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Eu e Lucas recebemos um casal de amigos em casa na sexta à noite. Tinha dia que o Lucas estava encapetado. E esse era um desses dias. Antes mesmo de eles chegarem, já me beijou cheio de tesão e passou a mão pela minha buceta. ‘Só pra ver se você estava de calcinha’, falou rindo e saindo de fininho. ‘Se comporta, pelo amor de Deus’, falei rindo.

O casal de amigos chegou. Jantamos. Na mesa, Lucas sentou-se de frente para mim. E não parava de me provocar deslizando o pé pelas minhas pernas, entrando entrar pelas minhas coxas. Tentava levantar minha perna e botar meu pé no seu pau. Ficava de sorrisinhos. Certa hora, fui ao banheiro, e resolvi provocá-lo de volta. Tirei a calcinha e voltei com ela na mão. Quando ele pôs o pé nas minhas pernas, botei a calcinha nos dedos dele. Ele arregalou o olho e tentou trazê-la para si. Mas a deixou cair. Nessa hora, ficamos tensos se eles veriam isso. Mas deixamos lá caída. 

Depois, migramos para a varanda. Lucas permaneceu sentado como se estivesse vendo algo no celular até sairmos para pegar minha calcinha. Ele guardou no bolso. Ficamos bebendo na cozinha. Quando ele foi pegar um pouco mais de vinho, pediu minha ajuda. E quando chegou para abrir a geladeira, me agarrou e me deu um beijão. Se ajoelhou na minha frente e fez que ia começar a me chupar. Como não sou de ferro, ergui um pouquinho a perna só pra ele sentir o cheirinho e deixá-lo ainda mais excitado. Mas logo brequei seu entusiasmo e falei para esperarmos eles irem.

Não tardou para eles irem. Lucas desceu com eles para esperar o Uber deles. Enquanto ele foi lá embaixo, eu já fui preparando a armadilha. Peguei os brinquedinhos, apaguei a casa toda, deixei só o quarto aceso. Ah, aproveitei e tirei logo a roupa para recebê-lo pelada.

Ele entrou em casa e viu tudo escuro, imaginou que eu estivesse no quarto. Quando ele foi acender a luz, o ataque e lhe dei um susto que arrancou um grito da sua alma. Já fui beijando o Lucas e tirando sua blusa, depois sua calça. Antes que ele pudesse reagir, eu já estava puxando seu pau para fora da cueca ali do lado da porta, que ainda estava aberta, e botando ele na minha boca. Num instante ele ficou de pau duro e comecei a chupá-lo. Ele fechou a porta que permitia entrar uma linha de luz do corredor. Abri um pouco a sua perna na marra e liguei o estimulador de próstata que eu havia pegado e jogado lubrificante. Comecei a chupar seu saco enquanto fui caminhando com o brinquedinho vibrando pela cabeça do pau dele, depois descendo, descendo, chegando no períneo e então na entradinha do cu. Peguei um pouco mais de lubrificante para passar no pau dele todo e deixar bem molhado pra eu bater uma punheta gostosa. Fui enfiando aos poucos o estimulador de próstata nele e vendo seus olhos revirarem com meus estímulo duplo. 

Lucas se encostou na parede. Levantou uma perna para me fazer alcançar mais o seu cu. Chupei muito. Senti que se continuasse ele ia gozar ali mesmo. Então me levantei para beijá-lo. Deixei o estimulador de próstata pendurado no seu pau. O beijei e depois espremi seu rosto nos meus peitos. Puxei o Lucas pelo pescoço e me encostei na mesa da sala. Empurrei sua cabeça pra baixo.

‘Não era isso que você queria? Agora vai ter que me comer muito porque estou cheia de tesão’, falei enquanto ele começava a me chupar. E ele deu o nome. Me chupou de cima a baixo. Passou a língua, beijou, lambeu, deu umas mordidinhas e chupões deliciosos, brincou com meu mamilo. Me dedou gostoso ali. 

Meu corpo cedeu e me deitei por inteira na mesa da sala. Lucas me chupava e me dedava. Eu estava entregue ali de bandeja para ele. 

E gozei gostoso na boca dele. Enquanto terminava de gozar, ele me dava beijos intensos e demorados que me arrepiavam e faziam minha perna tremer.

Ele ficou de pé, se colocou à minha frente e começou a me comer antes que eu pudesse me recompor. Eu tentava recuperar o ar enquanto ele metia tudo em mim, mas devagar. Sem pressa. Deixava seu pau entrar e sair todo com tempo para desfrutar de todo caminho babado que minha buceta tinha para oferecer.

Peguei o Pulpi que tinha deixado ali ao meu alcance. Liguei e comecei a passar pelo meu corpo. Deixei ele brincar e vibrar com meus mamilos. Agora, Lucas metia mais forte e rápido em mim. Segurava firme no meu pescoço como se não pudesse deixar meu corpo escapar.  Desci com o Pulpi pra minha buceta e logo estava cheia de vontade de gozar de novo. Mas queria segurar um pouco. Brinquei com ele. Botava e tirava. Quando sentia que ia gozar, tirava um pouco, passava pelo corpo. Ouvia Lucas se esforçando e gemendo, podia sentir seu corpo suar já. Sua respiração ofegante. 

‘De quatro, me come de quatro’, eu tentava dizer entre os gemidos. Ele jogou seu corpo sobre o meu e me beijou. E imediatamente me ergueu me colocando no colo dele e depois no chão. Me virou. Um tapa na bunda ecoou pela sala. E depois outro.

Passou o pau pelo lado de fora da minha buceta. Queria me fazer implorar para me penetrar. E logo me comeu. Pegava firme na minha cintura. Batia na minha bunda. Voltei a brincar com o Pulpi. Tentava rebolar. Não conseguia mais segurar. Deixei o Pulpi ali enquanto Lucas me dominava por completo. E gozei de novo. Meu corpo ficou estirado sobre a mesa. E Lucas me cobriu com beijinhos doces pelas costas. Puxou meu cabelo para me beijar o rosto e dizer que me amava.

Ele me botou de pé e escorregamos para o sofá. O coloquei sentado e vim por cima de costas. Sentei na pica dele na ponta do sofá e comecei a rebolar. Peguei o estimulador de próstata e brinquei na porta do cuzinho dele. Sentia seu pau duro, quente dentro de mim. Eu rebolava lentinho, às vezes só na cabeça do pau, enquanto enfiava o estimulador de próstata. O deixei todo dentro dele e fiquei só pressionando e brincando dentro dele. Minha rebolada lenta o enlouquecia. Não podia ver, mas sentia seu pau pulsando. Até que senti seu pau tremer uma, duas, três e mais vezes dentro de mim. Seu gemido confirmou o que eu imaginava. Lucas derramou seu tesão todo dentro de mim enquanto eu rebolava bem devagarinho e brincava com seu cuzinho. 

Caímos cada um para um lado do sofá em busca de ar. Lucas beijava meus pés e acariciava minhas pernas. Eu passava a mão pelo seu pau todo melado.

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