Blog Désir Atelier

Conto Hétero

Parte 5: O básico muito bem feito

 

– Já vou começar falando que o meu não foi lésbico, não foi a três, a quatro, ninguém viu. Foi normal – Marcela deu o spoiler.

– Não importa. Queremos saber se foi bom – falou Betina.

– Tá. Mas não esperem muito, ok? Bom, eu fui dois dias ao camarote da Sapucaí. No primeiro dia, peguei um cara, mas não curti muito. No segundo dia, encontrei o Diogo. Não sei se vão lembrar dele. Era um que trabalhou comigo no escritório anterior. A gente chegou a dar uns beijinhos numa festa, mas não tinha ido além disso. A gente ficou de marcar depois, mas ficou no esquecimento. Aliás, guardado lá no fundo da mente. Logo quando cheguei, dei de cara com ele. Dei um sorrisinho e nos cumprimentamos. Saí e já fui ao banheiro me olhar no espelho para ver se estava bem. Depois de Uber e fila, vai que eu estava toda bagunçada.

– Preparada elaaaa! – falou Carla balançando os ombros.

– E aí quando eu saí do banheiro, ele estava me esperando na porta. Achei que a gente fosse ficar naquele joguinho de ficar se olhando, troca umas palavras e se perde. Que nada. Ele me esperou na porta, perguntou se eu queria pegar algo no bar e me acompanhou até lá.

– Até porque no Carnaval, né, se demorar muito, vai perder – comentou Júlia.

– É, mas ele não ia perder não. Eu o queria mesmo. E aí enquanto a gente esperava a bebida, ele já chegou logo em mim. Meteu a mão no bolso como se fosse pegar algo, falou que não tinha esquecido os beijos que tinha guardado para mim e que tinha trazido hoje. E aí abriu a mão segurando no meu rosto. Tive nem como responder. Fiquei tão sem graça e derretida com essa cantada que só cedi o beijo que tanto queríamos. O beijo foi breve e leve. Mas gostoso. Porque ele mostrou que me queria, sabe?! Não ficou naquela de ir curtir e deixar para ficar comigo doidão. Que nada. E aí a gente passou o resto da noite juntos. Não tem muito mais o que falar.

– Tem que ter! Não foi só isso – socou a mesa brincando Larissa – conta mais!

– Ele não tentou me dar perdido hora nenhuma, assistimos o desfile das escolas juntos. Ele nunca tinha ido e adorou. Ficava comentando tudo comigo. Quando deu umas cinco horas, ele sugeriu irmos embora. Eu aceitei. A noite tinha sido ótima. Ele ainda perguntou se eu queria ir pra casa dele ou se ia voltar pra minha. Eu só ri. Falei que ia com ele. Fomos tranquilos no Uber. Não teve pegação louca. Até dei uma cochilada no colo dele. Chegamos na casa dele, ele me ofereceu água, refrigerante, suco. E aí fomos transar – terminou rindo Marcela.

– Ah não. Conta mais. Como foi o sexo? Valeu a espera? – protestaram em coro as outras amigas.

– Nós fomos para a cama como se fôssemos dormir, e o sexo ia ficar para outro dia. Mas eu custei a dormir. E ele pelo visto também. Entre alguns beijos e ajustes de posições, as coisas foram ficando meio quentes. Principalmente quando encaixamos na conchinha. Pude sentir o pau duro dele me cutucando. ‘Ei, dorme não, estou aqui’. Era como se fosse isso. E minha bunda estava gostando, pois eu dava umas reboladinhas para ele. Diogo me abraçou e botou a mãos por dentro da camisa que me emprestou e chegou até os meus peitos. Ele sentiu meu mamilo duro e pude sentir que ele deu um risinho no meu pescoço. Me virei para ele e nos beijamos continuamente. Botei minha mão no pau dele e fiquei acariciando por cima da cueca. Depois, me enfiei entre o tecido e a pele para chegar aonde queria. Não sei se era desejo ou não, mas achei o pau dele muito gostoso. Aí ele apertou minha bunda, me beijou, estávamos um pouco cansados. Mas o tesão nos dá força. Eu fui me movimentando tirando a coberta de nós, beijei seu pescoço, peito. Percebi que ele sentiu um prazer a mais quando chupei seus peitos, então dei também uma mordidinha no mamilo dele. Continuei descendo pela barriga até chegar ao seu pau que estava apenas com a cabeça para fora da cueca. Resolvi isso logo. Tirei a cueca e deixei o pau todo para fora. Botei na boca olhando para ele. Diogo ajeitou meu cabelo com a ponta dos dedos. Chupei bem devagar, como pedia o momento. Fui me deliciando com ele na boca, passei pelo meu rosto. Ele se ergueu, veio na minha direção e foi levantando o blusão até ele superar minha bunda e deslizar pelas minhas costas. Fiquei ali exposta toda empinadinha. Ele acariciou minha pele. Eu lambi a cabeça do seu pau e ouvi seus sussurros de prazer.

– Diogo pegou firme no meu cabelo e passou a me conduzir. Comecei a chupar de forma mais intensa, brinquei com as suas bolas. Ele me puxou para cima dele e voltamos a nos beijar. Agora, com muito mais vontade. Aliás, muito mais ímpeto. De vontade a gente estava cheio desde o início. Eu tirei a blusa de vez. Ele apertou meus peitos e revezou a sua boca entre um e outro. Revidou a minha mordidinha no mamilo. Me puxou um pouco mais e me pôs sentada na cara dele. Minha buceta já estava molhada. Mas ele a deixou encharcada. Gemi mansamente assim como meu rebolado. Ele beijava e sugava minha buceta. Botava toda na boca e lambia meu clitóris. Passou a sugar e mexer a língua pressionando meu clitóris. Minha respiração foi ficando mais curta. Ele apertou minha bunda. Eu segurei forte no cabelo dele. Falei que ia gozar. Sufoquei ele na minha buceta até eu gozar. Continuei rebolando na cara dele. Mas ele devia estar sem ar. Só fiquei esfregando minha buceta toda molhada lá. Vi que ele precisava respirar e saí de cima dele. Me deitei ao seu lado, com a cabeça em seu peito e o beijei. Ele me virou de lado. Voltamos para a conchinha. Me estiquei para alcançar minha bolsa no chão e peguei meu bullet, o Pulse by Désir, que sempre levo na bolsa. Perguntei se ele queria usar, ele respondeu que sim. Nos colocamos de conchinha, e Diogo me penetrou. Ficamos agarradinhos com movimentos curtos e gostosos.

– Isso porque o dela tinha sido nada demais, hein – comentou Carla – toda no amorzinho.

– Ele apertava meus peitos, acariciava meu corpo, beijava meu pescoço, orelha, me dava umas mordidinhas no rosto e umas beliscadas no mamilo. As metidas começaram a ficar mais rápidas e fortes. Levantei uma perna, que ele segurou. Botei o bullet vibrando gostoso no meu clitóris. E ele meteu gostoso. Movimentos deliciosos. Ele foi dominando meu corpo, dominando, dominando até montar de bruços sobre mim. Aí foi a minha vez de ficar sem ar. Ele pegou no meu cabelo e enfiou minha cara no travesseiro. Sufocou meus gemidos. Segui com o Pulse no meu clitóris. Ele deslizava o corpo sobre o meu enquanto metia bem fundo e respirava palavras de desejo ao pé do meu ouvido. Tirou minha cara do travesseiro para me ouvir gozar. Pedi para ele continuar, ele continuou. Eu gozei mais uma vez com meu Pulse. Acho que já tínhamos feito mais do que esperávamos. Ele caiu ao meu lado com o pau ainda muito duro. Mas estávamos cansados. Eu não ia conseguir quicar nem rebolar mais nele. Mas vi o pau dele duro ali…fiquei passando a mão. Eu já tinha gozado duas vezes, ele não…achei injusto.

– Owwn, a justiceira. Que fofa. Até parece que não queria, né – debochou Larissa.

– Bom, já que já estava ali, né. Fui chupá-lo. Peguei o bullet e botei entre o saco dele e o cu vibrando, acho que ele adorou. Chupei o pau dele botando ali. Ele abriu as pernas bem. Dei umas beliscadinhas nos mamilos dele com a mão. E aí era o combo completo. Não demorou muito para ele gozar. E gozou muito. Eu ainda tive que engolir tudo. Porque estávamos muito cansados e se caísse no corpo íamos ter que tomar banho né – concluiu rindo a Marcela.

E então todas riram com a falsidade dela, fingindo não querer sentir a porra quente do Diogo na boca dela.

– Então, acho que todas gozaram muito no Carnaval, certo? Foi o melhor Carnaval desse grupo desde que se tem registros! – comemorou Júlia.

Todas ergueram suas bebidas no centro da mesa e brindaram.

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