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Cheguei em casa da academia na terça-feira e tinha um presente para mim na cama. Betina não estava em casa. Peguei e tinha um bilhetinho e um bombom Ouro Branco com a caixa. ‘Para prazeres mais intensos juntos’. 

Abri a caixa e era um egg vibrador novo, tinha o nome de Friction. Parecia bem macio e gostoso.

Ouvi a porta se abrir. Betina entrou com algumas sacolas de mercado. Fui ajudá-la. Guardamos as coisas. E então agradeci o presente. ‘Estou doido para usarmos’, falei emendando numa sequência de beijos segurando seu rosto. ‘Eu também’, respondeu Betina retribuindo todos os beijos.

Não ia usar esse presente naquela hora e então guardei na gaveta. 

Pensei que poderíamos fazer algo que não fazíamos há uns dois meses. Eu adoro ver a Betina com outro cara, mas a correria do trabalho e da nossa vida acabou fazendo com que não explorássemos isso nos últimos meses. Decidi então reativar nosso perfil no CRS, que era um aplicativo do mundo liberal, para tentar ver algo.

‘Sabe do que me deu saudade? De te ver se divertindo com outro’, falei despretensiosamente enquanto tomávamos banho na sexta à noite. O comentário acho que a pegou de forma inesperada, mas a animou. ‘Ah é, seu safado?!’, disse se virando para mim com cara de quem ia aprontar e já pegando no meu pau. ‘E o que você sugere?’. Falei que havia logado de novo no nosso CRS e que poderíamos ver de fazer algo no sábado. Enquanto eu falava, Betina se ajoelhou e começou a me masturbar e depois me mamar enquanto eu narrava o que eu queria vê-la fazendo e meus pensamentos. Ela me chupou gostoso até me fazer perder o foco no que eu estava dizendo. Gozei enquanto ela me mamava no banho. Ela subiu depois de engolir meu gozo. ‘Adorei a ideia, eu topo!’, falou como se não tivesse acabado de fazer um boquete maravilhoso.

Saímos do banho e começamos a ver os perfis, começamos a dar uns likes e tal. Até que surgiu no feed o perfil do Bernardo, que era um com quem ela tinha transado umas duas vezes no fim do ano passado. Mandamos mensagem na esperança de ele estar online. Ele não respondeu. Começamos a falar com outros, mas sem pressa. Não estávamos desesperados.

Quando acordamos sábado de manhã, havia a mensagem do Bernardo. Mostrou empolgação com a nossa procura e em saber o que queríamos aprontar. Não deu outra. Marcamos com ele no mesmo motel que tínhamos ido nas outras vezes.

Betina sabia ser bem safada e provocadora nessas horas. Decidiu colocar um sobretudo e apenas uma camisola por baixo, sem calcinha e sem sutiã. O sobretudo era apenas para caso esbarrássemos com uma criança no elevador. Assim que saímos do elevador, ela tirou. E foi andando pela garagem provocativa com a camisola curtinha marcando todo seu peito, bunda, quadril. 

No carro, ela passou as mãos pelas minhas pernas e se tocou levemente apenas para arrancar uns gemidos e me provocar.

Não demorou muito para que chegássemos. Entramos no quarto, abrimos um espumante, havia também um vinho. Uns 20 minutos depois, foi a vez do Bernardo chegar.

Recebemos nosso convidado, oferecemos bebida e começamos a conversar. 

Quando já começamos a ficar meio altinhos, fui ao banheiro. Esse era o sinal combinado para que começassem a se pegar e, quando eu voltar, já estariam espontaneamente se beijando. 

E foi assim que aconteceu. Quando voltei, Bernardo estava deitado na cama com Betina montada nele. Os dois ainda estavam de roupa. Mas durou pouco. Logo os peitos da Betina saltaram para fora e foram de encontro à boca dele. Eu começava a me excitar. Tomava um gole do vinho e meu pau pulsava dentro da cueca. 

Mas, por enquanto, só observava. 

Via Betina esfregar seus peitos no rosto dele. Bernardo levantava sua camisola e apertava firme sua bunda. Apertão que era sempre seguido de um tapa. Abria bem a bunda dela. Não sei se era desejo ou real, mas era possível ver a umidade da buceta da Betina enquanto rebolava e ele abria sua bunda. Logo ela tirou a camisa dele e a calça.

Antes de tirar sua cueca, veio tomar um gole da minha taça de vinho e me dar um beijo caloroso. 

Voltou para ele, tirou sua cueca e começou a mamá-lo.

Andei pelo quarto para ver melhor. Aproveitei e peguei na bolsa que havia levado o lubrificante e o Friction que havia ganhado. Ela me viu passar com ele na mão e sorriu com o pau do Bernardo na boca.

Me sentei na mesma poltrona, onde tinha vista para sua bunda e podia ver sua mamada apenas pelo espelho. Bernardo a segurou pelo cabelo e levantou. Se pôs de pé bem próximo de mim onde eu pudesse sentir o tesão dos dois. Ele fazia um rabo de cavalo em Betina que chupava quando esticou seu braço para sentir o meu pau. Sorriu ao ver que estava duro e tentou, sem sucesso, abrir a minha calça com uma mão só. 

Eu fiz o serviço. Tirei a camisa e depois a calça. Fiquei acariciando meu próprio pau por cima da cueca.

Mas antes que Betina pudesse avançar mais, Bernardo a pegou e a jogou na cama. Pelas pernas, puxou Betina para a beija, ajoelhou-se e começou a chupá-la. Betina já havia elogiado a chupada dele. Seus gemidos comprovavam que ele seguia bom de língua. 

Tirei minha cueca. Passei o lubrificante no Friction e o encaixei no meu pau. Betina viu a cena pelo espelho no teto e se sentou para me ver me masturbar enquanto afundava a cara do Bernardo entre as suas pernas.

Ele se ergueu, colocou a camisinha e passou a comer Betina ali no papai-mamãe bem na minha frente. Dali, eu via mais as costas do Bernardo que o sexo em si. Era obrigado a ver pelo espelho do teto, o que me obrigava a imaginar através dos seus gemidos. 

Betina gritou pelo meu nome. Fui até a cama e me ajoelhei ao seu lado. Ela passou a me masturbar com o Friction. ‘É gostoso?’ me perguntou. ‘Muito’, disse aproveitando para apertar seus peitos. Ela bateu pra mim enquanto eu via ali de perto o pau de Bernardo penetrar gostoso a buceta dela. Me arrisquei em tocar seu clitóris enquanto ele metia e ela foi à loucura.

Pediu para sentar por cima.

Voltei para a cadeira para vê-la de frente. 

Bernardo se sentou na beira da cama e Betina de costas para ele, de frente para mim. Rebolou no pau dele. Colou suas costas em seu peito e apenas mexeu o quadril lentinho. Jogou sua cabeça para repousar no ombro dele, que passava a mão por todo seu corpo. Sem parar. Ela intensificou os movimentos do quadril. E os gemidos. E as palavras. Bernardo apertava seus peitos e brincava com seus mamilos.

Estava difícil me segurar. Não precisava.

Também acelerei a punheta. Bati mais forte, mais intenso. Brinquei com a cabeça do meu pau. 

Eu conhecia os gemidos dela e sabia que ela estava prestes a gozar. Começou a morder os próprios lábios e tentar, em vão, reprimir os gritos de prazer. Percebi que Betinha tinha gozado quando agarrou os cabelos de Bernardo e passou a chupar, morder, beijar seu pescoço já quase sem movimento rebolado.

Consegui segurar. 

Bernardo também estava quase lá. Se jogou com ela para trás para que o peso dela caísse deitado sobre seu corpo. A jogou para o lado e começou a fodê-la de ladinho. Mas até ela recuperar o fôlego. Logo depois a virou de bruços e passou a comê-la assim. Metia e tirava tudo. Via Betina agarrar firme os lençóis. 

Foi então que gozei tudo dentro do Friction. Estava tudo lambuzado e era um jato involuntário atrás do outro. Um, dois, três. E mais. Meu pau continuava duro e gozando ali dentro. O Friction me causou arrepios e sugou até a última gota de mim.

Quando percebi, Bernardo também estava gozando tudo nas costas da Betina que soltava urros de relaxamento. 

Ela saiu e veio em minha direção. Pegou meu pau ainda meia-bomba e melado e o colocou na boca para chupá-lo um pouco. ‘Adoro você assim gozado’, falou com meu piru na boca.

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