- Contos Eróticos
- setembro 11, 2025
Alexandre começou a passar a mão pelo meu corpo fingindo ser despretensiosamente enquanto assistíamos série na cama. Eu sabia que aquele toque macio e inocente rapidamente mudaria para algo mais firme e safado. Deixei que ele achasse que me iludia enquanto já trocava os olhos da tela para o meu corpo. Eu acompanhava sua mão deslizar pela minha camisola fingindo estar sem rumo. Mas nós dois sabíamos qual era o destino. Aos poucos, seu toque foi me acendendo, principalmente os mamilos, que já marcavam minha roupa.
‘Quer que dê pause?’, falei provocando-o. Alê disse que não precisava. Fingi que acreditei enquanto seu indicador rondava meu excitado mamilo esquerdo. Senti um beijo na ponta da orelha. Fechei os olhos e passei a mão pelos seus cabelos. Seu corpo começou a tomar conta do meu, suas pernas sobre as minhas, suas mãos agora passeavam por dentro da camisola e minha buceta já estava exposta aguardando pelo seu toque. Seu pau endurecia pressionado contra minhas coxas.
O movimento de lado durou pouco, e Alê logo veio pra cima de mim. Sem hesitar, me engoliu com a sua boca faminta de desejo. Beijos ferozmente sem sequer me deixar respirar. Me deixou sem ar logo nos primeiros beijos. Sua mão pegava firme no quadril que sentia seus movimentos lentos sarrando seu pau ainda abrigado dentro do short pela minha buceta.
Logo tirou minha camisola me deixando toda despida e entregue. Sua investida foi rápida demais, e me deixava sem reação. Quando notei, estava ali entregue para ele que desfilava com a sua língua pelas minhas curvas até chegar aonde queria desde o início.
Abriu bem as minhas pernas e também devorou a minha buceta. Enchia a boca com ela, chupando e balançando meu clitóris. Apertava minhas coxas sugando meu sexo e se afogando no meu tesão. Sua língua pediu ajuda e seus dedos chegaram para me penetrar com tudo. Me chupava e me dedava e me fazia gemer e me fazia me contorcer. Não me dava tempo para respirar. Peguei firme na sua cabeça e afundei ainda mais em mim até gozar firme na sua boca.
O puxei para cima para beijá-lo.
E logo o joguei para o lado. Era minha vez de chupá-lo. Não comecei devagar. Pelo contrário. Comecei ativamente como ele. Lambia e chupava e cuspia no pau dele. Passava pelo meu rosto, sentia seu piru quente nas minhas bochechas tanto por dentro quanto por fora. Via Alexandre morder seus lábios enquanto alcançava e brincava com meus peitos.
Tirou a mão deles e se contorceu para chegar até à gaveta do móvel ao lado. Pude vê-lo pegar o Lip e um lubrificante.
Enquanto o chupava, ouvi o barulho da vibração. Alê se sentou na cama me puxando para continuar chupando seu pau enquanto contornou meu corpo para alcançar minha buceta por trás da minha bunda empinada e tocá-la por fora com os dedos do Lip. Passou devagarinho em volta.
Eu precisava sentar.
Puxei suas pernas e quadril um pouco para baixo e me sentei de costas para ele. Passei o lubrificante na ponta do seu pau e o coloquei por completo em mim. Rebolei bem lentinho sem tirar nada apenas para sentir seu pau pulsando dentro de mim. Ele me deu um tapa e juntou seu peito às minhas costas apertando meus seios. O Lip vibrava ao lado jogado na cama.
Peguei ele e passei a parte da língua pelos meus peitos. E como Alê fez no início, também fui descendo com a língua até a minha buceta. Rebolei com mais vontade, pra frente e pra trás, deslizava no seu pau. Alê alternava entre segurar no meu quadril e bater gostoso na minha bunda. A linguinha do Lip me excitava e me levava ao êxtase. Ele se ergueu para colar nossos corpos novamente e beijar meu pescoço, brincar com meus mamilos duros e que queriam um apertãozinho.
Eu gemia e quicava. Começava a perder a força nas pernas, e o Alê percebeu.
Me puxou para seu corpo e me colocou de lado, me comendo de ladinho. Me enforcava pelo pescoço e me beijava, enquanto a língua do Lip me chupava lá embaixo. Aproveitei os dedos do Lip para passar no pau dele que entrava e saía e me comia gostoso. A vibraçãozinha arrancou alguns gemidos dele, principalmente quando chegava no seu saco ou períneo.
Nossos corpos se mexiam em sintonia, moviam-se coladinhos. Passei mais lubrificante pra deixar tudo mais molhado. O tesão era enorme. E quando eu fico com muito tesão, fico com vontade de dar o cu.
‘Come meu cu’, pedi sussurrando no seu ouvido. ‘Como’, respondeu de imediato, mas sem tirar o pau de mim. Continuou me fodendo de ladinho. Tive que pedir de novo. ‘Come meu cu, quero dar meu cu pra você’. Ele segurava ainda mais firme no meu pescoço dizendo que ia comer. Parecia que queria que eu implorasse. E eu pedi de novo.
Ele me pôs de quatro e chupou meu cuzinho. Beijava, lambia e dava tapas na minha bunda. Ficou chupando e se lambuzando no meu desejo.
Depois, me jogou na cama de frente e veio por cima. Jogou lubrificante e me fodeu. Encaixei os dedos do Lip dentro de mim e botei a linguinha no meu clitóris. Aumentei a intensidade da vibração dos dois enquanto Alê me comia com vontade.
Ele segurava minhas pernas me deixando toda arregaçada para ele. E eu estava indo para mais um orgasmo. Aumentei a intensidade da linguinha. E gozei com o Lip e o Alê dentro de mim. Tirei a linguinha do meu clitóris, mas deixei os dedos dentro enquanto ele continuava comendo meu cu.
Alê começou a gemer muito, avisou que ia gozar. Na hora H, tirou seu pau de dentro de mim e ejaculou todo seu gozo pelo meu corpo. Lambuzou meu rosto, peitos e barriga para depois pingar todo o resto pela minha buceta.
Apoiado nos braços sobre mim, me beijou ofegante antes de colar seu corpo junto ao meu.
Repousou nos meus ombros enquanto eu acariciava suas costas, e ele me enchia de beijos na bochecha e pescoço.
‘Eu falei que era pra ter pausado a série, agora vamos ter que fazer tudo de novo’, provoquei.