- Contos Eróticos
- abril 4, 2025
Fui com o Guilherme passar alguns dias no Rio de Janeiro. Dias quentes, praia, corpos sendo exibidos pelas ruas, não só nas praias. Adorávamos a vibe da cidade. Sempre explorávamos muito à praia e decidimos fazer outras coisas dessa vez. Fizemos trilhas, fomos à cachoeira e também à Lagoa.
Acordamos cedo e fomos correr na Lagoa. Descobrimos que seus 7,5km eram muito mais longos do que imaginávamos. Terminamos. Guilherme e eu tiramos a camisa. Fiquei de top. Nos sentamos numa barraca para tomar água de coco. Estávamos cansados e suados. Não pude deixar de admirar o corpo do Gui com a paisagem da Lagoa de fundo. O gelado do coco com o calor do sol que queimava nossa pele causou um arrepio.
Tomamos a água de coco, uma água, relaxamos. Ficamos ali conversando.
Vamos andar de pedalinho então, sugeriu o Guilherme do nada. Não sei, não sei se aguento pedalar, estou bem cansada, respondi amolecendo na cadeira. Vamos, não deve ser tão pesado, qualquer coisa vamos devagar, insistiu. Tá bom, mas se a gente ficar à deriva no meio da Lagoa, você que vai ter que trazer de volta, conclui.
Nos levantamos e fomos então. São R$ 30,00 para meia hora e R$ 50,00 para um hora, informou o vendedor. Ok, vamos pegar uma hora, decidiu Guilherme. Se atrasar, pode pagar aqui depois né, perguntei para garantir. Sim, claro, ele respondeu.
E então entramos no pedalinho e começamos a pedalar. De fato, não era difícil. Aos poucos, fomos nos afastando da beira da Lagoa. E o Sol ia esquentando cada vez mais. Suávamos. Guilherme pegou a água que levamos e jogou um pouco sobre a cabeça e muito sobre meu rosto e peitos. Meu mamilo ficou duro na hora e pôde ser notado pelo biquini que eu usava. Guilherme me deu um beijo e tocou minhas coxas com um apertão.
Cansamos de pedalar.
Aconteceu o previsto: ficamos à deriva no meio da Lagoa.
Guilherme me pediu para relaxar. Ainda tínhamos 40 minutos. Veio e me beijou.
E puxou o laço do biquini das minhas costas. Meus peitos foram expostos ao Sol. Institivamente, os cobri com as mãos. Tá maluco, que isso! Reagi. Relaxa, tem ninguém aqui, aproveita aí, respondeu o Guilherme vindo me dar mais um beijo.
Ainda sem reação, aceitei o beijo. O seus lábios quentes tocaram os meus gelados pela água. Senti sua mão então escapar e preencher meus seios. Sua boca deslizou pelo meu rosto até chegar à minha orelha com uma lambida. E depois ao meu pescoço com uma mordida. Virei a cabeça para cima e fechei os olhos por causa do Sol. Atraída involuntariamente, estendi minha mão até o seu pau que já começava a crescer entre os meus dedos.
Enfiei minha mão por dentro do short e pude ter certeza de que estava duro. Sua boca escorregou mais um pouco até tocar meus mamilos excitados. Duros e sensíveis. Soltei um suspiro. Mas caí em mim. Afastei o rosto de Guilherme. Pare, alguém vai nos ver, disse. Alguém quem, olhe ao redor, o mais perto está a mais de 200 metros, relaxa, vamos curtir, ele tentou me acalmar.
Olhei ao redor e, de fato, parecia que ninguém estava nem perto de nos ver. Virando a cabeça, vi o Cristo no alto enquanto Guilherme já estava de volta às suas investidas no meu pescoço. Soltei o cinto de corrida que estava na minha cintura. Então já que vamos curtir, vamos para valer, disse. Abri o cinto e peguei um bullet que sempre carrego comigo para situações emergenciais como essa. Dei na mão dele. Ele olhou por dois segundo e voltou rindo para me beijar.
Ele ergueu seu short até os pés. Tirei também o meu e sentei sobre a blusa do Gui. Abri as pernas convidando para brincar com a minha buceta. Ele ligou o bullet e começou a passá-lo pelos meus mamilos, desceu pelo abdomen, percorreu minha virilha, coxas, voltou e então encostou na minha buceta. Devagar. Em cima. Em baixo. Passava ao redor. Passou o dedo para se certificar de que aquele calor me deixava molhada. Guilherme aumentou a vibração do bullet e me beijou. Apertei firme seu pau. Fui surpreendida com ele derramando um pouco da água – não mais tão gelada – nos meus seios. Ela escorreu até minha buceta. Me inclinei para o lado e comecei a mamá-lo enquanto ele me masturbava. Chupava seu pau sem a pressa que um picolé requer no verão. Pelo contrário, desfrutava de cada centímetro da sua piroca. Tentava deixá-la bem babada. Peguei a garrafa d’água e botei um pouco na boca para chupá-lo. Ouvi Gui gemer com meus lábios e língua mais gelados.
Ele me puxou pelo cabelo e me ergueu. Me virou de lado de frente para o Cristo e começou a me comer de ladinho ali. Deu também o bullet na minha mão e o posicionei bem na minha buceta. Fazia meu brinquedo circular ao redor do meu clitóris enquanto ele me penetrava com movimentos curtos. Segurava na minha cintura para tentar facilitar. Atacava meu pescoço exposto.
Passei então para o lado dele. Rimos depois que sentimos o balançar do pedalinho e achar que ele ia cair. Mas ele se manteve firme. Sentei de costas no seu pau apoiando meus braços na parte frontal do pedalinho. Rebolei lentamente. Não tive coragem de sentar firme, tive medo de o pedalinho virar. Joguei meu tronco para trás para repousar no seu peito. Gui segurou firme nos meus dois peitos enquanto eu mexia o quadril com o vibrador na minha buceta. Ele me desejava com palavras doces e quentes. Minha pele ardia de tesão com o Sol na minha cara. Não havia um vento fresco para refrescar. Gui jogou mais água pelo meu corpo. Intensifiquei os movimentos. Queria gozar ali de frente para o Cristo, com essa linda paisagem. E então gozei. Beijei intensamente o Guilherme enquanto ainda rebolava no seu pau.
Saí então de cima dele e me sentei ao seu lado. Faltam 12 minutos só, disse olhando no relógio. É, mas eu não vou conseguir sair do pedalinho com o pau assim, respondeu ele rindo. Comecei então a chupá-lo no pedalinho. Chupava a cabeça do seu pau enquanto ele batia punheta. E seu pau então cuspiu seu gozo quente dentro da minha boca. O toque da minha língua pela ponta do seu pau arrancou gemidos de dentro dele.
E então estávamos prontos para voltar.