Blog Désir Atelier

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Estava no bar com minhas amigas, bebendo, conversando, rindo. Vi de repente um homem no bar que me pareceu familiar e também era bem bonito. Com alguma frequência sua presença atraía meus olhares. Tentava me lembrar de onde conhecia, mas não me recordava. Depois de uma ida ao banheiro, cruzei com ele, que me cumprimentou. ‘Oi, tia’. Tinha entendido que era amigo do meu filho pelo cumprimento, mas não me recordava meu nome e preferi não fingir. ‘Oii, eu estava te olhando, pensei, conheço esse rapaz, mas não lembro de onde. Você é amigo do Gabriel, né? Qual é seu nome mesmo?’. Pedro, ele me recordou, Pedro Pontes, ou Pepê. Isso. Ele tinha estudado na faculdade com meu filho, mas muito tempo que não o via. Disse que estava trabalhando num projeto no Chile e que só estava passando esse fim de semana, que ia embora no dia seguinte. ‘Vou te deixar ir ao banheiro, que a gente já estava lá pagando a conta e vão falar que estou querendo dar calote’, falei para ele após não mais que 10 minutos de conversa. ‘Claro, mas já vão embora?’, ele me respondeu com uma pergunta. Falei que sim, que tínhamos chegado cedo. Ele falou pra tomar um drink com ele, que ainda era cedo, que só ia ao banheiro e que, depois que eu pagasse, para encontrá-lo no balcão.

Fiquei pensativa. Paguei a conta meio tensa pensando se deveria tomar um drink com ele enquanto o vi andando até o balcão, sorrindo e acenando para mim. Minhas amigas foram saindo e falei que ia ficar. Surpresas ficaram. Disse que havia encontrado um amigo. Quando me aproximei dele, Pedro já estava com o mesmo drink que eu estava tomando e para ele um uísque. ‘Como sabia que eu gostava desse?’, perguntei. ‘Não sabia, só pedi para o garçom trazer o mesmo que tinha levado para você’. E ficamos então jogando conversa fora por mais de uma hora. Eu sentia o clima de flerte no ar. Ele era atraente, bonito, 30 anos mais novo que eu, cheiroso. Ficava na dúvida de quem ia correr o risco de dar o primeiro passo. E deixamos tudo para o final. Quando disse que ia pedir o Uber, ele disse que ia dormir na casa dos pais, já que estava sem casa aqui. E no vazio de palavras enquanto esperávamos o Uber, ele segurou minha mão timidamente, mas eu a expandi para sentir mais seu toque. Ele me olhou, mas eu já estava olhando para ele. E o silêncio foi preenchido por um beijo lento e hesitante. Mas que rapidamente passou a ser assertivo. Quando nossos lábios se desencontraram, rimos. ‘Quem diria’, foi a primeira coisa que passou pela cabeça dele ou pelos lábios. Só me restou largar um ‘é…’.

O silêncio parecia querer tomar conta, mas ele impediu sua chegada pedindo meu celular. Disse que talvez voltasse em duas semanas porque era aniversário da avó dele e que podíamos nos encontrar se ele quisesse. Dei meu número. E pouco depois meu Uber chegou. Nós demos mais um beijo. E depois um selinho. E outro. Antes de eu ir entrar no carro. Ele ficou parado me olhando. 

Voltei no Uber e pensei se meu filho ainda tinha contato com ele porque nunca mais tinha ouvido falar dele, então acho que não. Fiquei na dúvida se falava com ele também, mas decidi não falar.

Ele não demorou a me mandar mensagem. Talvez não tenha demorado dois minutos. ‘Adorei te encontrar. Avise quando chegar’. Não respondi de primeira porque não sabia o que responder ou se isso teria uma continuidade. Mas avisei quando cheguei. 

No dia seguinte, não houve mensagens por parte dele. Mas na segunda sim. Avisou que havia voltado ao Chile e puxou assunto ativamente. Na quinta-feira, as coisas ficaram um pouco mais quentes. E ele começou a me desejar com mais vontade online. Uma foto pós-corrida sem camisa que parecia estar sem cueca no espelho do banheiro provavelmente depois de dar uma afofada no pau para dar volume, mas não estava duro. Respondi com foguinho porque fiquei sem palavras e achei que os jovens falavam assim. No sábado, ele mandou mais uma foto correndo. Dessa vez o pau não marcava tanto. Mandei uma na piscina porque fazia calor. ‘Quente demais! Que corpaço, hein’, me respondeu. Agradeci. ‘Não tinha reparado que estava tão gostosa’. Fiquei meio boba com os elogios que já não são mais tão frequentes. À noite, saí com uma amiga e bebemos um pouco. Ele estava em casa. Mas fiquei mais soltinha. E do nada respondi a foto dele pós-corrida. ‘Você também é bem gostoso’. Pensei em apagar. Mas ele logo me respondeu. Falou que tinha comprado passagem e que em uma semana poderíamos ser gostosos juntos. Entrei na provocação dele e disse que ia adorar. Talvez tenha ficado no celular mais que o normal no bar por causa do papo quente dele que fazia minha pele transpirar mesmo a muitos e milhares de quilômetros de distância.

Quando cheguei em casa, botei a camisola de alça que ia dormir. Pensei em mandar uma foto para ele. Tirei uma, duas. Não estava gostando. Até que uma ficou boa. Meus mamilos marcavam, mas não muito. E não parecia que eu queria seduzir. Foi sexy, mas parecia espontânea. Pelo menos foi o que pensei. 

Ele rasgou elogios a mim. E falou que ficou cheio de tesão. Falei que era bobeira dele. Ele perguntou se eu queria ver. Eu gelei. Ia receber um nude? Pensei. Disse que sim. Não foi nude. Mandou o volume do seu pau duro por baixo do edredom. Pela altura, parecia grande. ‘Aí também fiquei com tesão’. Tinha ficado mesmo. Peguei uma taça de vinho. ‘Está frio aí?’, perguntei. Ele disse que não. ‘Está coberto…’, falei. Ele me perguntou se queria que tirasse. Respondi com emoji das duas mãos abertas e retas. ‘Veja se assim melhora’, mandou e depois uma foto com visualização única. Era o pau dele duro para caralho, com a cabeça bem grande. Meu pé direito deslizou pela minha canela esquerda, tomei um gole de vinho e fiquei olhando para o pau dele enquanto sentia meu corpo ferver. Percebi que estava deixando-o no vácuo com a foto aberta. ‘Uau, quase que não te respondo, deu pena de fechar’. Pedro enviou a foto do pau sem ser em visualização única. ‘Pronto, assim não precisa me ignorar’. Não sabia o que dizer ou fazer. Falei que tinha ficado excitada. Ele mandou um vídeo acariciando o pau. 

Falei que nunca tinha feito isso e que não sabia o que fazer. Perguntei se deveria mandar algo. Ele disse que só se quisesse, mas que queria pessoalmente. Na madrugada de sábado, marcamos um encontro para o sábado seguinte. ‘Eu vou bater uma punheta já pensando nisso. E você? Vai se tocar?’. Respondi que sim. Ele me perguntou se eu tinha algum brinquedinho para usar. Eu disse que tinha um, que na minha época não tinha muito essas coisas. Ele me pediu para mostrar. Mostrei o bullet que eu tinha que comprei porque era pequeno e discreto. ‘Sua época não passou. Você está muito gostosa. Sábado que vem é sua época’. Nos provocamos com mais palavras. Mandei uma foto do meu peito marcando na camisola para ele. E no fim ele me mandou um vídeo gozando, o líquido branco primeiro voando para sua barriga e depois apenas jorrando e deslizando pelo seu pau deixando-o todo melado.

No domingo, já para o fim do dia, ele pediu meu endereço. Disse que ia me mandar um presente. Fiquei receosa, mas dei. 

Na terça, chegou uma encomenda lá em casa. Eu estava no escritório. Mas recebi a mensagem dele dizendo que havia chegado na portaria e que era para eu pegar quando chegasse. Voltei mais tarde que o normal para casa. Peguei na portaria, subi, tomei um banho, mas estava exausta. Nem jantei e acabei apagando. Suas mensagens ficaram no vácuo perguntando se havia aberto e gostado. Na manhã seguinte, já acordei e saí para o trabalho. Fui respondê-lo apenas quando cheguei. Pedi desculpas pela indelicadeza e prometi abrir quando chegasse. Dessa vez, voltei mais cedo e abri. A caixa de papelão neutro não me deu margem para imaginar o que era. Pensava que seria uma lingerie. Quando abri, tive a surpresa de ser um lubrificante e um sugador. Tinha ouvido falar vagamente sobre. Agradeci. Ele se mostrou excitado com o presente dado. ‘Estou na dúvida se quero que já use logo ou que use comigo’, falou, ‘mas pode decidir você, é seu presente’. Decidi aguardá-lo.

A quinta e a sexta passaram rápido e devagar. Mas a vontade era tanta no sábado que antecipamos o encontro para as 16h. E pulamos as burocracias. Falei para ele vir direto para minha casa. Se quiséssemos, sairíamos. 

Como eu disse, pulamos as preliminares. Depois de experimentar várias roupas que me deixariam safada, mas não muito, eu quero dar, mas não quero me mostrar desesperada. Decidi por um vestido longo sem calcinha e nem sutiã. Ele chegou. Sem burocracias.

Já fomos direto para o sofá. Ele veio por cima de mim e encaixou seu quadril no meu. Já podia sentir seu pau pela bermuda de tecido mole. A cintura do Pedro já começava os movimentos. Minha buceta já estava molhada desde a véspera ou ficou muito rápido. Ele veio muito por cima, inclinou minha cabeça para trás e me engoliu com a sua boca. Sua língua ocupou toda a minha. Seu suspiro veio acompanhado de uma mão cheia no meu peito. Não me deixou respirar. Puxou minha alça para o lado e botou meu peito na sua boca e subiu para me beijar me olhando nos olhos já puxando a outra alça para chupar o outro peito enquanto sentia seu pau pulsar e cutucar minha buceta, dobrei a perna e meu vestido caiu até a cintura deixando minhas pernas expostas para o Pedro vir com as unhas me arranhando toda e me arrepiando dos pés à cabeça. Puxei sua camisa para tirá-la e logo depois devolvi com as unhas as marcas nas suas costas. Mordeu meu lábio e puxou. Suas mãos agora arranharam a parte de dentro da minha coxa e tocou minha buceta. Ele não se mostrou surpreso com a ausência da calcinha. Se com a boca ele estava um furacão, com a mão estava calmaria. Mas logo desceu e me chupou. 

A pressa que mostrávamos até então acabou. 

Pedro me chupou lentamente. Sua língua percorria calmamente minha buceta. Suas mãos apertavam minhas coxas. Às vezes subiam e brincavam com meus peitos.

Tirei meu vestido e fiquei completamente pelada para ele. Abri mais as pernas e me ajeitei no sofá. Pedro acariciava meu corpo e me chupava. Lambia. Afastava o rosto e voltava e me chupar. Eu relaxava com o prazer sentido.

Pedro começou a passar o dedo na entrada da minha buceta. E passou a me chupar mais rápido. Mais rápido. Chupava e lambia mais focado no meu clitóris. Ele e sua língua não se desencontravam. Me penetrou com os dedos e passar a me dedar e me chupar, dedar e me chupar, mais gostoso, me dedar e me chupar, fui escorregando pelo sofá enquanto ele me dedava e me chupava, gemendo mais alto, Pedro me chupando e me dedando, me levando à loucura com sua dedada e sua chupada, me levando ao orgasmo com seu dedo e sua língua. Enquanto eu me derretia pelo sofá, Pedro se ergue na minha frente com seu pau todo marcado no short, me pegou pelo cabelo pela nuca e girou minha cabeça para cima para me beijar abaixado. Botei a mão no seu short e abaixei. Ele tinha vindo sem cueca. Seu pau pulou no meu rosto. Botei na boca e passei a chupá-lo olhando no olho. Lambi a cabeça do pau, depois chupei só ela, chupei a base e fui até a cabeça, chupei todo, botei todo na boca, deixei todo babada, chupei suas bolas batendo punheta sentindo sua mão na minha nuca me conduzindo. Pedro me puxou para cima e me pôs de pé. Me beijou na boca com vontade. ‘Cadê o teu presente?’. Respondi que estava lá dentro. Ele me mandou buscar. Achei que ele fosse vir atrás. Mas ele ficou. E eu voltei com ele na mão. Pedro me botou meio sentada meio deitada com as costas no apoio de braço. De pé na minha frente, botou devagar a camisinha como se quisesse que eu implorasse pelo seu pau. Ele veio por cima e me beijou. Seu pau relava na minha buceta enquanto ele me beijava. Queria senti-lo dentro. Mas ele passava na porta e ia passear. O puxei pelo pau e o coloquei dentro de mim, fazendo todo seu corpo colar no meu. Seu piru ficou todo dentro de mim por uns segundos antes de começar a entrar e sair sem parar. Nossas bocas não desgrudavam e suas mãos bagunçavam meu cabelo. Seus movimentos amplos de quadril tiravam e botavam seu piru quase todo fora e todo dentro de mim. Nossos mamilos se encontravam e eu acho isso muito excitante. Eu forçava esse encontro.

‘Quero que você sente em mim de costas’, me pediu. Eu fiz o que ele pediu. Ele se sentou com a bunda lá na ponta do sofá e eu com os pés no chão e toda aberta comecei a sentar nele. Pedro apertava minha bunda e me dava uns tapas, também arranhou minhas costas, eu gemia e apertava meus próprios peitos. Senti seu braço esbarrando no meu. ‘Usa, quero te ver gozar com isso’, falou me dando o sugador. Liguei e coloquei no meu clitóris. Já no primeiro contato me arrancou um grito. Puta que pariu. Tirei. Era gostoso e intenso demais. ‘Goza para mim’, ele pedia. Botei de novo. Sentava e usava o sugador. Seu pau entrava e saía, entrava e saía, Pedro passou a me ajudar com as mãos na minha cintura, não sei se chegou a três minutos para minha perna perder forçar e tremer e meu corpo amolecer e cair para o lado no sofá com a gozada que eu dei com o sugador que caiu ligado no chão e com o pau dele que seguia duro me olhando deitada. Ele passou a mão pelo meu corpo e se levantou já indo a cozinha. Voltou com um copo de água gelada. Meteu uns dedos dentro e espirrou a água refrescando meu corpo e depois deu o copo para me ajudar. Deitada de lado, seu pau batia praticamente no meu rosto, puxei a camisinha para fora e deixei seu pau despido antes de botar o copo de lado e passar a chupá-lo com a boca gelada arrancando gemidos e suspiros dele. ‘Aguenta mais?’, ele me perguntou. ‘Acho que sim, posso tentar’, respondi.

Ele me pôs de bruços e me devolveu o sugador. De joelhos sobre mim, pôs a camisinha e jogou o papel bem ao lado do meu rosto para mostrar que a tinha colocado e que agora ia colocar em mim. Me penetrou toda e mordeu minha nuca com movimentos lentos iniciais me pedindo para colocar o sugador. Com a buceta mais apertada, o tesão estava ainda maior. Ele de joelhos metia bem em mim. Minha cara ficou afundada no sofá. Meus gemidos presos ali. Pedro segurava meu cabelo e me sufocava no sofá, às vezes me tirando para respirar. Falou que ia gozar. Eu também ia gozar de novo. Pedro tirou seu pau e imediatamente senti seu gozo quente caindo nas minhas costas e nuca enquanto meu gozo era sugado e abafado.

Ele se deitou sobre mim usando sua porra para colar nossos corpos. Me encheu de beijos na bochecha e também alcançando minha boca. 

Fez um carinho na minha cabeça e sugeriu um banho. 

Concordamos em ir. Mas precisávamos antes recuperar as forças. E só depois de cinco minutos fomos. Primeiro, passamos na cozinha para pegar mais água. Seu pau melado ainda balançava meia bomba, e ele foi batendo na minha bunda no caminho para o banheiro.

Tomamos um banho meloso, repleto de beijos e carícias. E depois logo apagamos na cama.

Acordamos depois das 21h e decidimos pedir uma pizza. Enquanto ela não chegava, tivemos um segundo round. Mas isso eu conto numa próxima.

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