- Blog, Contos Eróticos
- fevereiro 5, 2026
– Depois a gente arruma isso! – Melissa repetia o tempo todo me vendo arrumar as coisas do churrasco que rolou durante praticamente o dia todo. Tinha que botar as latas e garrafas no lixo, os pratos na pia, dar uma varrida.
– A gente está bêbada, a gente pode fazer isso amanhã de manhã, ninguém vai vir aqui, já são meia-noite – falou se distanciando, entrando na casa e fazendo como se fosse ir dormir.
De repente, só a ouvi gritando e correndo e se jogando na piscina.
– Se você não vier, eu vou aí te buscar. Depois arrumamos, eu vou te ajudar – falou já na água.
– Dez, nove… – começou a contagem regressiva.
Olhei para ela rindo. Mas ela não estava brincando.
– Seis, cinco, quatro – continuou já fora da piscina e vindo em minha direção.
Me virei para ela fazendo minhas mãos de escudo. Ofereci nenhuma resistência ao ataque e ao beijo que me deu. Melissa me envolveu com os braços e começou a dar passinhos tentando fazer força para me levar na piscina. Nem precisava de tanto. Era um esforço coletivo para ela me jogar na piscina. Caímos juntas. Ela só de biquini. Eu de short e biquini. O short durou pouco tempo.
A piscina não estava gelada. Era o suficiente para refrescar a noite abafada de verão. Faltava vento. E começou a faltar ar quando Melissa me botou contra a parede e me devorou com olhos, boca e mãos. Elas subiram rapidamente da minha bunda para minhas costas para desatar o nó do meu biquini e deixar meus mamilos desprotegidos prontos para os seus beijos. Enquanto seus lábios se divertiam com meus bicos, o meu era pressionado pelos meus dentes. Encostei a cabeça na borda da piscina. Ela me pegou pelas pernas e cintura e se envolveu com elas. À luz da lua, seu toque sereno passeou pelo meu corpo sem pressa e sem destino.
Não por muito tempo.
Deslizou sua mão pelo meu tronco até chegar ao meu biquini. Travou. Continuou para me despir. Minhas pernas caíram e meus pés tocaram o chão. Melissa colou seu corpo ao meu e sua mão logo veio me tocar. Brincou com as palavras dizendo que eu estava molhada e com os dedos me enchendo de desejo. A puxei para mais um beijo. Ela me virou de costas e passou a dominar minha nuca, costas e cabelo. Rebolei pra ela. Aproveitei que estava de frente pra borda para me levantar e me colocar sentada. Me sentei de perna aberta. Melissa tirou o biquini dela e pendurou no meu pescoço. Eu ri. Ela caiu de boca em mim. Levantei uma perna para fora da água apoiando o pé fora da piscina. Eu estava molhada. Melissa me deixou encharcada. Afoguei seu rosto na minha buceta. Ela saiu quase sem ar. Deu dois passinhos para o lado e pegou a bolsinha discreta que estava ali. Era isso que ela tinha ido fazer quando entrou na casa.
Tirou o Iconic da bolsa e veio rindo e fazendo aviãozinho na minha direção com cara de safada. Ele já veio vibrando. Mas não me penetrou direto. A noite era uma criança. Passou o brinquedo vibrante ao redor da minha buceta. Nos encarávamos. Eu pedia para ela me penetrar. Ela percorria caminhos ainda mais longos. Meu quadril começou a se mover. E ela subiu com ele para os meus peitos. Botou bem em cima da minha buceta, quase nela, mas não nela. Enquanto isso botou a língua no meu clitóris e deu lambidinhas. Sentia a vibração. Meu peito apertou.
Desceu com o Iconic e me penetrou. Me chupou e me penetrou. Os gemidos foram tirando a força do resto do meu corpo, que foi caindo para trás até se deitar por completo no chão. Abri bem minhas pernas para que Melissa me dominasse. Foi isso que ela fez. Acelerava e diminuía. Quando eu caminhava para o orgasmo, ela diminuía e me segurava. Nesse vai e vem, meu gozo foi se acumulando. Melissa sabia me levar à loucura. A essa hora eu já estava nas alturas. Quando Melissa foi de uma vez, me chupando com vontade e aumentando a vibração do Iconic, gozei. Gozei muito. Ejaculei bastante. Melissa se banhou com a chuva de prazer que joguei nela e na piscina. Quando parei, minhas pernas caíram.
Melissa saiu da piscina e se sentou do meu lado. Eu respirava ofegante. Ela começou a se tocar com o Iconic. Minha mão tocou suas pernas e a acariciou. Ela brincou com o próprio corpo e depois com o meu. Apertava mansamente meu peito, eu continuava estirada vendo sua excitação.
Conforme eu ia me recuperando, eu me erguia para beijá-la. Melissa tirou o Iconic e puxou minha mão para sua buceta. Pude sentir seu tesão. Ela me puxou e nos deitamos na espreguiçadeira que nos observava a poucos metros dali. Ela se deitou na minha frente, com minhas costas sobre seus peitos. Comandei o vibrador na buceta dela. Botei a parte do sugador e a fiz perder o controle. Eram beijos na boca, no rosto e no pescoço. Sua mão foi no meu pescoço e sentia seu prazer aumentar porque fazia cada vez mais força, me fazendo me inclinar para frente. Colei a parte que penetra no sugador e passei a masturbá-la com os dois estímulos simultâneos. Melissa gemia. Pedia mais. Anunciou seu gozo vindo. E quando ele chegou, soltou meu pescoço e escorregou suas costas pelo meu peito até repousar a cabeça nas minhas pernas. O Iconic caiu vibrante na espreguiçadeira.
Fiz um cafuné na sua cabeça e dei um beijo na festa. Melissa se virou e se sentou de frente pra mim. Falávamos com os olhos enquanto as bocas se ocupavam com os beijos.