- Blog, Contos Eróticos
- março 19, 2026
Parte 3: Fantasias de Carnaval
– Gente, a minha nem teve muito drama. Eu e Pedro fomos num dia de bloco de Woody e Jessie, do Toy Story. Fantasia simples e tal. Aí do nada parou do nosso lado um casal com a mesma fantasia. Demos aqueles risinhos, estamos iguais, blábláblá, até que o Pedro soltou: ‘Só não pode confundir’. E a mulher respondeu: ‘Pode sim’. E aí ela e o marido se olharam rindo. Eu olhei para o Pedro e ri também. ‘Confundido e misturado’, eu respondi.
– Nossa, as cantadas de Carnaval são muito bregas – comentou Larissa.
– Sim, mas as coisas foram fluindo. A gente foi rindo. Nos apresentamos imediatamente. Bárbara e Leo. E logo na sequência o Leo mandou: ‘Vamos nos misturar então’. E aí demos um beijo quádruplo no bloco, que logo viraram dois beijos. Eu com o Leo e o Pedro com a Bárbara. Rimos. Fomos andando no bloco e rindo. Eles eram do Ceará e tinham vindo curtir. E não teve muita surpresa não. Ficamos curtindo o bloco juntos. Até que chegou a hora do vai ou racha. Mas para que a opção rachar nem existia. Fomos para o hotel deles logo de cara.
– Decididos, hein. Nem um suspensezinho – debochou Betina.
– Pois é. Sem tempo pra perder. E eles tinham pegado um quarto top demais. Vista para a praia, banheira, enorme. E aí obviamente terminamos os quatro na banheira. Da água para cima, era resenha, risadas, conversa. Embaixo d’água…eram toques sensuais, pés que se tocavam, mãos que escapavam. Sei que uma hora fui tocar o pau do Pedro para ver se estava duro e já tinha uma mão lá.
– Será que era do Leo? – brincou Marcela.
– Tanto faz. Mas era da Bárbara. E quando ela foi botar a mão no pau do Leo, minha mão tinha chegado antes. Dei o troco – contou rindo Carla.
– E aí logo começou uma pegação. Eu beijei Leo, Bárbara e Pedro. Às vezes um de cada vez, outra hora todos juntos. Sei que se eu e Pedro somos para frente, Bárbara e Leo eram ainda mais. Ela puxou o Leo para cima e começou a chupá-lo com a bunda bem virada para gente. Me sentei do lado do Pedro vendo-a mamando. Nossas mãos brincaram com as pernas, bunda dela. Ela afastou as coxas e se empinou. Passamos a tocar sua buceta. Empurrei Pedro para frente e ele começou a chupá-la ali. Ela tinha um gemido safado e provocador. Leo incentivava que brincássemos com a sua mulher. Fui de ladinho chegando perto dela até colar a cara nela. Ela riu para mim com o pau do Leo na boca, tirou e botou para eu mamar. Aceitei a oferta. E ficamos chupando juntas. Pau dele era bem gostoso. Estava duro.
– Calma, não se empolga. O restaurante todo não precisa saber – riu Larissa.
– Desculpa, sabem que eu me empolgo. E aí ela já se levantou, virou de costas e começou a sentar nele ali. Ele apoiado na parede e ela sentando vendo Pedro e eu. Aí comecei a chupar o Pedro na frente deles. O banheiro vai ficando quente nessas situações, vidro todo embaçado já. E aí falei para o Pedro me comer de quatro. Me apoiei ali ao lado deles, e ele começou. Mas a banheira pode ser até boa para duas pessoas. Para quatro tinha ficado bem pequena.
– Ah ta, já estava até pensando que banheira era essa que parece a sala da minha casa – riu Júlia.
– Então, aí fomos para cama. E Bárbara veio com tudo para cima de mim, me jogou e começou a me chupar. O Leo ficou ajoelhado ao lado dela e às vezes eles se beijavam com a minha buceta. Pedro veio ao meu lado. Primeiro me beijou, depois se colocou de joelho e comecei a chupá-lo. Leo logo saiu dali e deixou a Bárbara tomar conta e veio botar o pau para eu chupar. Eu botava um na boca e outro na mão. Eles dois passavam a mão pelos meus peitos e corpo. Até que botei os dois paus juntos na boca. Eles se encontravam e se embolavam na minha língua. Pedro e Leo se beijaram enquanto eu mamava os dois. E aí Bárbara veio me ajudar a chupar aqueles dois pirus gostosos.
– Não sei se eu conseguiria isso não. Muita coisa acontecendo – pensou Betina.
– E aí depois trocamos de marido. Eu fiquei beijando e namorando o Leo, enquanto ela se aproveitava do Pedro. Ele me chupou, depois eu o chupei. Eles reproduziram o mesmo do outro lado. Me coloquei por cima do Leo e comecei a rebolar. Pedro comia a Bárbara no papai-mamãe do meu lado, Nos encontrávamos no alto. Ele me enforcava, me perguntava se eu estava gostando. Eu dizia que sim. E nos beijávamos. Leo gostava de dar uns tapas bem dados na minha bunda. Bárbara me chamou para ficar sobre ela e fazermos um 69. E assim fizemos. Enquanto isso, Pedro me comia de quatro, e Leo comia Bárbara no papai-mamãe. Nos chupávamos do jeito que dava enquanto eles metiam na gente. Eram muitos gemidos e muito tesão. Bárbara gemia mais que eu. Não conseguia mais chupá-la. Leo tirou o pau dela e botou na minha boca enquanto eu passava meus dedos na sua buceta. E então a Bárbara pediu para o Leo comer o cu dela. Ele foi numa necessaire deles que parecia uma sex shop. Pegou lubrificante e dois plugs anal que tinham. Um era novo pelo visto porque estava embalado ainda. E o lubrificante era a primeira vez que usavam também, deve ter vindo com o plug.
– Eita lelê! Que Carnaval bom! – comemorou Betina.
– Agora você tem que falar ainda mais baixo – comentou Larissa.
– Bárbara me perguntou se curtíamos anal. Dissemos que sim. E então ela nos deu o plug novo. Ela se pôs de quatro na beira da cama. Leo passou a chupar bastante seu cu enquanto ela se tocava na buceta gemendo e pedindo pra ele comer o cu dela. Mas ele meteu primeiro na buceta. Eu sentei no pau do Pedro e fiquei ali quicando. Aproveitamos o lubrificante deles para passar no pau do Pedro. Espremi seu rosto nos meus peitos. Estava com muito tesão neles, querendo muito que ele os chupasse. Bárbara passou lubrificante na ponta do dedo e ficou brincando com o meu cuzinho enquanto Leo metia nela. Não demorou muito para que ele tirasse o plug e começasse a comer o cu dela. Foi a minha vez de usar o meu plug. Pedro me botou no papai-mamãe, com pernas bem abertas e meteu em mim. Víamos Bárbara gemendo e se tocando pedindo para o Leo fodê-la. Ela me beijava e tentava chupar meus peitos. Gemia alto. Esticou o braço para tocar minha buceta. ‘Ele quer comer meu cu?’, gemia Bárbara perguntando se Pedro queria. ‘Come meu cu’, pedia ela. Leo saiu e Pedro foi atender seu pedido. Leo veio me chupar com vontade. Pedro começou a comer o cu dela enquanto ela se tocava. Seus gemidos que eram altos aumentaram. ‘Vou gozar’, ela gritava.
– Caralho. Essa mulher acordou o prédio todo – falou Betina.
– Isso porque você não viu quando ela gozou. O gemido dela foi a mil decibéis e depois parece que ela perdeu a voz. Só respirava muito fundo. O Leo foi no banheiro e lavou o pau. Voltou para me comer. Pedro ficou em pé do lado da cama vendo Bárbara derreter. Bárbara começou a falar baixinho comigo. Pedro se masturbava ao meu lado. ‘Você já fez DP?’, me perguntou Bárbara. Fiz que não com a cabeça enquanto gemia. ‘Não quer fazer?’. Eu nunca tinha feito. Mas queria fazer. Parecia a oportunidade perfeita. ‘Ela quer DP, amor’, falou manhosamente para o marido dela. Leo saiu de cima de mim, se ajeitou e se deitou na cama. Me pediu para ir por cima dele. E eu fiz isso. Bárbara me pediu para empinar a bunda e tirou o plug anal de mim. Ela ficou ajoelhada ao meu lado me dando beijos suaves e alisando minhas costas. Me pediu para rebolar devagar e fechou bem as pernas do marido dela. Chamou Pedro mais para perto. Vi que passou bastante lubrificante no pau dele. ‘Que delícia esse pau todo melado’, ela falou. E então empurrou meu corpo para inclinar bem para frente para abrir minha bunda. Pedro penetrou meu cu então enquanto Leo já estava dentro da minha buceta. ‘Vai, Pedro, fode ela’, mandou Bárbara. Os movimentos começaram bem devagar. Meus braços estavam esticados para me apoiar na parede. Bárbara praticamente comandava todos os movimentos. E as coisas foram ficando mais intensas. Um tesão que subia pelo meu corpo. ‘Meus peitos’, sussurrei palavras que mal saíam. Ela entendeu e chupou meus peitos. Me provocou com palavras. ‘Você vai gozar assim?’, me perguntou. Um sim escapuliu de mim. Ela tentou chegar com a mão na minha buceta, mas não dava. Porém, suas mãos escaparam para o cu do Pedro com lubrificante. Começou a fazer fio-terra nele, e pude sentir seu pau crescer e pulsar dentro de mim. Ele começou a falar que ia gozar. Eu disse que eu também. Eu gozei com eles dois dentro de mim. E logo depois Pedro ejaculou. Seu pau escapuliu de dentro de mim, mas Bárbara foi rápida o suficiente para mamar sua porra. Caí para o lado cansada. Pedro ficou acariciando meu corpo enquanto seu pau amolecia. E aí o Leo terminou e gozou beijando a Bárbara. E todos voltamos para a banheira agora mais leves.
– Isso sim que é Carnaval – respondeu Larissa.
– Não sei se isso me deu medo ou tesão – falou Betina.
– Ou os dois – complementou Júlia.
– Acho que foi os dois mesmo. Já vou botar na lista para o próximo ano – riu Betina.
– Gente, o meu foi um pouco mais calmo, ok? – falou baixinho Júlia.
– Mas foi bom? Isso que importa! – incentivou Betina.
… Continua na próxima parte…