- Contos Eróticos
- julho 17, 2025
Estávamos nos mudando para o Rio de Janeiro e visitando apartamentos para alugar. Visitamos dois pela manhã e ainda tínhamos mais três para ver. E já experimentávamos o que seria da nossa vida aqui: muito calor.
Paramos para almoçar e aproveitamos para nos refrescarmos com chopp. Andreia tomou um e logo foi para a caipirinha. Tomou duas. Ríamos, pois estávamos ficando altinhos e ainda tinha uma missão a ser cumprida. Ficamos tão ‘relaxados’, que quando vimos estava na hora do próximo apartamento e ainda nem tínhamos pagado a conta. Aceleramos, pedimos Uber e mandamos mensagem falando que tínhamos atrasado de leve.
O corretor disse que estava lá esperando e que era só falar na portaria que ia para o 902 que o Roberto já tinha liberado.
Chegamos lá e já subimos. Andamos rápido e chegamos mais esbaforidos, com algumas gotas de suor escorrendo. Rapidamente cumprimentamos Roberto, que apertou firme minha mão e também apertou as mãos da Andreia. Começou a falar do apartamento, gesticular querendo falar da vizinhança, dos proprietários. Mas lembra que falei que estávamos altinhos? Andreia não conseguiu nem disfarçar. Soltou um sorrisinho de safada e apertou minha mão firme. Enquanto andava atrás dele, ela ficava cutucando minha bunda. Eu tentando disfarçar e manter a seriedade.
Senti o cheiro de caipirinha do hálito dela e lembrei que ele também deveria estar sentindo. Pedi um chiclete e nós dois passamos a mascar chiclete.
Paramos na pequena varanda para ele mostrar a vista, que não era das melhores.
Podem ficar aí um pouco para sentir o clima. Não tinha clima ali. Aliás, tinha entre eu e Andreia. Ou entre nós três.
Ela só se virou para mim com uma cara de safada e rindo. ‘Acha que ele vai topar?’.
Eu balancei a cabeça e olhei para baixo. ‘Você é foda. Vamos sentindo’, disse sem cortar seu ânimo.
Andreia entrou e perguntou se podia usar o banheiro. Roberto a conduziu até lá e antes se certificou de que havia água no apartamento. Ela não demorou muito. Voltou com o batom retocado e deu a calcinha na minha mão. Sem disfarçar. Com certeza o corretor percebeu que ela me entregava sua peça de roupa preta de renda, pois coçou a garganta e respirou fundo antes de tentar retomar o que vinha sendo falado.
Depois de nos mostrar o quarto, que até era bom, falou novamente para vermos com calma, analisarmos e sentirmos o clima do quarto, a vista, a suíte e nos deixou à vontade.
Assim que ele saiu, Andreia veio para cima. Cedi ao seu beijo sensual, mas sabia que não pararia por aí. Ela encheu sua mão com meu pau que rapidamente ficou duro para ocupar toda a concha.
‘Vamos, ele vai gostar’ disse já percorrendo meu corpo com seu queixo e me olhando com os olhos. Botei a mão na cabeça, mas sem resistir. ‘Isso vai dar merda’.
Ela abriu minha calça e jogou meu pau duro para fora para começar a me chupar. Eu olhava para ela, gemia, queria continuar, mas a porta atraía meu olhar com receio da chegada do Roberto. Mas ele não aparecia.
Me apoiei na cama para tirar o sapato e deixar minha calça cair. E nessa hora Roberto apareceu na porta.
Ele não pareceu surpreso. Acho que desde o início percebeu as vontades e diretas da Andreia.
Ficou parado na porta observando. Apalpava o próprio pau.
Andreia reparou que havia mais presença no quarto. Primeiro me olhou. Depois virou para trás e viu Roberto com olhar fixado nela.
Se ajeitou, jogou o cabelo para o lado e passou a me chupar olhando Roberto.
Ele não dava um passo adiante. Não botava seu pau para fora. Pelo contrário, passou apenas a observar, sem mais apalpar.
Andreia entendeu o recado e foi em sua direção. Beijou sua boca e logo colocou seu pau para fora. E começou a chupá-lo. Comecei a tirar minha roupa enquanto observava os dois. Me deitei na cama nu me masturbando levemente.
Andreia mamava o pau do Roberto que desabotoava a blusa e se despia por completo até ter apenas sua calça encolhida nos pés. A minha mulher se levantou e o puxou pelo pau até a cama. Antes de se deitar, se despiu por completo. Uma única peça de roupa: o vestido azul escuro foi ao solo. Fez Roberto chupá-la enquanto me ajoelhei ao seu lado para que chupasse meu pau. Passava a mão pelo seu corpo, seus seios, seus braços, sua barriga. Comecei a acariciar em volta da sua buceta enquanto Roberto a chupava. Abri bem para que ele pudesse chupá-la por inteiro. Andreia ainda tentava me masturbar, mas perdia qualquer coordenação conforme seus gemidos se intensificavam. Eu conheço seus barulhos. Sabia que ela estava gozando, principalmente depois de apertar e arranhar minhas pernas.
Roberto não deu tempo para que ela respirasse e logo a penetrou. Passei a beijá-la. Inundávamos seu corpo de prazer. Segurava suas pernas para que Roberta a fodesse melhor. E seus gemidos tomavam conta do apartamento. Ela ainda tentava chupar meu pau, mas pedia para que eu a comesse.
Me deitei na cama, e Andreia veio por cima. Sentou de costas no meu pau e começou a rebolar. Roberto veio de frente para ela e a beijava. Andreia batia uma punheta para ele. Pude sentir que o amante tocava sua buceta ao sentir sua mão resvalar no meu pau. E devia estar tocando certo porque Andreia ainda nem tinha chegado e já queria arrumar problema com os vizinhos, pelo visto. Dizia que ia gozar. Nos pedia para não parar. Fazia forçar para continuar no seu ritmo. Até que ela caiu exausta para trás sobre o meu corpo. Meu pau escapuliu da sua buceta.
Aos poucos, ela rolou para o lado e ficou deitada na cama enquanto eu e Roberto aguardávamos seus sinais com o pau duro. Nos tocávamos por conta própria, mas logo as mãos de Andreia se juntaram às nossas.
‘Gozem pra mim’, pedia deitada, sem muitas forças para agir. Chupava um pouco meu pau, depois o dele. Nossas mãos compartilhavam seu corpo. Roberto foi primeiro e gozou no seu peito e barriga e passou seu pau gozado pelos seus peitos. Eu não demorei ao vê-la me chupar e brincar com o gozo dele. Gozei bastante na sua boca enquanto ela sorria e relaxava com o desejo realizado.