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A Isabela tinha marcado o aniversário da filha dela com o Rodrigo na casa deles. Ia ser um churrasco apenas para os mais chegados, cerca de 30 a 40 pessoas. Infelizmente, o Carlos, meu ex, era muito amigo do Rodrigo e certamente ia estar presente.

Não deu outra. Cheguei. E não demorou para ele chegar também. Tínhamos terminado muito mal porque ele há alguns anos. Eu tinha tido umas recaídas depois do término, mas há um tempo não tinha, pois me fazia muito mal. Carlos chegou e me cumprimentou cordialmente, como se não tivéssemos um passado quente e turbulento. 

O evento foi rolando normalmente. Uma caipirinha aqui. Brinquei com as crianças. Outra caipirinha ali. Ficávamos sempre em rodas de conversa diferentes. Um chopinho cai bem nesse calor. Dá vontade de ir ao banheiro. Também de mais uma caipirinha. A tarde cai, as carnes já param de sair. Mas dá tempo de mais uma caipirinha.

Numa ida ao banheiro, saio e dou de cara com ele esperando. Ou melhor: “esperando”. Tenho certeza de que só foi para me provocar e ver o quanto eu resistiria. Puxou assunto, tentei não me estender. Ele encurtou o espaço entre nossos corpos para que compartilhassem o mesmo ar. Andando 90% do caminho, querendo me obrigar a andar os 10% finais nesse seu jogo de sedução barata. Travei por uns milissegundos ou um pouco mais enquanto a brasa aquecia meu corpo. 

Mas não me rendi e consegui escapar da sua tentativa de me fazer ceder. Porém, eu já não era mais a mesma. Meu olhar às vezes o buscava e precisava disfarçar quando ele notava. Ele passou a forçar o contato comigo, quando ia na geladeira e ele logo via para nos esbarrarmos sem querer. 

Vida de solteira nem sempre é fácil. Tinha um tempinho que eu não dava uma foda gostosa. E o Carlos me comia bem demais, não posso negar. Talvez por isso tenha sido tão difícil largar o osso. 

Quando fui ao banheiro de novo, dei de cara com ele na saída novamente. Tentou mais uma vez me ganhar num papinho furado. Confesso que dessa vez quase cedi. Fui pegar mais uma bebida. Mas pensei se deveria e se isso não me levaria a cometer erros. 

Peguei uma cerveja.

Eu tentava me concentrar na conversa com minhas amigas. Mas Carlos não parava de me olhar. Eu via desejo na sua expressão. E eu queria me sentir desejada. Só não queria me arrepender nem cometer erros depois.

Fui pegar minha bolsa para ver o celular e vi o Pulse que carregava comigo ali no cantinho. Respondi umas mensagens no Whatsapp, vi o Instagram por uns segundinhos e guardei o celular. O Pulse me olhou de novo. Peguei ele automaticamente e o apertei na palma da minha mão. Pequeno, não podia ser visto escondido. Mas o coloquei de volta na bolsa.

Tive uma ideia.

Fui ao banheiro. Sabia que Carlos viria atrás de mim de novo. Entrei e tranquei a porta. Abri minha bolsa e passei o batom. Mexi meus cabelos. Estava lindo e excitada.

Senti então a presença de alguém chegando pela sombra que se fez do lado de fora. Sabia que era ele. Passei a mão pelo meu rosto, desci pelo meu pescoço e apertei meu peito. Comecei a apertar meu seio direito. Puxei uma alça do vestido para que caísse e vi meus peito excitado me encarando pelo espelho. Lambi meus dedos e passei nele. Apertei. Minhas mãos percorreram meu corpo, arranhei minhas coxas e toquei minha calcinha. 

Quente. Muito quente. E molhada. 

Peguei o Pulse de dentro da bolsa.

Liguei. Graças a Deus estava com bateria. Havia esquecido de checar.

Passei ainda por cima da calcinha. Soltei um gemidinho. Sentia que ainda tinha alguém do lado de fora. 

Apertei meus peitos e mexi o quadril no Pulse que queria que eu tirasse a calcinha.

Tirei a calcinha e aproveitei para me despir por completo. Fiquei pelada. Me olhei no espelho. Empinei a bunda. Que bunda gostosa eu tenho! Apertei com as minhas mãos pressionando um pouco as unhas.

Botei o Pulse na minha buceta vibrando gostoso. Carlos esperava do lado de fora com certeza achando que eu iria cair na dele. Mas eu já tinha resolvido.

Não pude deixar de pensar nos nossos sexos gostosos, de qualquer forma. Lembrei de quando escapamos para o quarto de empregada dessa mesma casa da Isabela para ele me comer. Me sentei nele e cavalguei com vontade. Espremia meus peitos na sua cara. Tínhamos receio de alguém nos ouvir. Mas não durou muito. Sentei tão gostoso que Carlos logo gozou. Perdemos mais tempo para ele recuperar a postura e o ar para sairmos dali.

Agora, deixei escapar. Queria que ele me ouvisse. Meus gemidos foram um pouco mais altos. Queria que ele ouvisse e também imaginasse e pensasse no que perdeu. Encostava a cara na porta para gemer melhor. Botei um pé sobre a pia para me deixar bem aberta enquanto me apoiava na porta. 

O Pulse vibrava na minha buceta. Ouvi três toques na porta. A maçaneta girou. Não ligo. Continuei me tocando. Estava com tesão e precisava aliviá-lo. Pensei em quantas rapidinhas e escapulidas gostosas tivemos. Me olhava no espelho. Lambia meus dedos para passar nos meus peitos.

Foquei o Pulse no meu clitóris. Não podia demorar demais senão mais pessoas podiam aparecer na porta do banheiro. Gemia baixinho, mas não tanto. Precisava que ele fosse ouvido. Aumentei a intensidade até gozar. Gozei. Me apoiei na pia e logo joguei o Pulse dentro da bolsa. Respirei por 10s de cabeça baixa até me olhar no espelho.

Vesti rapidamente o vestido. A calcinha eu joguei na bolsa. Minha buceta precisava de vento fresco para esfriar. 

Respirei fundo e abri a porta.

Não deu outra. Carlos me esperava. Eu ainda estava um pouco ofegante e com o cabelo um pouco bagunçado das puxadas que eu mesmo me dei. 

Ele parecia sem reação, mas tentou me parar para falar. Talvez imaginasse o que tinha acontecido.

Mas meu problema já estava resolvido. Passei direto sem dar margem para problemas

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