- Blog, Contos Eróticos
- fevereiro 12, 2026
Não tínhamos chegado tão cedo na praia, mas ficamos jogando várias partidas de futevôlei, uma atrás da outra, porque estava a galera toda lá na rede. Tomamos açaí, mate e comemos um queijo coalho cada um. Não mais que o suficiente para segurar a fome até a janta. Chegamos em casa exaustos. Antes, tiramos o excesso de areia no chuveiro do prédio. Largamos as coisas na cozinha e fomos tomar banho. Pedro parou antes para tomar água enquanto eu fui ligando o ar-condicionado do quarto e indo para o banho. Fazia muito calor no verão carioca. Nossa pele queimada e ainda melada da mistura de protetor, suor e sal pedia um refresco. Decidi tomar banho frio. Pedro chegou alguns segundinhos depois de eu ter entrado reclamando do cansaço.
Abriu a porta do boxe e deixou escapulir um ‘caralho, que isso’ quando sentiu a água gelada cair no seu corpo. Respondi que estava muito calor e que tínhamos que nos refrescar. Ensaboei seu corpo todo e comecei a brincar com o seu pau no banho enquanto beijava sua nuca. Ele se animou, mas novamente reclamou do cansaço e que não ia conseguir transar ali. Depois, foi a vez dele me ensaboar. Se dedicou, me beijou, até me tocou um pouco. Senti seu pau dar sinal de vida se levantando para tocar minha bunda e logo cair novamente algumas vezes. Acabamos o banho com um beijo gostoso. No quarto já gelado nos sentimos no polo norte. Mas estava uma delícia depois de horas e horas na praia.
Fomos direto para a cama, sem roupa, só com a coberta. Dei alguns beijinhos nele, passei a mão levemente pelo seu corpo esperando alguma reação ou empolgação. Mas nada aconteceu. Pedro parecia exausto mesmo e não demorou a apagar ao meu lado. Eu mexi um pouco no celular, levantei para pegar água e aproveitei para cochilar um instante também.
Acordei e o vi estirado ao meu lado. Mais um pouco eu botava os dedos no seu pescoço para checar os sinais vitais. Não foi necessário por causa da respiração pesada e do ronco fraco que saíam da sua boca e do seu nariz.
Pensei em começar a me tocar ao seu lado para que ele acordasse e me visse excitada.
E foi isso que eu fiz.
Virei para o lado, peguei um pouco de lubrificante, passei na minha buceta e comecei a me tocar. Devagarinho. Bem devagar, ficando mais excitada aos poucos enquanto o via dormir. Minha respiração foi ficando tão pesada quanto a dele. Não sabia se eu deveria fazer barulho ou não. Soltei um, dois e três gemidos tímidos. Comecei a ficar expansiva. Passei um pouco mais de lubrificante e comecei a tocar seu pau. Me surpreendeu que ele não tenha acordado com o gelado do lubrificante. Me deitei novamente e comecei a masturbá-lo levemente enquanto fazia o mesmo na minha buceta. De repente, ele esboçou alguns sinais de que ia acordar. Uma tosse, se mexeu e seu pau escapou da minha mão.
Abri a gaveta, peguei o egg. Sentia seu pau enrijecer aos poucos, ainda sem firmeza.
Descobri nós dois então e me pus de joelhos em frente ao seu pau para chupá-lo. Agora ele tinha acordado. Demorou a entender o que acontecia até ver seu pau inteiro na minha boca e eu chupando bem molhado. Podia ficar ainda mais duro. Joguei mais lubrificante e encaixei o egg no seu pau para masturbá-lo. Pedro soltou alguns gemidos e suspiros. Se ajeitou levemente na cama para me ver melhor.
Eu desci e chupei suas bolas. Desci um pouco mais e cheguei no seu cu. Comecei a lamber e dar beijo grego nele, que abriu as pernas por completo para que eu me acabasse de chupá-lo. Agora, podia sentir seu pau completamente duro dentro do egg na minha punheta enquanto meus lábios e língua brincava com seu cuzinho.
Senti que ele estava pronto e me virei e me sentei na cara dele. Passei minha buceta molhada na cara dele o fazendo me chupar enquanto eu brincava com o egg no seu pau. Pedro chupava suavemente, ainda que intensamente. Mas eu queria mais.
Eu queria dar.
Saí de cima dele e me estiquei para o lado para pegar o Clop. Tirei o egg e encaixei o anel peniano no seu pau e fui por cima dele. O Clop encaixou certinho no meu clitóris enquanto eu rebolava, fincava minhas unhas no peito de Pedro, que apertava delicadamente meus seios. Me inclinei para frente para que chupasse meus mamilos eretos. Primeiro o direito, depois o esquerdo. E por fim espremi sua cara entre eles. Pedi silenciosamente para me bater na bunda. Me deu três palmadas na nádega esquerda. Dá na outra, pedi. E mais três foram dadas na esquerda. Rebolei mais intensamente no seu pau. Aumentei a velocidade do Clop para gozar. Apertei seu pescoço cada vez mais à medida que eu me aproximava do orgasmo, e seus pedidos para que eu gozasse mal tiveram força para sair.
Gozei. E queria mais. Deixei meu corpo cair sobre o do Pedro e o beijei com o calor do Rio. Me fode de quatro, pedi. Ele me empurrou e me virou de quatro. Me pôs de quatro bem empinadinha para ele. Antes de me penetrar, beijou minha bunda, chupou meu cu e deixou mais umas palmadas.
Quando começou a me foder de quatro, me pegou pelo cabelo para virar meu rosto em sua direção. Disse que queria ver minha cara de safada olhando para ele. Me perguntou se era isso que eu queria. Falei que sim. E pedi mais. Pedi para me comer. Pedi para me bater. Pedi para gemer para mim. E ele fez tudo. Me comia forte. Deu o Clop na minha mão, e eu mesma o encaixei no meu clitóris. Tirava e botava. Estava muito gostoso. Mas não conseguia mantê-lo na minha mão de tão forte que me fodia. Pedro botava e tirava tudo quando de repente gemeu mais alto e caiu para o lado. Estava com câimbras.
Achei que o sexo acabaria ali.
Me deitei ao seu lado acariciando seu pau e deixando beijos pelo rosto. Ele esticava a perna para alongar. Perguntei se queria que eu alongasse. Me pus de joelhos à sua frente e levantei sua perna reta para alongá-la toda.
Não resisti.
Peguei um pouco mais de lubrificante, passei nas pontas dos dedos e fiquei brincando com o cuzinho do Pedro enquanto levantava suas pernas.
Ele melhorou rapidinho com meu tratamento. Me puxou para cima dele e me beijou para logo depois me virar e vir por cima de mim. Encaixou o Clop no seu pau e voltou a me comer. Começou bem devagar. Sentia cada pedaço do seu pau entrar e sair. Nos encarávamos. Nossos olhos pediam mais.
E assim foi feito.
Ele aumentou a intensidade. Colou seu corpo no meu para o Clop me pegar ainda mais. Eu ia gozar de novo. Consegui contornar seu quadril com o braço e encontrar seu cu com o meu dedo do meio. Passei a fazer fio-terra nele enquanto me comia. Colou sua boca gemendo no meu ouvido. E eu fiz o mesmo. Arrastava seu corpo sobre o meu para me penetrar. O Clop sugava meu clitóris.
Avisei que ia gozar. Ele também.
Botei mais intensidade no seu cu. Ele passou a meter mais fundo e deixar mais o Clop no clitóris. E então chegamos ao orgasmo juntos. Numa orquestra desorganizada de gemidos, perdemos as forças com os corpos colados. Caímos melados e gozados lado a lado. Pedro pegou seu copo d’água e me ofereceu. Pedi um minuto para respirar. Ele molhou os dedos e jogou gotas de água gelada pelo meu corpo. Meus mamilos ficaram ainda mais duros com o choque-térmico. E ele os beijou com vontade. Depois, veio até minha boca para me beijar mais uma vez.