- Contos Eróticos
- novembro 6, 2025
Depois de um dia inteiro de passeio em praias, chegamos no hostel em que estávamos nas Filipinas. Mari e Duda, minhas amigas, primeiro passaram no quarto antes de subir para o rooftop onde ficava o bar. Eu fui direto e já fui pedindo uma bebida pra abrir o apetite e relaxar. A bebida chegou surpreendentemente rápido, e já fui pegando antes mesmo que o barman pudesse me avisar que aquela bebida não era minha. ‘Sem problemas’, virou-se um moreno de cabelo encaracolado ao meu lado respondendo em inglês.
Pedi desculpas e ofereci de dar o drink para ele. Mas já tinha dado um golão nele. Ou dois.
Ele riu, se apoiou no balcão e disse que esperava outro. ‘Você parece estar precisando mais que eu’. Ri e concordei, dizendo que estava muito quente e que estava cansada. ‘E a noite está só começando’, falou ele. Sorri sem graça. Provavelmente, minhas bochechas ficaram rosadas e devo ter dado uma mordidinha no canudo porque ele era um gato. Não sabia se eram frases feitas ou início de um flerte.
Quando eu olhei para o lado, Duda e Mari chegavam rindo. ‘Já pediu pra gente?’. ‘Ainda não’.
‘Tchau’, falou ele saindo com o drink depois que elas chegaram. Seu sorriso era charmoso.
“Tchau”. Hahaha. Ele andou 10 passos para frente e ficamos na zona de olhar um do outro. Não o vi me olhando hora nenhuma. Mas eu não parava de secá-lo. De cima a baixo. Babava pelo seu sorriso. Seus traços eram grossos e sua pele bronzeadíssima de quem estava há dias pegando Sol.
Desci depois para botar meu celular no quarto. Quando fui subir as escadas para voltar, dei de cara com ele. Sorri timidamente e abaixei a cabeça. Mas antes que pudesse acelerar o passo, ele perguntou meu nome, agora em espanhol. Me apresentei. Guillermo, de Valencia. Pediu meu contato. Na hora, pega desprevenida, disse que estava sem celular. ‘Tudo bem, anota o seu aqui para mim’, falou me estendendo o dele. Quando fui entregá-lo de volta o celular, ele segurou minha mão e beijou meus dedos. ‘Gracias, és demasiado hermosa’. Minha mão despencou quando ele soltou, mas minha excitação subiu mais rápido que a minha passada longa nas escadas.
Fiquei esperando sua volta ao rooftop que não aconteceu. A minha ansiedade talvez tenha me feito beber rápido demais e alguns drinks a mais. Olhava para um lado e para o outro. Mas ele não surgia. Sua mensagem também não chegou. Pensei então que poderia ser só um desses galanteadores.
Fomos todas dormir, pois no dia seguinte tinha mais passeio.
Acordei já me arrumando com aquele gostinho de ressaca na boca. Duda e Mari me apressavam. Entrei no transfer que nos levaria até o porto para pegar o barco. Entramos, nos ajeitamos. O barco começou a andar. Passamos protetor umas nas outras. E quando olhei para o lado, quem estava no mesmo passeio que nós? Uma porção de aleatório. Guillermo que não era.
Com o vento e o Sol no rosto, com aqueles respingos d’água para melhorar o dia, fui ver o celular. ‘Hola! Tinha um passeio que saía muito cedo hoje e não voltei ao bar. Espero que ainda esteja por aqui hoje. Se estiver, te encontro no bar com o nosso drink’.
Devo ter ficado vermelha e travei. Fiquei pensando no que responder. Mas mandei de uma vez. ‘Oi! Tudo bem. Te encontro hoje lá’.
O resto do passeio não preciso nem dizer né. Fiquei pensando nele e no que faríamos e quais seriam as nossas opções. Bem ou mal, não tínhamos muitas opções que não fossem completamente expostas. Tínhamos o rooftop com todos os hóspedes e mais algumas pessoas de fora, os quartos eram compartilhados. A excitação virou frustração porque percebi que não desfrutaríamos tanto quanto gostaria.
Toda hora me via pensando nisso durante o passeio, que era lindo. Mas não via a hora de voltar. Quando cheguei no hostel, no fim do dia, não subi direto porque não sou boba nem nada. Fui para o quarto, tomei um belo banho, me arrumei e subi.
Guillermo conversava com dois homens e uma mulher. Quando me viu, pediu licença e veio me cumprimentar já com dois drinks em mãos que pareciam estar com ele há algum tempo. ‘Hola! Vi suas amigas chegando e fui pedindo o seu. Não sabia que ia demorar tanto. Se quiser, peço outro’. Respondi que não precisava e abri um sorrisão ao vê-lo. Ele também parecia animado. Ou era só muito carismático.
Fiquei ali conversando com ele, que até esqueci da Duda e da Mari. Fui lembrada quando chegaram junto comigo para cumprimentá-lo.
Nos juntamos a elas para beliscar umas comidinhas, pois estávamos com fome. Papo vai, papo vem. Duda e Mari foram dormir. Ficamos só nós dois. O rooftop ainda estava cheio. E enfim Guillermo tomou a iniciativa de me beijar. Foi um beijo doce e breve, como uma entrada. Mas eu só pensava no prato principal. Botou suas mãos nas minhas coxas e se calou por alguns segundos como se o beijo tivesse sido completamente inesperado. Eu quebrei o silêncio. E voltamos a nos beijar. Agora, sua mão apertou minhas coxas. Já era tarde. E na ilha que estávamos os hostels só poderiam ter os bares até às 23h e, infelizmente, havia chegado o horário. Tiraram a música e começaram a pedir para as pessoas irem embora. A maioria era do hostel. E aí ou iam para o quarto ou iam para os bares no centrinho, mas não eram muito animados.
Guillermo e eu ficamos conversando no corredor um tempo antes de irmos dormir. Mas logo tomamos um esporro que não podia ficar falando no corredor pra não acordar os outros hóspedes. Nos despedimos com um beijo. Mas antes que eu entrasse no quarto, perguntei se ele não me acompanhava pra comprar um remédio na farmácia que tinha em frente ao hostel. Ele disse que provavelmente estaria fechada pela hora. Mas eu o convenci de que era 24h.
Chegamos lá, e estava fechada. Antes que ele pudesse falar que avisou, eu pulei em seu pescoço e o beijei. Nos beijamos ali mais que em toda a noite. Ali, pude começar a sentir seu pau encostar na minha buceta. Mexi nos seus lindos cabelos. Ele apenas apertava minha cintura. Lambi sua orelha.
Botei a mão no seu pau por cima do short. Ele se assustou talvez e deu uma recuada com o quadril. ‘Acho melhor a gente voltar para o hostel’, falei. Guillermo concordou, mas provavelmente não entendeu muito. Seu andar era hesitante e conduzido por mim. A minha ideia era irmos para o rooftop e fazermos peripécias lá. Mas chegando no alto da escada, que era aberta e dava pra rua, vimos que ele estava fechado. Isso era previsível, provavelmente. Mas o tesão não me permitiu pensar. De qualquer forma, antes que descêssemos, o beijei novamente. E antes que pudesse reagir, fui descendo com a boca pelo seu pescoço, peitos, levantei sua blusa, beijei seu abdomen e cheguei no seu pau. Com a cara no seu pau duro escondido no short, olhei em seus olhos pedindo permissão para pô-lo para fora. Guillermo começou a abaixar o short, e eu terminei. Seu pau surgiu duro resvalando no meu rosto. Não perdi tempo e comecei a mamá-lo ali passando a mão pelo seu corpo. Ele botava as mãos suavemente na minha cabeça. Começou a apertar meu cabelo e me conduzir. Chupava muito. Ouvia Guillermo tentando controlar seus gemidos. Mas antes que pudéssemos avançar, começamos a ouvir passos na escada que pareciam propositais para avisar da chegada. Me ergui e limpei a boca. Guillermo se recompôs. Ficamos olhando para o rooftop. O funcionário chegou e nos mandou sair. Dissemos que achávamos que tínhamos esquecido os óculos no rooftop. Ele nos disse que estaria amanhã na recepção caso alguém tivesse achado.
Novamente fomos nos despedir no corredor. Mas dessa vez ele quem me puxou e não me deixou entrar. Me puxou para os banheiros. Lá, eram banheiros grandes, como vestiários. Com um lado com chuveiros e outros com vasos. Me puxou para um chuveiro. Eu ri. E Guillhermo já foi tirando a roupa e ficando completamente pelado, com uma iniciativa que ainda não tinha visto.
Eu tirei minha roupa, que era apenas um vestido e uma calcinha. Ele devorou meus peitos e me dedou. Começou a me dedar gostoso enquanto me beijava. Eu batia uma punheta para ele. Ele me dedava bem. Minha buceta estava bem molhada.
Tentou erguer minha perna de frente para me comer, mas não foi possível. Virei de costas e ele começou a me comer gostoso ali. Já estávamos cheios de tesão. Eu gemia mais que ele, que conseguia se controlar. Eu tentava morder minha mão, mas às vezes escapava algo. E o eco desses banheiros…
Nossos corpos e gemidos começaram a fazer muito barulho. Senti uma água fria cair em cima de mim, que me assustou e me fez pular e tirar seu pau de mim. Guillermo abriu o chuveiro sem me avisar para abafar o som. A água logo esquentou. E eu coloquei seu pau de novo dentro de mim. Ele me comia e eu me tocava. Abri um pouco as minhas pernas para me tocar melhor. E gozei assim podendo gemer um pouco mais alto com a água ao fundo.
Guillermo me virou e me pegou no colo. Me fez flutuar no seu pau. Pra cima e pra baixo. Me agarrei no seu pescoço como se minha vida dependesse disso e nos beijamos. Meu corpo deslizava pra cima e pra baixo colado ao dele. Nossos mamilos se roçando me excitavam. Queríamos botar mais intensidade, mas havia sido um dia longo e cansativo. Guillermo não aguentou muito.
Ele se agachou encostando na porta para que eu sentasse de costas no pau dele, mas ficou perigoso de um de nós escorregar, apesar de eu estar cheia de vontade de sentar nele.
Guillermo abriu a porta e viu que não tinha ninguém. Já passava de meia-noite. Abriu a porta e me puxou. Me botou apoiada em cima da pia e começou a me comer. Mas todo barulho, mesmo os feitos por nós, nos deixava em alerta. Voltamos para o box.
Ali nos beijamos e nos tocamos. Eu me dedava, e Guillermo batia punheta. Nossas bocas se encontravam e se desencontravam para passear pelos corpos. E foi assim que nós dois gozamos com nossas línguas entrelaçadas.