- Contos Eróticos
- janeiro 1, 2026
‘Posso dormir na casa do Bruno?’, ouvi do Pedrinho, meu filho, ao telefone no fim da tarde de sexta. Eu estava a caminho da escola para buscá-lo, mas o trânsito ia me fazer demorar mais uns 20 minutos. ‘Mas os pais dele deixaram?’, perguntei. Ele respondeu que sim, e então pedi para falar com o pai dele. Ricardo atendeu do outro lado da linha com sua voz marcante que eu já conhecia. Ele disse que estava tudo bem e que levaria o Pedrinho de volta amanhã depois do almoço. Agradeci e pedi o endereço, pois ia passar em casa e pegar umas roupas para deixar na casa dele um pouco mais tarde. Ele recusou, mas eu insisti.
Cheguei em casa, tomei banho, comi uma coisa e organizei a mochila do meu filho para levar. Um pijaminha, duas roupas para brincar, sunga para caso quisesse ir à piscina no dia seguinte, uns bonecos e uma roupinha de Homem-Aranha. E peguei o remédio dele.
Fui até lá quando já passava das 20h. Cheguei, estavam todos jantando cachorro-quente. Fui convidada para ficar enquanto comiam. Comi metade de um cachorro-quente. As crianças estavam empolgadas e mal sossegavam na cadeira. Entraram para o quarto, onde as brincadeiras devem ter melhorado pelo barulho dos gritos. Eu e Ricardo conversamos na sala, mas deu minha hora de ir. Dei a mochila do Pedrinho a ele explicando onde estava cada coisa. Comecei a procurar o remédio dele pela mochila e não achava de jeito nenhum. Comecei a ficar preocupada pensando que tinha esquecido. Comecei a tirar tudo da bolsa até que achei. Quando vi, estava com toda minha bolsa espalhada pela mesa, e Ricardo me olhando sem graça;
Comecei a guardar tudo e então me reparei com o meu Liora jogado na mesa. Na afobação, não vi que o tinha tirado. Minhas bochechas ruborizaram, peguei, tentei escondê-lo na mão, mas era tarde demais. Botei lentamente dentro da bolsa. Dava para perceber que o rosto dele também estava corado. ‘Esse deve ser dos bons’, disse meio sem graça. Catei o resto com um pouco mais de agilidade. Nos despedimos. Chamei o elevador. Demorou para chegar. Ficou aquele silêncio. Ele com a porta aberta me olhando. Eu constrangida. Chegou. Dei um tchauzinho sem nem virar muito o rosto para ele que me observava.
Cheguei lá embaixo. Minha bolsa estava uma bagunça só. Comecei a procurar a chave do carro sem parar, esvaziei minha bolsa na mesa que havia na portaria e não achei. Provavelmente, eu tinha esquecido lá em cima. Respirei fundo. Teria que voltar. Respirei mais um pouco. Chamei o elevador.
Toquei a campainha.
Ouvi as vozes das crianças correndo. E depois a do Ricardo pedindo para elas esperarem para que ele pudesse ver quem é. Pedrinho e Bruno ficaram eufóricos com a minha chegada. Me pediram para ficar e brincar com eles, assim como Ricardo estava fazendo. Tentei falar que só tinha esquecido a chave de casa. Mas Ricardo reforçou o pedido para ficar brincando. Aceitei. Botei minha bolsa na cadeira e a chave dentro dela.
Como já era tarde, as crianças não renderam muito na brincadeira. Pouco depois das 22h já começavam a dar aqueles sinais claros de cansaço. Ricardo entrou para ajeitar as camas. Dei um beijo no meu filho de boa noite para me despedir.
Ricardo pôs os dois na cama e voltou para a sala, onde eu esperava em pé já com a bolsa nos ombros. ‘Quer uma água?’, me ofereceu. Aceitei. Ele voltou com um copo gelado. ‘Não quer ficar um pouco? Tenho dois vinhos aqui para tomar, se quiser’. O convite me pegou de surpresa. Olhei para ele com a boca cheia d’água, que desceu devagar. Não esperava por essa e acabei aceitando. Ele tirou a bolsa dos meus ombros e botou na cadeira. Me chamou para beber na varanda para aproveitar a brisa fresca da noite. Me sentei lá fora, e Ricardo logo surgiu com o vinho. Ele botou uma música na tv, que dava para ouvir bem baixinha de onde estávamos. Conversamos um bocado. Depois de uma garrafa de vinho, estávamos bem mais soltinhos. Os olhares de desejo já não eram mais tão tímidos, nem os sorrisos. Quando foi pegar a segunda garrafa de vinho, Ricardo veio em minha direção, se inclinou e aproximou seu rosto do meu. Nos vimos tão próximos que nossos olhos quase se tocaram. Mas foram os lábios que se encontraram num beijo leve, curto, mas demorado.
Voltou com o vinho para encher as duas taças e me deu mais um beijo.
O papo continuou fluindo. E de repente Ricardo perguntou como funcionava o Liora que eu tinha deixado na mesa, que nunca tinha visto aquele. Expliquei que era um vibrador com sugador que colocava na calcinha e podia controlá-lo por app ou pelo controle. Ele ficou acompanhando minha explicação com os olhos fixos nos meus lábios e um leve sorriso. Terminei de explicar e ele apenas balançava a cabeça, e o silêncio tomava conta.
O surpreendi.
‘Quer ver como funciona?’, perguntei.
‘O que?’, disse levantando as sobrancelhas.
‘O Liora. Quer ver como funciona?’, repeti.
‘Pode ser, pode ser’, ele respondeu tímido, mas com olhos brincando e se ajeitando na cadeira.
Fui até a bolsa e depois ao banheiro para colocá-lo. Voltei e dei o controle na mão dele.
‘Agora é com você’, disse.
Ricardo não sabia se ligava de imediato ou se esperava. Eu disse para ligar logo e já comecei a sentir a vibração gostosinha na minha buceta. ‘Ligou?’, ele me perguntou porque não ouvia nada. Continuamos conversando, mas minha fala já mudava de tom e ritmo. Ele aumentou a vibração antes de me servir mais vinho.
Ele falava, eu mordia meus lábios e mexia o quadril. Ele se sentou mais próximo de mim. Depois, pôs sua cadeira ao meu lado e me beijou. Ele veio suave, mas eu o beijei com intensidade e agressividade. O puxei pela camisa. Suas mãos repousaram nas minhas coxas e depois deslizaram para cima subindo meu vestido. Instintivamente abri as pernas. Ricardo não avançou. Mas eu sim. E fui com a mão direto no pau dele e pude senti-lo duro na minha palma. Ele aumentou a vibração. Eu dei o próximo passo e meti a mão por dentro do seu short apertando bem seu pau. Ricardo escorregou sua mão até a minha buceta e encontrou o Liora. ‘Esqueci’, sussurrou antes de tirar a mão e subir para o meu peito. Apertou com tudo.
‘Não é melhor a gente entrar?’, perguntei.
Ele concordou. Disse apenas para guardar o vinho. Quando nos levantamos, ele aumentou a vibração mais uma vez. Olhei para trás, ele andava com as mãos ocupadas para a cozinha. Segui suas instruções e cheguei no quarto. Fui rapidamente ao banheiro me ver. Saí, Ricardo entrava no quarto e fechava a porta silenciosamente.
Fui em sua direção. Ele me beijou calorosamente e logo puxou meu vestido para tirá-lo. Apertou meus peitos antes de tirar meu sutiã. Antes que eu pudesse, ele tirou a própria blusa e colou seu peito no meu. Nos beijamos. Ele pegou minha bunda me fazendo ficar na ponta do pé. Sentia seu pau pulsar pelo short e me cutucar acima da calcinha.
Minha boca deslizou da sua boca, escorregando por todo seu corpo com beijos e lambidas até chegar no seu short, que tirei com as mãos, fazendo seu pau saltar e me permitindo botá-lo na boca. O chupei inteiro. Comecei a babá-lo enquanto brincava com suas bolas. Ele aumentou uma vibração. Eu mordi os lábios o comendo com os olhos batendo uma punheta no pau babado. Chupei a cabeça do seu pau e depois até a base. Ele me pegava firme pelo cabelo e me levantou. Me jogou na cama. Tirou cuidadosamente a calcinha e deixou o Liora de lado. Beijos e arranhadas nas minhas coxas. E caiu de boca em mim. Chupou minha buceta botando toda na sua boca. Sua língua balançava me lambendo de cima a baixo. Me penetrou com dois dedos e me chupou mais. Tentava me arrancar gritos, mas tinha que fazer silêncio. Comecei mordendo minha mão depois a parte interna do cotovelo até pegar um travesseiro para enfiar na minha própria cara para abafar meu orgasmo.
Ricardo me beijou carinhosamente as coxas e veio escalando meu corpo até tirar o travesseiro do meu rosto e tomar conta da minha boca. Apertei sua bunda pressionando seu quadril contra o meu. Ele se ajeitou e seu pau entrou em mim ereto por inteiro. Movimentos lentíssimos eram acompanhados pelos beijos longos e línguas insaciáveis. Minhas unhas se arrastavam pela sua pele. Ele fincava as suas entre os meus cabelos. Suas metidas arrancavam gemidos ofegantes silenciosos.
Ele se ergueu. Botei meus pés em seu peito e abri bem as pernas. Ele me fodeu ali evitando o barulho. Peguei o Liora e botei na minha buceta. Mas começou a ficar muito gostoso. Me deu vontade de gemer muito alto. Tirei. Botei de novo. Botava um pouco e tirava. Apertava meus próprios peitos.
Ricardo caiu com seu corpo sobre o meu, e rolamos para o lado. De repente, eu estava por cima quicando lentinho nele. Apenas um movimento curtinho de quadril. Entra e sai. Rebolei gostoso no pau dele. Suas mãos brincavam com meus peitos. Me virei e comecei a sentar de costas para botar o Liora na minha buceta. Rebolei gostoso. Ele deu um tapa na minha bunda que fez mais barulho que o esperado. Me inclinei para frente segurando seu pé e mordendo suas pernas enquanto o Liora me sugava e Ricardo me penetrava.
Preenchi minha boca com sua pele para não gemer alto. Ricardo anunciou que ia gozar. E eu estava quase lá também. Sincronizados, chegamos ao orgasmo e caímos.
Me ajeitei para me deitar no seu peito. O silêncio só era quebrado pela respiração pesada.
‘Você dorme aqui?’, me perguntou.
‘Sim, acho que é melhor’, falamos sussurrando.