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Era uma manhã tranquila de outono com céu azul limpo e solzinho gostoso que esquentava a pele e a alma. Ana tinha me chamado para dar um passeio no veleiro dela e dormir por lá. Eu topei porque me parecia uma boa ideia. Cheguei superanimada com minha saída de praia, biquini, boné, bolsa com uma roupinha extra e duas garrafas de vinho branco para curtirmos o dia e a noite. Mandei mensagem quando cheguei na entrada da Marina, ela me mandou um áudio indicando onde estava o veleiro dela e uma foto também para ajudar. Andei pouco até chegar e vê-la abaixada fazendo algumas coisas de short, biquini preto na parte de cima e boné. Fiquei um pouco parada admirando aquele belo corpo trabalhado e esperando que ela notasse minha presença. Não demorou mais que dois minutos quando ela me viu com o celular filmando-a.

Ana sorriu, terminou o que estava fazendo e veio até minha direção. Me ajudou a subir e me deu um beijo com um abraço apertado. Me contou que havia dormido ali já na noite anterior para ir adiantando as coisas. Rapidamente, me mostrou onde ficavam as coisas. Me mostrou o cooler para guardar os vinhos. Me mostrou também o pequeno quarto que tinha que era onde iríamos dormir para eu deixar minhas coisas. Jogou meus chinelos lá dentro de uma sacola. Perguntou se eu já tinha passado protetor. Disse que ainda não. Ela me falou para passar logo porque esse sol estava enganando e já foi se abaixando para pegar na bolsa dela. Nem deu tempo de tirar minha saída de praia e ela já estava pronta com o protetor em mãos para passar por todo meu corpo. Suas mãos ficaram ainda mais macias com o creme. Passou nas minhas costas e me pediu para tirar o short para passar também na minha bunda. Desconfio que nessa parte ela tenha sido um pouco mais safadinha.

Fiquei de ajudante das últimas tarefas antes de partirmos. Ana me falou que iríamos até as ilhas Cagarras, que dava vista para Copacabana, e lá faríamos um churrasco, ficaríamos até o meio da tarde e depois voltaríamos.

Chegamos sem maiores problemas. Era minha primeira vez num veleiro. O Sol quentinho com a brisa fresca e as gotinhas do mar tornavam a companhia da Ana ainda mais gostosa. Ficava admirando sua técnica achando incrível como ela conseguia fazer aquilo sozinha. Enquanto ela trabalhava, eu pegava Sol. De frente, de lado, de costas. Aproveitei para ler um pouco A herança dos bem-aventurados da Ayobami Adebayo. Não demoramos a chegar. Como não sou especialista em ventos e veleiros, não sei se demoramos, mas quando vi no relógio, passava pouco das 11h e já tínhamos chegado.

Ana começou a organizar as coisas da mini-churrasqueira e agora eu pude ajudar porque de churrasco eu entendo um pouco pelo menos. Ela tinha uma peça de fraldinha e uma de picanha, abobrinha, berinjela, pão de alho, queijo coalho e um peixe.

Ela começou com pão de alho e os legumes.

Abrimos o vinho, mas ela disse que só podia beber uma taça porque depois ia ter que voltar para a Marina e que quatro ou cinco horas de intervalo eram suficientes para ficar de boa.

A comida começou a ficar pronta. Ana pegou um pote que tinha vinagrete – ou molho à campanha ou molho acompanha. Estavam uma delícia. Ela botou a fraldinha para fazer e ficou pronta rápido. Enquanto isso, ela se jogou no mar para refrescar. Joguei um cotonete para ela poder boiar. Ela disse que eu podia pular também, que era tranquilo. Mas preferi ficar no veleiro. Menos de 10 minutos ela voltou porque a carne já estava pronta. Ela se enrolou numa toalha e me abraçou, me arrepiando e deixando meus mamilos excitados. Nos beijamos ali enroladas. Tiramos a carne e comemos. Ficamos satisfeitas. Ela disse que deixaria o peixe, o queijo e a picanha para à noite ou quando tivéssemos fome.

Ana pegou uma Corona sem álcool para me acompanhar. Tomei um pouco de Coca zero, escovei os dentes e voltei para meu vinhozinho. O céu continuava limpo. Ana e eu reforçamos o protetor. Depois me deitei em seu colo. Conversávamos enquanto ela fazia carinho na minha cabeça. Como eu disse, era minha primeira vez num veleiro. Comecei a ficar enjoada. Cada vez mais. No início, tentei disfarçar. Mas aos poucos não deu.

Já passava das 14h. Ana disse que já já voltaríamos e que não precisávamos dormir no veleiro, que poderíamos ir para casa quando chegássemos na marina. Comecei a ficar cada vez mais enjoada. Ela me deu um comprimido de Dramin. Me orientou a ficar no centro do barco, onde mexe menos, para ver se melhorava. Falou que ia esperar um pouco para ver se eu melhorava para começar o retorno. Depois de uns 30 minutos, me sugeriu que me deitasse no quarto e ficasse lá repousando. Fiz isso e ela iniciou o retorno.

O escurinho ali, quentinho, a cama, o balanço e o Dramin me fizeram apagar completamente.

Não sei o que aconteceu nas horas seguintes. Acordei sozinha na cama e peguei o celular para ver que horas eram e eram 23h. Estava meio desnorteada ainda e custei a me lembrar que estava no veleiro. Fui me erguendo, vi meu celular com algumas mensagens, nenhuma da Ana. Me levantei, lavei o rosto e subi devagarinho as escadas. Estava tudo escuro. Ana estava sentada tomando o vinho que eu havia trazido enrolada numa toalha de camisão. Assim que cheguei na área externa, Ana se virou para trás e me viu. ‘Olha quem acordou, a Bela Adormecida’, falou rindo. Pedi desculpas, ela falou que não precisava pedir desculpas, que era normal isso acontecer e perguntou se eu estava melhor. Respondi que sim. Ela perguntou se eu a acompanhava no vinho. Balancei positivamente com a cabeça. Ela estendeu a mão me oferecendo seu copo, e eu tomei um gole. Minha boca estava seca e desceu bem. Nos demos um selinho e depois outro. Ela me puxou para dividir a toalha comigo. Sentia que seu cabelo ainda estava úmido, devia ter mergulhado quando chegou ou tomado banho. O ventinho um pouco mais frio do outono junto com o carinho da Ana nas minhas coxas me deixou arrepiada. Tive um tremelique e ri junto com Ana. Ela perguntou se eu queria uma toalha ou um casaco. Falei que aceitava. Ela foi lá pegar mais uma toalha e já voltou me envolvendo com ela. Seus seios balançavam livres por dentro da camisola. Se sentou um pouco atrás de mim e me envolveu com a toalha me puxando para encostar minhas costas nos seus peitos. Ficou me acariciando.

Apenas o barulho do mar e da nossa respiração enquanto dividíamos a taça de vinho. Eu passava para ela, ela para mim. Ana me beijou no lóbulo da orelha com a boca gelada do vinho e me puxou ainda mais para perto dela envolvendo os braços na minha barriga. Entendi o recado e inclinei a cabeça para a esquerda. Ela se aproveitou do meu pescoço exposto do lado direito para beijá-lo com delicadeza. Podia sentir os bicos dos seus peitos encostando nas minhas costas. E os meus também estavam bem duros. Deslizando as mãos pelos meus ombros, tirou a toalha de mim. Me segurou pelo queijo e girou meu rosto para trás para me beijar deliciosamente na boca. Segurei suas canelas para me equilibrar e não para de beijá-la. Serelepes, suas mãos arranhavam de leve meu pescoço, meu corpo, minhas pernas. Parecia querer me deixar toda sensível. E eu estava. Suas mãos viraram conchas que abraçaram meus dois peitos de uma vez com intensidade. O beijo esquentou ainda mais. Sua boca saiu da minha e escorregou pelo meu rosto passando pelo pescoço e chegando no ombro, puxando minha saída de praia e meu biquini. Desceu para a cintura para puxar a minha roupa, dei um saltinho para destravar e ela tirou minha roupa. Fiquei só de biquini, mas por pouco tempo. Ana soltou meu biquini deixando meus peitos expostos para a Lua.

Tomei um gole a mais do vinho.

Ana invadiu minha calcinha com sua mão e começou a me tocar e me sentiu molhada com o mar. Seu toque era doce assim como seus beijos com gosto de vinho. Me tocava deliciosamente. Bebi o resto de vinho que tinha na taça e a deixei de lado. Mexia meu pescoço dando espaço para sua boca, acariciava suas pernas. ‘Tira sua calcinha’, me pediu mansinho ao pé de ouvido. Dei um saltinho com a bunda para poder tirar e escorreguei o resto com o pé. Ana abriu bem minhas pernas e começou a me tocar com as duas mãos abrindo bem minha buceta. Ela tirou uma mão. E quando voltou estava com o Triumph na mão que eu não tinha visto ela pegar quando pegou a toalha. Começou passando a parte da língua por toda minha buceta. Descia e subia, passava em toda ela. Mordia os lábios e mexia nos meus peitos. Ficava mais quente e molhada. Ana percebia com meus gemidos e movimentos corporais. Ela trocou da língua para o sugador. Apertou meu rosto em direção a ela e me beijou mais. Ana percebeu que gozei quando minhas pernas tremeram e fui derretendo em seu colo.

Me recompus e me virei de frente para ela. Me sentei no colo dela beijando-a fervorosamente. Tirei sua camisola e vi seus peitos lindos ali sarrando nos meus. Nossos bicos se encontravam. Depois, puxei sua cabeça para afogá-la nos meus. Eu rebolava no seu colo enquanto Ana apertava minha bunda. Fazíamos confissões de prazer com um pouco de amor. A qualquer hora podia vir algo a mais.

E veio a chuva. Fina e silenciosa. Nos deixou ainda mais molhadas, agora no corpo inteiro.

Decidimos entrar e fomos para o quente quarto na parte de baixo do veleiro. Joguei Ana na cama e fui direto chupá-la. Podia vê-la passando a mãos pelos próprios peitos, roubei o lugar delas, e as de Ana foram nos meus cabelos. Me conduzia e rebolava no meu rosto. Me pedia para chupá-la.  Enfiei os dois dedos nela enquanto chupava para fazer se contorcer e gemer na cama. Os gemidos escapavam e faziam eco ao mesmo tempo no pequeno quarto. Não demorou para que ela gozasse na minha boca. Continuei chupando enquanto gozava que a levou a loucura e a fiz empurrar minha cabeça enquanto buscava ar. Escalei seu corpo até chegar na sua boca e beijá-la. Nos esfregamos nos beijando enquanto começávamos a suar.

Ana me colocou de lado, de conchinha e voltou a me tocar com o Triumph. Rebolávamos juntas com os corpos coladinhos e sincronizados. Apertava com tudo meus peitos. Me virou ainda mais e montou em mim de bruços. Metia o sugador na minha buceta e mordia meu pescoço, puxava meu cabelo, arranhava minhas costas. Ficou irresistível. Ela deixou o Triumph na minha mão e passou a me explorar com as duas mãos e a boca. Sentia sua buceta roçar na minha bunda e gozei de novo me virando imediatamente para beijá-la.

Caímos de lado e ficamos ali nos acariciando. ‘Fiquei com medo de ter estragado o nosso passeio’, falei enquanto ajeitava seu cabelo e beijava seu rosto. ‘Foi maravilhoso e ainda nem acabou’, me respondeu. ‘Acho que já parou de chover. Você está com fome? Ainda tem comida’. Disse que sim. Ela subiu e botou só a cabecinha para fora e voltou para avisar que não chovia mais.

Subimos, Ana acendeu a churrasqueira, que passou a servir também de lareira. Fizemos o peixe, o queijo e mais pão de alho enquanto tomávamos o restante do vinho

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