- Contos Eróticos
- janeiro 29, 2026
Voltamos para casa depois de passar quase o dia todo tomando Sol e jogando futevôlei. Chegamos exaustos. Ligamos o ar-condicionado para já ir gelando o quarto enquanto íamos tomando banho. Ligamos apenas a água gelada dessa vez por causa do calor. Demoramos no banho pela preguiça e até tirar toda areia, protetor e cremes. Nos revezávamos de baixo da água e trocávamos potes como se fossem figurinhas. Quando abrimos a porta do banheiro, sentimos o ar polar do quarto. Gabi pegou sua camisola, vestiu e correu para se jogar de baixo da coberta. Eu fui até a cozinha pegar duas garrafas d’água. Gabi já estava apagada no momento que voltei ao quarto. Eu me deitei e não demorei também a apagar. Deviam ser 16h. Aquele cochilo pós-praia que pode durar 20 minutos ou seis horas.
O meu durou pouco mais de duas horas. Olhei para o lado e vi Gabi ainda entregue. Bebi um pouco d’água, fui à cozinha fazer um lanche que acabou sendo uma banana. Li um pouco e voltei. Já tinha mais de 30 minutos que estava acordado e nada da Gabi. Fui ao banheiro escovar os dentes. Gabi agora estava um pouco descoberta. O edredom estava apenas nas pernas. Conseguia ver a poupa da bunda dela com a camisola levemente erguida. Deixei a porta do banheiro aberta para ver sua bunda despida. Comecei a ficar mentalmente excitado com a visão que tinha dela. De dentes limpos, fiquei parado no quarto com a porta do banheiro encostada deixando entrar um raio de luz para que pudesse admirar seu corpo.
Abri a gaveta do armário, peguei a varinha mágica que temos e um lubrificante.
Invadi de mansinho a cama e comecei a beijar sua bunda carinhosamente.
Beijos molhados, meus lábios faziam contato demorado se arrastando na sua pele macia. Gabi começou a se mexer na cama. Movimentou as pernas, soltou uns barulhos, esfregou o rosto. ‘Que delícia’, disse. Se pôs de bruços. Eu subi mais seu vestido deixando sua bunda toda à mostra. Deixei beijos por toda sua bunda. Deixei minha mão se aventurar para sentir o calor entre as suas pernas e a percebi molhada.
Subi pelas suas curvas com meus lábios até chegar ao seu rosto. ‘Boa noite, dorminhoca’, falei, beijando seu rosto sonolento. ‘Que gostoso acordar assim’, falou. Me sentei um pouco abaixo da sua bunda e derramei o lubrificante sobre seu corpo. Comecei a massageá-la. Apertava suas costas, trapézio, ombro, braços. Minha mão dominava cada centímetro do seu corpo. Subi um pouco minha cintura e meu pau duro se acomodou no meio da sua bunda. Peguei a varinha mágica e passei massageando e vibrando pelo seu corpo. Meus movimentos curtos com o quadril eram inevitáveis. Meu pau latejava ali.
Escorreguei meu corpo para trás passando meu peito pelas suas costas até chegar à sua bunda. Contornei sua cintura com o braço para botar a varinha entre seu corpo e a cama vibrando e meti minha cara entre as suas pernas para chupá-la. Abri bem sua bunda e me enfiei ali para sentir sua buceta babada na minha língua. Chupei e beijei bastante antes de voltar a me colocar sentado novamente e penetrá-la bem fundo. Deixei meu corpo cair sobre o da Gabi e a beijei na boca. Vi sua mão agarrar o lençol da cama enquanto eu metia devagarinho com nossos corpos deslizantes. Ficava ainda mais excitado com a vibração que sentia da varinha entre nós e a cama.
Apertava e abria bem a sua bunda. Aproveitei o lubrificante para brincar com a entrada do seu cu com meu dedão. Pressionava e ameaçava entrar. Gabi gemia entregue na cama. Apertei seus cabelos e botei meu corpo paralelo ao seu para meter mais forte. Alcançava seu pescoço para mordê-lo. Gabi empinou a bunda. E depois mais um pouco.
Me pus de joelho atrás dela para que ficasse de quatro para mim. Sua bunda fica linda de quatro. Comecei a fodê-la forte. Metia firme e dava tapas gostosos na sua bunda. Gabi seguia com o rosto colado no travesseiro e agora botava a varinha na buceta. Alternava entre gemidos altos e abafados no travesseiro. Segurava sua cintura para não deixar meu pau sair. Metia firme. Eu soltava urros e gemidos. Gabi pediu para não parar, avisou que ia gozar. Minhas pernas fraquejavam. Mas continuei metendo. Gabi gozou. Minha perna deu pane. E caí sobre ela esmagando seu corpo na cama. Nossas línguas se encontravam fora da boca junto ao travesseiro.
Gabi se desvencilhou de mim, me virou e veio por cima. Primeiro, me chupou bastante. Brincava com meu pau na sua boca. Depois, lambuzou meu pau com lubrificante e bateu uma punheta gostosa enquanto abria minhas pernas e se aventurava com sua língua no meu cu. Seu beijo grego me levava à loucura. Molhou a mão. E me penetrou com um dedo. Com uma mão batia uma punheta gostosa para mim, com a outra me dedava. Eu estava aberto e entregue para ela. Avisei que se continuasse assim ia gozar.
Ela parou e veio ferozmente por cima de mim. Encaixou meu pau dentro dela e começou a cavalgar. Se minhas pernas tremiam, as dela funcionavam a todo vapor com uma sentada forte no meu pau. Apertava meu peito e barriga. Fincava as unhas na minha pele. Sua respiração mostrava prazer e cansaço. Aos poucos, foi diminuindo o ritmo. Passou a rebolar mais, se inclinou para frente para me beijar. Conduzi seus movimentos com a mão. Estávamos sincronizados. Mas ainda exaustos do dia todo.
‘Quer que eu te chupe?’, me perguntou sussurrando Gabi. Disse que sim. ‘Mas deixa eu te chupar também’, pedi.
Ela se virou e botou a buceta na minha cara. Começamos um 69 bem molhado e babada. Peguei a varinha e encostei na entrada da sua buceta enquanto eu chupava seu clitóris. Ela me mamava gostoso e também brincava com a ponta do dedo no meu. Fomos nos entregando, ficamos cada vez mais excitado e também moles. O orgasmo estava ali para nós dois.
E juntos pudemos entregar o prazer a boca do outro.
Demos mais uns beijos no sexo alheio ao tempo que as coisas amoleciam e relaxavam. Gabi se virou e veio ao meu encontro. Deitou-se no meio peito. Nos beijamos. E ali descansamos mais uma vez acariciando um a pele do outro até cairmos no sono novamente.