Blog Désir Atelier

Conto Hétero

Desde que o Miguel nasceu, não estávamos mais vivendo a nossa intimidade. De alguma forma, eu e Bernardo havíamos nos tornado mãe e pai do Miguel e deixado de ser marido e mulher. Ele havia nascido em outubro, já era maio, tínhamos transado duas vezes desde então, mas parecíamos desconectados ou estarmos fazendo por obrigação. Não era culpa minha, nem dele. Mas nossa. Permitimos que a ausência se tornasse rotina. Talvez o mais lógico fosse esperar o Dia dos Namorados ou o aniversário de casamento para tentar planejar algo especial ou fazer um sexo especial. Mas eu simplesmente não queria esperar mais um mês. E nem era porque eu estava morrendo de tesão ou algo assim, era justamente porque sentia falta de ser desejada, estimulada e ver meu tesão crescer e ser despertado.

Por isso, resolvi preparar algo especial para o Dia das Mães. Afinal, Miguel havia sido concebido através do sexo, e eu como mãe também tinha o direito – e talvez o dever – de transar e gozar muito.

Como ia ser meu primeiro Dia das Mães, não escolhi o domingo como a data para isso, mas o dia anterior, o sábado.

Então, pedi para os meus pais ficarem com o Miguel para que eu tivesse um dia livre com o Bernardo.

E o que planejei? Ficarmos na intimidade, livres, sem pressão, mas próximos, com contato, pele com pele, olho no olho.

Depois de deixar o Miguel na casa dos meus pais, voltei para casa. Falei para o Bernardo para caminharmos e depois darmos um mergulho na praia. Ele topou de cara. Estava Sol, mas não muito calor. A brisa fresca da orla batia em nossos rostos. Ora conversávamos, ora ficávamos em silêncio.

Quase uma hora depois, fomos dar um mergulho. Molhados, ficamos sentados na areia secando e conversando com tranquilidade. Bernardo me pediu para mandar mensagem para os meus pais para saber como Miguel estava. Disse que se acontecesse algo eles iriam me ligar, que eles sabiam cuidar de um bebê.

Já havia passado um pouco a hora que costumávamos almoçar, então decidimos fazê-lo logo ali por perto. Quando voltamos para casa, falei para ele que não precisava tomar banho, que já íamos sair, que era só para ele pegar uma cueca, uma bermuda e uma camisa.

Ele me olhou surpreso, me perguntou se íamos para a casa dos meus pais, mas neguei. Falei que íamos aproveitar o dia. Ele suspeitando, mas fez isso. Eu já estava com uma pequena bolsa também separada. Peguei o carro e o guiei para um motel que tem a beira-mar, com uma bela vista. Ele ficou me olhando como criança, todo animado, como se fôssemos adolescentes.

O quarto era grande, tinha banheira e uma piscina na varanda, que tinha uma bela vista.

Assim que entramos, peguei seu celular e guardei na minha bolsa.

E o plano era esse. Ficar ali, se curtir e deixar rolar, sem forçar nada.

Sugeri que fôssemos à piscina. Ele topou.

Entrei, ele checou o frigobar. Me perguntou se eu queria algo. Apenas uma água.

A brisa fresca, o Sol já começava a baixar de intensidade depois das 16h, as ondas lá embaixo sacudiam o mar. Me aproximei do Bernardo e o beijei. Não sei explicar, mas aquilo parecia ter algum grau de ineditismo.

Em silêncio, nos acariciamos levemente e trocamos alguns beijos. Sempre suaves, lentos. Saí da piscina para pegar o vinho que eu tinha levado. Servi uma taça para cada e voltei para a piscina.

Brindamos e ficamos mais próximos.

Toquei sua coxa e deslizei minha mão até o seu pau para sentir se estava duro.

Não estava.

Dei um beijo na boca do Bernardo e depois uma chupadinha no pescoço.

Senti seu pau pulsar e crescer na minha mão.

O Sol caiu. E a piscina foi ficando fria com o ventinho que batia.

Decidimos entrar.

Enchemos a banheira de água quente e entramos. Eu tirei a roupa. Bernardo quase entrou de cueca, mas o mandei tirá-la.

De frente um para o outro, nossas pernas se esbarravam. Eu forçava o contato, roçava minha perna na dele, percebi que ele deixava e roçava de volta. Meus pés começaram a ficar sapecas e se arrastavam descompromissadamente pela sua barriga, peito, braços, quase uma massagem.

Até que não pude deixar de passar pelo seu pau. Agora o senti bem duro. Ele riu para mim. Eu ri de volta. Ou eu ri primeiro e ele riu de volta. Coloquei o outro pé e então comecei a brincar com os meus pés no seu pau. Bernardo tocou minhas pernas e as massageou. Suspirou um pouco.

Ele pegou meu pé direito e o beijou e foi descendo pela minha canela, joelho até me puxar para perto. Nossos corpos e bocas colaram com seu pau entre nossas barrigas. Nos encaixamos sentados de frente. Eu rebolei lentinho. Me voltei para a ponta da banheira e o puxei para se encostar em mim. Passei a mão pelo seu peitoral, abdome, ombros, arranhei de leve sua pele, brinquei e parei repetidamente com seu pau. Apalpei suas bolas e desci a costura ameaçando tocar seu cuzinho. Ele abria a perna pedindo. E então toquei seu cuzinho um pouco. Isso tudo acontecia enquanto eu beijava sua orelha, seu pescoço. Ele suspirava, relaxava, eu o elogiava.

Bernardo nos sugeriu ir para cama, disse que queria me sentir. Eu topei.

Nos enxugamos.

Eu me deitei. Bernardo me pediu para ficar de costas e eu obedeci.

Seu pau rígido apontava para cima me querendo.

Ele se sentou sobre mim e começou a me massagear. Podia imaginá-lo feroz vindo para cima de mim me comendo. Mas ele foi sem pressa. Massageou meus ombros, meus braços, meu trapézio e meu pescoço.

Passou os dedos pelos fios dos meus cabelos e deu uma arranhadinha por ali e pelo meu pescoço para me deixar arrepiada. Desceu sua mão firme pressionando minhas costas. Se inclinou para me beijar o pescoço e sussurrar ao pé do ouvido.

Continuou descendo. Massageou minha bunda, minhas coxas e panturrilha. Depois, esfregou seu corpo pelo meu. Senti seu pau quente roçando para cima e para baixo no meio da minha bunda.

Bernardo me virou.

E depois de tanta faísca, pegamos fogo.

Nos beijamos apaixonadamente. Entrelacei minhas pernas no seu quadril. Seu pau ainda não me penetrava, mas roçava na minha buceta babada. Nossos mamilos se encontravam e se desencontravam me excitando. Ele segurou firme meu rosto e meus cabelos para me beijar.

E como quem se livra de uma chave de jiu-jitsu, percorreu meu corpo com a boca até se lambuzar na minha buceta. Começou enchendo a boca com uma linguada e uma chupada e passou a me chupar como louco. Eu podia gemer o quão alto eu quisesse e assim eu fazia. Ele preencheu as mãos com meu peito. Me chupou sem parar. Eu estava com muito tesão e não custei a gozar. Me contorci. Voltei a gozar. Espremi seu rosto com as coxas e dessa vez ele não conseguiu se livrar.

Quando conseguiu, subiu com a cara lambuzada para me beijar. O empurrei para trás. Também queria chupá-lo. Ele ficou de joelhos, inclinado para trás. Eu de quatro mamando seu pau. Me excitava vê-lo não olhando nos meus olhos, mas para o espelho admirando minha bunda empinada. Me dava tapas.

Mas eu queria que ele me comesse. Me come, eu pedi.

Ele me jogou na cama.

Antes que viesse sobre mim, saí da cama. Ele ficou sem entender. Fui num pé buscar o Boo by Désir e voltei no outro.

Ele me olhou sorrindo sem saber como era. Encaixei o Boo na minha buceta e pedi para me foder. Liguei o vibrador que me estimulava por dentro e por fora. E Bernardo metia em mim ao mesmo tempo.

Abriu toda a minha perna e meteu com vontade em mim.

Me via no espelho e me excitava me reencontrando com meu corpo e com o prazer.

Meus peitos balançavam. Logo Bernardo os agarrou.

Jogou seu peso sobre mim. Nossos corpos lutavam para ocupar o mesmo espaço. Nos declarávamos.

Ele me agarrava o rosto.

Meu marido estava excitado como há tempos não o via. O Boo com seu pau me levava à loucura. E assim gozamos logo. Senti seu pau pulsar e jorrar todo seu prazer dentro de mim enquanto minhas pernas estremeciam ao redor da sua cintura. Nesse momento, não era possível beijar. Sentíamos o peito do outro explodir tentando respirar. Senti seu pau ficar duro por mais um momento antes de amolecer e aos poucos sair da minha buceta.

Caímos lado a lado, de frente um para o outro. Muita coisa passava pela cabeça, mas quase nada era dito com a boca. Os olhos brilhavam e o sorriso tomava conta.

Recuperados, decidimos ir tomar um banho. Nos sentamos depois nus na varanda para ver a noite. E então fomos embora.

Pegamos Miguel na casa dos meus pais e fomos à nossa.

Confesso que custei a dormir. Estava excitada e radiante de termos voltado a ser marido e mulher.

E então peguei no sono pesado depois de um dia desses.

Na manhã seguinte, teria dormido até mais tarde.

Mas acordei com Bernardo me dando beijinhos sutis pelo corpo. Percorreu o ombro, os braços, e a bunda. Quando me dei por mim, ele já estava todo assanhado abrindo minhas pernas. Beijou a parte interna das minhas coxas, uma mordidinha e começou a me chupar.

Olhei para a porta, que estava fechada, e tranquei a boca cerrando os dentes nos lábios de baixo.

Ele me chupou gostoso, sem pressa, sua língua percorria minha buceta de cima a baixo, e foi fácil me fazer gozar de novo.

Então se deitou ao meu lado, pegou o Boo que tinha separado e deu na minha mão. Se encaixou de conchinha em mim e começou a me comer de ladinho. Gostoso. Tocamos um ao outro. Carinhos leves e alguns apertões no peito um pouco mais intensos.

Fui virada de bruços e dominada. Bernardo se mostrava firme e decidido dentro de mim, me devorava com mordidas e chupadas por fora. Seu pau entrava e saía por completo da minha buceta molhada.

E foi assim que ele e eu gozamos mais uma vez para começar bem o domingo de Dia das Mães.

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