. Apertou minha bunda com as duas mãos me fazendo ficar na ponta dos pés e me beijou fervorosamente. Já ligou o Lip e começou a passar a parte de penetrar pelo meu pescoço, peitos.
‘Que isso! Que apressada’, falei.
‘Está vazio, mas também não temos o dia todo aqui né’, Júlia respondeu já botando a mão pela minha buceta. Começou a me tocar com paixão. Abri as pernas para permitir sua chegada. A puxei e me pus sentada. Júlia se ajoelhou e começou a me chupar. Fiquei na dúvida se tirava a camisa ou não. Júlia me chupou com vontade. Passava a língua pela minha buceta, sugava meu clitóris. Eu apertava seus cabelos e enfiava a cara dela entre as minhas pernas. Sutilmente, mexia o quadril. Ela me penetrou com o Lip e me chupou mais forte, com mais vontade. Não sabia se podia gemer. Comecei a morder e me sufocar com o meu antebraço enquanto Júlia se acabava na minha buceta. Não dava mais pra resistir. Comecei a morder a gola da blusa. E depois a tirei. Botei meus peitos pra fora. Cravei meus dentes nos meus lábios e apertei meus peitos. Gemia, gemia, gemia. Gozei ali e logo afastei a Júlia enquanto minhas pernas tremiam.
Júlia se afastou e tirou a blusa também. Sentou-se no meu colo e me beijou. Ficou rebolando em mim enquanto nos beijávamos. Botou o Lip na minha mão. Meus braços envolveram seu corpo e quadril e alcancei sua buceta por trás com o Lip. Passava apenas na entradinha dela. Nossos olhos se encontravam e nossos lábios quase se tocavam. Comecei a enfiar só um pouquinho porque era o que alcançava.
Tirei Júlia de cima de mim e me encostei na parede. A coloquei na minha frente com as costas no meu peito. A envolvi com os braços e comecei a botar só a parte da língua no seu clitóris. Beijava seu pescoço, sua orelha. Sussurrava sons de satisfação. Meu olhar às vezes era atraído para a porta. Se alguém entrasse, veria a gente esbanjando tesão e a buceta da Júlia escancarada.
Enforquei Júlia de leve, trouxe sua cabeça para trás para beijá-la. Brinquei mais com seu clitóris. Eu sabia quando ela ia gozar. Sabia que estava quase lá. Continuei ali tocando ela. Pedi para gozar. ‘Vai, continua’. Eu obedeci. Júlia gozou e me beijou.
Nos olhamos. ‘Será que dá pra mais uma gozada?’ falamos só com os olhos. Rimos. ‘Só mais um pouquinho, ela disse. Nos colocamos de frente. Ela ficou com a parte do dedo e eu da língua. Nos encarávamos e usávamos o Lip. Sem pressa. Brincávamos com nossas bucetas, coxas, peitos. Lambidas no vento. Gemidos dessincronizados. As coisas estavam voltando a ficar intensas. E então ouvimos um barulho vindo de fora. Nos mexemos rápido, pegamos as blusas jogadas e fomos para atrás da porta para vesti-las. Olhamos para fora e não parecia ter ninguém. Então, saímos da sauna.
Júlia foi correndo e se jogou na piscina de blusa mesmo. Levantou-se da água com o peito todo marcado. Eu fui andando calmamente, totalmente envergonhada, mesmo sem ter sido flagrada. Mas logo me joguei na água com ela também só de blusa. E ali trocamos os últimos beijos para abaixar nosso fogo.