- Contos Eróticos
- janeiro 8, 2026
Com salto na mão, chinelo no pé, rouca e provavelmente maquiagem borrada, entrei no prédio junto com o Edu, que terminava sua corrida e tinha seu corpo todo suado sem camisa. Ele ergueu o braço para ceder a passagem para eu entrar e veio atrás de mim. Chamei o elevador, que estava no 20. Enquanto esperávamos, fiz uma piada – provavelmente sem graça – sobre eu estar chegando naquele estado às 6h30 enquanto ele voltava da corrida. Edu tinha um cabelo um pouco grisalho, devia ter uns 10 anos a mais que eu. Ele riu. E falou que no fim os caminhos sempre se encontram, com um ar de cantada no ar. Eu estava um pouco mais falante por causa da bebida do casamento do qual eu voltava.
‘Pode dar um mergulho na piscina comigo para lavar o corpo e a alma’, falou me convidando. O elevador chegou. Ele apertou o play. Eu apertei o 13. Edu desceu alguns segundos depois de entrarmos se despedindo com um ‘te espero’.
Fui pra casa. Bebi um copo d’água, depois outro, comi metade ou menos de uma maçã com um pé apoiado no joelho enquanto observava a piscina que só tinha o Edu naquela hora. Como era domingo, improvável e não fazia sol, seria improvável que alguma senhorinha descesse para fazer hidroginástica também.
Pensei com um pedaço na boca, ainda tinha um pouco do efeito de álcool. Vi que tinha 14% de bateria. Botei a parte de cima do biquini, um blusão que eu usava como pijama ou para saída de praia/piscina e desci.
Quando cheguei, Edu estava deitado fingindo pegar Sol, pois o céu estava repleto de nuvens. Eu me sentei numa espreguiçadeira e começamos a conversar. Ele deve ter ouvido algumas coisas inapropriadas ou besteiras alcóolicas, mas levou de boa. Ele sugeriu que entrássemos e já foi mergulhando como se fosse nadar a Olimpíada. Eu hesitei um pouco sentada mordendo os dedos, depois corri e pulei segurando o nariz para não entrar água. Dei alguns gritinhos porque achei a água muito fria.
Edu se aproximou e me abraçou. Parecia uma cenazinha de filme romântico, mas eram 7h da manhã de um domingo nublado. Nos beijamos enquanto seus braços envolviam todo meu corpo. Aos poucos, ele foi me levando para perto da borda. Nos beijamos mais intensamente ali com os corpos colados. O abracei com as minhas pernas na cintura e braços no pescoço enquanto suas mãos iam na borda. Senti meus mamilos ficarem tão excitados que até mesmo pela camisa e pelo biquini. Edu botou as mãos dentro da água para apertar minha bunda e tentar trazer meu corpo ainda mais para perto, dava para sentir seu pênis já duro dentro do short.
Nessa hora, me toquei que não havia trocado a calcinha pela do biquini. Meu corpo flutuava subindo e descendo no pau dele. Paramos de nos beijar. Colamos nossas testas e nos desejamos com o toque. Eu mordia os lábios. Minha vontade era ser penetrada ali mesmo. A do Edu também. Seus dedos começaram a caminhar pela minha bunda tentando chegar na minha buceta. Não resisti. Beijei sua orelha, pescoço e ele a alcançou. Dedilhou de mansinho. Como estava com a boca na orelha dele, sussurrei para subirmos. Ele concordou me erguendo para me colocar sentada na borda. Antes que eu me levantasse por completo, segurou minhas coxas, enfiou sua cabeça entre elas e deu algumas mordidas. Quase relaxei demais. Apoiei as mãos para trás e virei a cabeça para o céu vendo uma rápida aparição do céu. Voltei a mim lembrando que ele não ia – ou não podia – cair de boca em mim ali no meio da piscina.
Ele desceu beijando minhas pernas até meus pés e depois também saiu da piscina ajeitando o short para tentar disfarçar o volume do seu pau.
Ele pôs o tênis na frente enquanto andávamos para o elevador torcendo para ninguém chegar e ver fumaça causada pelo seu pau duro e pelos meus mamilos acesos e desconfiasse que ali havia fogo.
Não falamos nada sobre, mas entendemos que íamos para minha casa.
Cheguei abrindo a porta e nos atracamos. Em sintonia, fomos direto para o banheiro. Tirei minha blusa, e Edu foi soltando meu biquini. Me puxou e me pôs sentada na pia. Puxou minha calcinha para o lado e começou a me chupar. Sua língua me lambia gostoso devagar, de mansinho. Minha buceta molhada matava sua sede. Nossas mãos se encontravam brincando com meus peitos e mamilos. Meu pé estava apoiado no seu ombro. Fiquei com medo de a pia ceder ou não aguentar meu tesão.
O empurrei com o pé, desci da pia, o beijei e desci lentamente lambendo seu corpo e abaixando seu short para matar minha fome com seu pau na minha boca. Chupei seu pênis enrijecido e quente, passei na minha cara, lambi a cabeça, chupei tudo, botei as bolas na minha boca enquanto o mirava batendo punheta. Acho que ele ia gozar quando pegou no meu cabelo e me erguei e me puxou para um banho.
Ligamos a água quente e voltamos para a pegação. Edu me pôs contra a parede tocando minha buceta e segurando meu queixo enquanto me lambia e me beijava. Abri as pernas para sentir seu toque melhor. A fumaça que embaçava os vidros do banheiro dava o sinal do incêndio do boxe. Vi minha dedeira bee que havia usado há dois dias junto com o condicionado, xampu e outros cremes. Pus no meu dedo e me coloquei de costas. Edu se ajoelhou por trás de mim, beijou minha bunda, mordeu, deu uns tapas, passou a mão entre as minhas pernas e encontrou a bee no meu clitóris. Me penetrou rapidamente com a ponta dos seus dedos enquanto chupava meu cu.
Pedi para me foder. Ele veio e botou na minha buceta. Me puxou pelo pescoço para trás para me beijar bem gostoso. Me contorci para durar na sua boca e nossas línguas serelepes não se desgrudavam. Edu apertava meu peito com movimentos curtos de penetração. A dedeira bee estava entre as minhas pernas. Começou a ficar muito gostoso e precisava gemer mais alto. Descolei minha boca da dele e apoiei a mão na parede da frente. Ele passou a meter mais forte, botava sua digital no meu cu molhado e brincava com ele. A primeira falange do dedão entrava às vezes e saía. Sua outra mão ia na minha cintura. Eu gemia sem parar. Depois de correr, Edu ainda estava cheio de gás. Pedi para ele comer meu cu. Peguei o Íntimo Feel que estava ali do nada e dei na mão dele. Me ajeitei. E ele penetrou meu cu gostoso. Começou metendo bem devagar. Sentia todo seu pau entrar e todo seu pau sair. Sentia a cabeça entrando. E a cada entrada aumentava um nível do meu tesão. O bee sugava meu clitóris. O barulho do encontro dos nossos corpos era abafado pelo barulho da água. Quando cheguei ao orgasmo, Edu já parecia estar perdendo o gás, apesar de seu pau ainda estar entrando todo duro em mim.
Me virei automaticamente para beijá-lo. Ficamos nos beijando por um tempo recuperando o fôlego.
‘Quer ir pra cama?’, perguntei.
Ele apenas concordou com a cabeça enquanto me beijava.
Saímos do boxe e nos enxugamos rapidamente. Fiquei masturbando seu pau enquanto ele se enxugava.
Fomos para a cama. Eu tomei conta e me pus por cima dele que se deitou por completo. Suas mãos vieram no peito. Me movimentei para cima e para baixo. Eu não havia corrido e minhas pernas ainda tinham um pouco de força. Pus os dois pés na cama para quicar firme no seu pau. Agora, o impacto do encontro dos nossos corpos era bem alto. E a cada sentada ele soltava um suspiro misturado com gemido. Me deu um tapa na cara me chamando de gostosa. Minhas mãos estavam apoiadas no seu peito. Aproveitei para brincar com seus mamilos com alguns apertões.
Eu não tinha corrido, mas tinha ido a um casamento. E não aguentei muito mais. Passei a rebolar. Edu se ergueu para cima para me beijar e eu inclinei o restante para baixo. Nos beijamos bastante. Estávamos cansados.
Deslizamos nossos corpos para encaixarmos de ladinho. Agora, as coisas ainda eram intensas, mas também suaves. Me acariciava no rosto, no cabelo e por todo o corpo. O bee me estimulava. Edu arranjou uma última força e se virou por cima de mim, me comendo de bruços. Seu pau entrava fundo e saía pouco. Tudo muito espremido e intenso. Acabei gozando mais uma vez. E Edu também chegou ao orgasmo. Mas antes que isso acontecesse, pedi que o fizesse no meu corpo. Ele tirou seu pau de dentro de mim, me virei de frente e ele deixou jorrar todo seu prazer pelo meu corpo antes de desabar sobre ele.