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Não o sei quando Halloween se tornou tão relevante no Brasil, mas como o dia caía ainda numa sexta-feira, havia muitas festas com esse tema no dia, e eu e Natalia íamos a uma na casa de uma amiga dela. De início, achei que ninguém fosse fantasiado ou no máximo com um adereço ou outro. Mas Natalia me perturbou falando que todo mundo ia fantasiado, contratou maquiadora, ela e as amigas discutiam as fantasias. No fim, tinha uma fantasia de anjo que com uns incrementos a transformaram em anjo do mal para o Halloween. Natalia resolveu ir de bruxa. Comprou roupa, adereços, deu a vida, como diriam alguns. Sua saia roxa era um pouco curta e a parte do tronco era justa e deixavam seus peitos em evidência. O chapéu pontudo era desnecessariamente grande. Tinha varinha. Comprou uma bolsa de abóbora. Contratou uma maquiadora para fazer rugas e verrugas e botou aquela orelha pontuda que achei que era de elfo, mas pelo visto bruxas também têm orelhas pontudas. Comprou chicletes que deixavam sua língua roxa para combinar com a roupa. Confesso que comecei a achar engraçado.

Tiramos uma, duas ou cem fotos em casa e no elevador antes de ir para a festa. Não chegamos tão cedo, a maioria das pessoas já havia chegado. E realmente todos, ou quase todos, estavam com fantasias bem elaboradas. Nos entrosamos nas festas. Os drinks também eram temáticos de Halloween com muitas cores e adereços nos canudos e nas bordas dos copos, o que rendia muitas mídias. 

Dançamos, conversamos. Achava engraçado quando Natalia vinha me beijar com sua boca e lábios roxos. Às vezes, o batom borrava e sua boca ficava toda roxa. Paramos um pouco para descansar e nos sentamos no sofá. Ficamos vendo a pista e analisando as fantasias e rindo. Algumas pessoas fizeram fantasias tão boas que pareciam atrapalhar um pouco os passos de dança. E algumas maquiagens começavam a borrar com suor e com o tempo. 

‘Quero ver se essa santinha vai virar diabinha mais tarde’, me provocou ao pé do ouvido caminhando com as pontas dos dedos nas minhas coxas expostas. Ri, dei um beijo suave nos seus lábios e voltei a mirar a festa. ‘Está muito santinha, acho que vou ter que usar a minha varinha para enfeitiçar você’, respondeu passando agora a varinha pelas minhas coxas subindo ameaçando entrar pela minha saia, mas subindo pelo meu tronco até a ponta do meu queixo para guiar meu olhar até o dela. 

‘Quer ver o que a minha varinha é capaz de fazer?’, me perguntou.

‘Quero’, respondi com firmeza. 

‘Então vem cá’. Pegou minha mão me puxando e me conduzindo para dentro da casa, passamos pela sala, pela cozinha e fomos para os fundos, onde havia o quarto da funcionária que não estava lá. Me puxou para dentro e trancou a porta. Eu ia reagir. Não deu tempo. Natalia me botou contra a parede, segurou meu pescoço. ‘Agora você é minha e vai conhecer meu feitiço’. Ela estava muito dentro do personagem. Abriu a bolsa de abóbora e tirou a mini varinha mony já apertando o botão para ligá-la. Botou por dentro da minha saia e me arrancou um suspiro. ‘Você já tinha pensado nisso?’, perguntei. Natalia me respondeu com um beijo, não me deixou falar. A puxei pela cintura para mais perto de mim. Ela aumentou uma vibração. Fechei as pernas prendendo a varinha entre as minhas coxas. Natalia trocou a bruxaria pela vampiragem e atacou meu pescoço com beijos e mordidas. Mexia um centímetro pra cima e outro para baixo a varinha e me fazia mexer também o quadril. Peguei seus cabelos e pressionei seu rosto no meu pescoço e trouxe para baixo para alcançar meus seios ainda cobertos, mas por pouco tempo, pois ela logo os pôs de fora para chupar meus mamilos, começando pelo direito e depois o esquerdo, deixando-os bem excitados e durinhos querendo mais beijos e lambidas e mordidas, que Natalia atendeu com mais mordidas, lambidas e beijos enquanto minha buceta ficava igualmente babada com meu tesão escorrendo pela minha calcinha. Levei minhas mãos para dentro da saia da Natalia e foi então que descobri que essa bruxa gostosa tinha ido à festa sem calcinha e que já estava toda quente e molhada esperando meu toque que chegou intenso e lento por toda sua buceta, de baixo para cima e de cima para baixo sentindo toda sua excitação pelos meus dedos. 

Natalia não me deixou acelerar muito na sua buceta e me empurrou para trás até eu cair na cama, e ela vir por cima de mim segurando meu rosto com as duas mãos para me beijar enquanto a varinha vibrava excitada ao nosso lado doida para voltar para a brincadeira, minhas mãos apertavam sua bunda e traziam seu corpo junto ao meu. Ela mais uma vez fez meu corpo de escorrega e desceu sua boca até as minhas canelas com muitos beijos, lambidas, mordidas, chupadas e quando passou pela minha cintura sua mão agarrou minha calcinha e foi com ela deslizando até meus pés para tirá-la. Minha buceta ficou entregue para ela que aproveitou para cair de boca gostoso em mim, me deixando ainda mais molhada e excitada e com vontade de transar com ela. Eu segurava meu gemido, mordia meu punho, minha mão, segurava firme no lençol que soltou da cama. Natalia se ergueu e parou de me chupar, falou que queria me ver gemer bastante, se ajoelhou na minha frente, abriu bem minhas pernas e passou a mão na minha buceta encharcada e lambeu os dedos antes de me penetrar com eles enquanto me olhava nos olhos e me pedia para gemer mais, falava que estávamos nos fundos e a música estava alta, que deveria soltar meu grito, e soltei o primeiro, e o segundo, quando então Natalia pegou a varinha com a outra mão e passou a brincar com a varinha no meu clitóris e me dedava com tudo. A partir daí ficou impossível não gemer alto, forte, repetitivamente, ficar sem ar, me agarrar com tudo na cama, tremer as pernas enquanto ela me fodia com os dedos e a varinha e me comia com os olhos. Gozei abraçando seu tronco com força com as minhas pernas e a desequilibrando para cair em cima de mim, Natalia me beijou enquanto eu buscava ar no quartinho pequeno sem janela, mas quando recuperei a beijei intensamente, também quero te ver gozar, bruxinha, falei segurando seus cabelos e a beijando novamente. 

Ela se virou sobre mim e se emendamos num 69 enquanto eu me agarrava no seu quadril e enfiava a cara para chupar sua buceta. Natalia logo se erguei e passou a rebolar na minha cara enquanto minha língua brincava com seu clitóris. Ela ora botava a varinha na minha buceta ora na entradinha da dela. Podia vê-la tentar brincar com seus peitos reprimidos na fantasia apertada. Arranhava suas coxas e chupava sua buceta. Natalia passou a botar mais intensamente a varinha em mim enquanto também rebolava com mais vontade e gemia me pedindo para continuar chupando. Minha língua e mandíbula começavam a fraquejar, não para, ela pedia e eu fazia força para não parar, vou gozar, isso, eu continuava chupando e sentindo sua buceta babar na minha cara toda lambuzada já, ela pressionava a varinha ainda mais o que me dava mais vontade de gemer. Natalia gozou e pressionou todo seu corpo sobre o meu rosto abafando os gemidos do meu orgasmo enquanto ela sustentava a varinha vibrando sem parar em mim. 

Natalia se jogou para trás se sentando atrás de mim. Nós duas respirávamos. Ela fazia um carinho manso e inocente totalmente diferente daquela bruxa pervertida que me atiçou no sofá da festa. ‘Agora entendi sua excitação para essa festa’, falei com a saia branca na minha barriga. ‘Com você, estou sempre excitada’, me respondeu. Nos demos beijinhos de cabeça para baixo antes de nos recompormos e nos levantarmos. Tentei ajeitar a fantasia e fui ao banheirinho que tinha no quarto. Me olhei no espelho e vi meu pescoço todo roxo dos beijos chicletudos que Natalia havia me dado. Passei uma água e esfreguei um pouco e saiu. Havia um pouco nos meus peitos. Isso eu deixei. ‘Você vai tirar em casa’, falei para ela. Natalia guardou a varinha safada na bolsa e pegou a varinha que não faz mágica para sairmos do quartinho e sairmos para a festa. Pegamos um copo de água e um drink para voltarmos para a pista.

 

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