- Contos Eróticos
- dezembro 25, 2025
Saímos da piscina, e eu fui no mercadinho que tinha embaixo do prédio para comprar umas cervejas enquanto a Isa foi indo para casa. Não demorei muito e quando cheguei ouvi o barulho do chuveiro ligado. Espiei um pouco escondido as curvas dela sendo molhadas pela água fresca. Fui rapidamente na cozinha e voltei com uma cerveja me fazendo inocente. Silenciosamente, me sentei no vaso para observá-la. Ela me viu e me mandou um beijo. Não entrei no box. Fiquei admirando seus peitos, coxas e bunda. Isa passou a se ensaboar mais devagar e a mexer um pouco mais seu corpo. Eu tomei um gole da cerveja. E fui obrigado a jogar elogios eróticos em sua direção.
Ela não desviou de nenhum. Pelo contrário, acertei todos em cheio. Passou a se exibir mais para mim. Dei mais um gole na cerveja que já não matava minha sede. Me chamou com apenas um dedo e depois passou as mãos nos próprios peitos. Apoiei a cerveja no chão. Tirei a blusa. Segui sentado. Tomei mais um gole e fiquei de pé. Deixei a garrafa na pia dessa vez. Isa começou a se tocar para mim. Metia a mão entre as pernas e me chamava com o toque na própria buceta. Tirei o short e a cueca, meu pau surgiu ainda meia bomba. Abri o vidro e entrei com cuidado. Chegamos bem perto até nos beijarmos. Meu piru saltou e se pôs ereto entre nossas barrigas. Isa fez questão de deixá-lo bem molhado enquanto começava uma punheta lenta e gostosa. Apertei sua bunda trazendo seu corpo para mais perto do meu.
Como eu amo a bunda dela! Uma bunda feita na medida certa para mim e para ela.
Me atacou no queixo com uma mordida e depois deslizou. Lambeu meus mamilos com vontade e até apertou um pouco eles com os dentes. E deslizou mais. Chegou no meu pau e abocanhou ele. Adoro essa chupada. Chupou meu pau, meu saco e minha cabeça. Lambeu da base até o topo, brincou com meu saco e deixou uma mão escapulir além do meu saco. Eu sabia o que ela queria. Afastei minhas duas pernas e abri caminho para ela começar o fio-terra. Com as mãos molhadas, passou o dedo na entrada do meu cu enquanto engolia a cabeça do meu pau e passava a língua nela sem parar. Começou a pressionar meu cu, me arrancando gemidos e me fazendo apertar ainda mais o cabelo dela.
A trouxe para cima e a botei na parede. Chupei seus peitos que preenchia minhas duas mãos. Suas unhas invadiam meu cabelo e arranhavam minha cabeça. Me pus de joelho à sua frente. Isa levantou uma perna para botar sobre meus ombros, e comecei a chupá-la. Uma mão minha subiu para apertar firme seus peitos enquanto a dela empurrava minha cabeça contra seu sexo molhado. Chupava firme. Bebia o caldo quente de prazer que saía dela. Gemidos que lutavam pelo espaço com a queda d’água. Passei a chupar e sugar mais sua buceta, pressionava e arrancava sua respiração do peito.
Isa me pediu para comê-la. Queria ser penetrada. Segurei sua perna levantada e meti. Movimentos curtos enquanto nos beijávamos. Seu peito balançava na minha frente. Mas me faltava mão para segurá-los e minha boca estava distante demais. Sem problema. Isa brincou com seus lindos peitos por mim. Mordia os lábios a poucos centímetros de mim enquanto eu ofegava na sua cara. Me empolguei e a peguei no colo pela bunda. Nossos corpos grudaram, Isa mordeu meu trapézio e fincou as unhas nas minhas costas. A ergui e desci três, quatro ou cinco vezes e notamos que seria um risco de acidente. Com os quatro pés no chão, nos beijamos. Meu pau roçava na entrada da sua buceta entre suas coxas bem molhadas. Meti na sua coxa encostando no seu clitóris. Meu pau pulsava ali.
Se virou de costas para mim. Botei meu pau no meio da sua bunda e fiquei brincando com ele ali. Deslizava para cima e para baixo. Já estava lotado de prazer.
Olhei para o lado e vi nosso parceiro de banho. Peguei o Pulpi e dei na mão dela. Ela se virou para trás, deu um sorriso safado, abriu um pouco a perna e colocou a vibração na buceta. Aproveitei o gemido que fugiu da sua boca com a sucção para penetrá-la com meu pau. Primeiro, movimentos lentos e longos, botava e tirava tudo. Mas o tesão e o descontrole iam tomando conta de nós, e o ritmo foi aumentando, cada vez mais. O box virou uma confusão de barulhos, com o impacto dos corpos, a água, os gemidos. Senti a Isa chegar ao orgasmo quando suas pernas tremeram e seu quadril começou a subir e descer sem ritmo. Chegou para frente fazendo meu pau escapulir. A puxei para trás para abraçá-la e beijar sua nuca, bochechas e acariciar todo seu corpo. Minhas pernas também bambearam..
Isa abriu a porta de vidro e me puxou pela mão. Me pôs sentado no vaso, pegou a cerveja, deu um gole e depois me ofereceu virando a garrafa na minha boca antes de colocá-la novamente na pia. Veio por cima com os braços apoiados nos meus ombros e engolindo todo meu pau com a sua buceta. Deixou meu pau latejando dentro dela enquanto nossos peitos se agarravam e a gente se beijava. Começou a rebolar bem devagarinho. Apertei firme sua bunda gostosa e dei um tapa. Depois outro. E mais um. Ela me pedia para bater mais. Segurei seu pescoço e cuspi letras de tesão e amor na sua cara. Isa me provocava com suas palavras. Me desafiava a querer mais. E como eu queria comê-la! Minhas mãos a levantavam. Queria sua quicada gostosa. Ela entendeu. Começou a quicar vorazmente em mim. Seus peitos sarravam no meu rosto, e eu tentava alcançá-los com a boca. Fiquei com a língua de fora para lamber seus mamilos. ‘Não para’, pedi, ‘Vou gozar, não para, Isa’. Ela não parou. E eu gozei. Entornei meu desejo todo dentro dela enquanto nos beijávamos freneticamente.
Isa seguiu rebolando no meu pau até senti-lo encolher dentro dela. Seus movimentos também ficaram encolhidos até pararem e restarem apenas línguas se envolvendo.
Nos levantamos, e Isa deu mais um gole da cerveja. E outro para virar e acabar com ela.
Entramos de volta no box. Mas agora ligamos a água quente para relaxar.