- Blog, Contos Eróticos
- fevereiro 19, 2026
Meu celular estava acendendo cheio de mensagem. Saí do banheiro tirando a toalha do cabelo molhado e indo vestir uma camisola. Ia só comer uma coisinha antes de me arrumar para sair com o Antônio. De roupa, peguei meu celular andando para cozinha para ver aquela porção de mensagens covardes quebradas no meu celular dele.
– Aí
– Chovendo pra caralho, hein
Fui lendo já entendendo o recado. Aqueles homens que são preguiçosos e querem tudo muito fácil.
– Está se arrumando já?
– Quer escolher outro lugar não?
– Po
– Bateu mó preguiça de sair nessa chuva
– Mal aí
– Vamos marcar outro dia?
Olhei. O ar de desprezo saiu da minha boca.
Joguei o celular na cama. Nem ia responder. Mas resolvi fazê-lo.
– Ok, desmarcado! – respondi.
Eu sabia que ele esperava um convite para vir para minha casa ou para eu ir à dele.
– Não quer fazer algo só de boa em casa não?
Pelo amor de Deus. Não?
– Bateu mó preguiça de sair nessa chuva – respondi e larguei o celular.
Fui comer e descansar.
Fiquei vendo uns vídeos no Youtube enquanto não começava o BBB. Tomei uma taça de um vinho que estava aberto lá na geladeira. Acabou o BBB, que é curto e sem grandes emoções às sextas-feiras. Estava sem sono, um pouco entediada. Fiquei rolando o feed do Instagram e aí apareceram para mim os stories da Desir com provocações. E eu fiquei provocada. Ainda mais depois de duas tacinhas de vinho, né.
Abri a gaveta e vi se meu Rabbit Lucky estava carregado. Não estava. Mas tudo bem. Botei para carregar. Foi o tempo de eu pensar em algo diferente para fazer.
Peguei mais uma taça de vinho e decidi assistir pornô. Fazia muito tempo que eu não assistia. Um ano, dois ou talvez até mais. Fiquei vendo as prévias dos vídeos para me decidir. Até que vi um de swing. Me despertou interesse. Não nisso. Mas em pegar por dois homens. Ao mesmo tempo.
Procurei um vídeo que me agradasse. O primeiro que achei não me atraiu muito. Confesso que tive que procurar como se estivesse tentando achar uma nova série boa na Netflix. Mas quando achei…foi em cheio.
Dei play e assisti tomando uns golinhos de vinho. Conforme o vídeo ia avançando, minhas mãos iam ficando serelepes pelo meu corpo. A taça ficou vazia.
Minhas pernas foram se mexendo, tirei a coberta de cima. Via a mulher de quatro chupando o pau de um dos homens enquanto o outro chupava sua buceta. Que sensação deve ser, imaginei. Apertei meus peitos. Meu quadril começava a se mexer convidando meus dedos para descer mais. E quando o homem que chupava sua buceta se pôs de joelho ao lado do outro, a mulher começou a chupar os dois paus ao mesmo tempo. Via os paus se tocarem na sua boca. Botei os dedos na minha boca e comecei a babá-los. Dois dedos abertos imaginando que fossem dois pirus.
Tão molhados escorregaram até chegar na minha buceta. Comecei a me tocar bem devagar enquanto via um dos homens se deitar na cama para ela montar nele. Ela se sentou de costas para ele. Rebolou lentinho enquanto chupava o pau do outro que se pôs de pé na cama.
A mulher começou a rebolar mais, quicar, ouvia os gemidos triplos. Ela já não conseguia chupar. Mas o homem passava o pau na cara dela. Ela deixava seu pau todo melado.
Ele quis comê-la também. Ela se deitou na cama no papai-mamãe, e foi a vez do outro homem penetrá-la. O que antes comia agora se deitava ao seu lado para beijá-la. Passava a mão pelo seu corpo e até tocava sua buceta enquanto o outro metia. Ela gemia alto. E parava o beijo para gemer. O homem não ficava com a boca desocupada. A ocupava com os peitos dela.
Meus dedos pegavam fogo na minha buceta a essa hora. Queria mais. Queria ser penetrada. Olhei para o lado. O Rabbit Lucky tinha bateria suficiente. Tirei da tomada às pressas. Liguei. Ele começou a se mover com seu vai e ver gostoso. Abri a gaveta, peguei o lubrificante e joguei na sua ponta. Botei ele na minha buceta. Vai e vem, vai e vem, vai e vem. Os gemidos vazaram pela minha boca. Minha mão agarrou meus peitos. E o celular caiu ao meu lado na cama.
Fechei os olhos. Apenas ouvia os gemidos que vinham do vídeo.
E os que vinham de mim.
Numa revirada de pescoço para me ver no espelho do quarto, vi o plug anal me encarando na gaveta aberta. Mordi os lábios, me vi no espelho, o plug continuava me olhando.
Não teve jeito.
O convidei para a brincadeira. Joguei lubrificante nele. Fiquei passando na entrada do meu cu. Abri bem as pernas, joguei-as para o ar. Deixei o sugador no meu clitóris e fui penetrando o plug até ele entrar por completo.
Peguei o celular de novo.
Vi que a mulher estava sentada em um, enquanto o outro vinha por trás e comia seu cu. O que a fodia por trás a puxava pelo pescoço mordendo seu pescoço.
Imitei a posição dela. Me pus de joelhos na cama. Comecei a rebolar no Rabbit Lucky. Brinquei com meus peitos um pouco. Mas depois botei minhas mãos para trás e fiquei dando pressão no plug no meu cu. O Rabbit me sugava e me penetrava. Ouvia todos gemerem. Via de relance o celular.
Os dois homens se colocaram em pé na cama, a mulher se ajoelhou na frente enquanto os dois gozaram na boca dela. Ela chupou os dois paus e sugou até a última gota de prazer deles.
O vídeo acabou.
Eu acelerei meu rebolado e o Rabbit. Gozei também. Minhas pernas se contraíram, se juntaram, espremeram o Rabbit entre elas.
Caí por cima do celular com os peitos na cama. O Rabbit continuava vibrando dentro de mim. Diminuí a velocidade. O deixei bem mais lento para recuperar o ar. Logo voltei a aumentar para ir no embalo. Vai e vem. E eu ia para mais um orgasmo. Minhas pernas tremeram. E eu segurei, segurei e gozei. Mas gozei muito. Encharquei minha cama. Deixei toda gozada enquanto meu corpo todo tremia. Minha buceta expulsou o Rabbit que ficou vibrando entre a cama e eu.
Rolei para o lado e fiquei como uma estrela na cama. Meu peito enchia por completo e esvaziava.
Pensei: preciso botar isso na minha checklist.
E logo: que bom que troquei uma transa meia-boca por um orgasmo maravilhoso desses.