- Blog, Contos Eróticos
- fevereiro 26, 2026
Nem vi de onde o Pedro surgiu. Quando notei, ele havia me jogado na cama e caído em cima de mim com um beijo inesperadamente quente. Fomos nos ajeitando e subindo para o corpo todo ficar sobre a cama. Ele abriu meus braços lá no alto e beijou meu rosto e depois meu pescoço. Se sentou sobre mim. Fiquei esperando que fosse tirar a camisa, mas ele tirou duas algemas do bolso e me prendeu com os braços para o alto na cama. Ri debochando da sensualidade surpreendente da situação. Mas ele não riu de volta. Me beijou mais uma vez. E outra. Agora sim tirou a camisa. Seus lábios passearam pelo meu corpo indefeso sem esquecer de nenhuma parte. E isso ainda era por cima da camisola que eu usava.
Começou a erguê-la, mas era impossível tirá-la. A deixou esticava na altura dos meus cotovelos, o que a fazia cobrir meus olhos.
Fiquei cega de tesão com seus beijos sendo espalhados pelo meu corpo. Agora, eram beijos mais macios e delicados, leves. Como se não quisesse deixar rastros na minha pele.
Senti que o Pedro saiu da cama. E logo ouvi uma vibração no ao meu lado. Sabia que tinha pegado algum vibrador. Ele abriu minhas pernas, beijou minhas coxas e deixou o vibrador na cama, bem abaixo da minha buceta. O brinquedo vibrava entre a cama e minha bunda e fazia todo meu corpo tremer. Pedro saiu da cama, mas senti que continuava a me observar de algum lugar. Queria me ver agonizar, provavelmente.
Não sei quanto tempo dura a eternidade. Mas depois de uma vida, senti Pedro subir na cama. Àquela altura, já percebia que era a Mini Varinha vibrando. Ele tirou dali e começou a passar bem de leve pelo meu corpo.
Minha buceta fervia molhada.
De repente, sua boca gelada engoliu minha buceta, largando a Varinha sobre a minha barriga com uma vibração fraca, mas suficiente para emanar para todo corpo. Pedro se lambuzou na minha buceta. Sua língua desfilava determinada por mim. Me sentia babar.
Me penetrou com dois dedos e chamou meu orgasmo. Eu tentava me mexer, mas minhas mãos presas me impediam. Só podia rebolar e prender a cara dele entre minhas pernas. Ele puxou a Varinha Mony mais para perto da minha buceta, quase tocando nela. Mas era ele quem brincava com a língua no meu clitóris e os dedos por dentro de mim. De tanto chamar, meu orgasmo veio escorrendo pela sua boca.
Retirou-se mansamente e se pôs sobre mim. Senti seu rosto e barba molhados com meu tesão quando me beijou. Seu pau roçava na minha buceta.
Quer que eu te coma, me perguntou.
Fiz que sim silenciosamente com a cabeça.
Ele me penetrou e me abraçou. Nossos corpos grupos grudaram, e a varinha ficava entre nós. Vibrava. Eu mal tinha me recuperado do orgasmo e parecia que já ia gozar de novo.
Mas Pedro a tirou dali.
Só me comeu profundamente enquanto se deliciava com meu pescoço e rosto e boca.
Você quer ver, me perguntou.
Respondi que sim, mas agora gemendo.
Ele se ergueu e começou a me comer mais forte sem me desvendar. Abriu bem minhas pernas, beijou meus pés, panturrilha e canela.
Segurou firme meu queijo. E me deu um tapa na cara na sequência para depois puxar a camisa e tirar do meu rosto. Vi sua cara de tesão pela primeira vez enquanto me comia firme.
Juntou minhas pernas e pôs sobre seus ombros. Me comia gostoso.
Quer que eu te solte, ele me perguntou entre gemidos.
Quero ficar de quatro, respondi.
Ele se deitou devagar sobre mim e foi soltando minhas mãos.
Me virou de costas. Mas não me permitiu ficar de quatro.
Me botou de bruços, algemou minhas mãos para trás e me penetrou com seu pau inteiro. Encaixou a varinha entre a cama e eu e se deitou sobre mim. Mordeu minha orelha e segurou firme no meu cabelo. Proferiu palavras de desejo ao pé do ouvido. Metia firme e abafava meu gemido na cama.
Tudo prensado e vibrante. Seus braços me envolveram e pegaram meus peitos.
Sentia seu pau crescer ainda mais e latejar dentro de mim. Sentia que iria gozar. E eu estava lá também. Trocamos sussurros de pedidos de orgasmos.
Ele moveu sua mão para a varinha e aumentou um ritmo. Foi o suficiente. Quis tremer meu corpo, mas o peso do corpo de Pedro abafou enquanto sentia que seu pau derramava todo seu tesão dentro de mim.
Quando a sensação do orgasmo passou, Pedro soltou meus braços, me virou e me estendeu um copo d’água. Bebi quase tudo de uma vez.
E depois me deitei sobre ele.