- Blog, Contos Eróticos
- abril 2, 2026
Conto Hétero
O movimento na Páscoa estava muito maior que no ano anterior. Seus doces tinham feito sucesso. Eram muitos pedidos de ovos, trufas e bombons. Maiara fez uma agenda e tentava se virar como dava. Mas na semana final, viu que precisava de ajuda. Não hesitou em pedir a Murilo, com quem estava saindo há quatro semanas. Ele também não titubeou em ajudar. Não conseguiu ir à casa dela de segunda a quarta.
Por um instante, Maiara achou que ele tinha falado apenas da boca para fora e nem cogitou cobrá-lo. Mas quarta à noite recebeu uma mensagem de Murilo que a alegrou.
– Que horas você começa, normalmente? Acha melhor eu já dormir aí hoje ou vou amanhã de manhã?
Ela não conseguiu impedir o sorrisinho de aparecer no seu rosto. E nem queria.
– Se quiser, pode dormir aqui. Mas não começo tão cedo. Umas 10h, acho. O que for melhor para você – respondeu.
– Acho melhor eu dormir aí já logo que você já vai me explicando como faz.
Murilo se deslocou para a confeitaria improvisada e chegou por volta das 22h. Maiara o recebeu com um sorriso e um beijo. Ligaram a TV, colocaram um filme. Mas ela apagou sobre o braço dele muito antes da metade do longa.
Murilo a viu dormir e seguiu imóvel no sofá para não a acordar.
Quando o filme acabou, deu leves beijos na bochecha dela e passou a mão nos seus cabelos.
– Vamos para a cama, Mai – sussurrou.
Ela mal abriu os olhos e concordou. Deitaram-se e dormiram.
Na manhã seguinte, ela acordou antes dele e começou a organizar as tarefas e os ingredientes. Quando Murilo acordou, Maiara estava de avental e já com a mão nos doces.
Ele coçou os olhos ainda em ritmo lento. Ela o viu, foi até ele e o beijou.
– Tem algumas frutas na geladeira, pão e queijo, mas não pão de queijo. Pode comer com calma. Ainda estou organizando as coisas aqui. Sem pressa. E tem café na cafeteira – ofereceu Maiara.
Murilo pegou uma banana, serviu-se um pouco de café, cruzou a perna apoiando o pé direito no joelho esquerdo e comeu olhando Maiara organizar. Ela, concentrada, mal olhava para ele para responder as perguntas. Quando notou, foi até ele e passou um dedo de chocolate na boca dele antes de beijá-lo.
Fazia calor, principalmente na cozinha. Mai estava apenas de top e short por baixo do avental. Indicou com a cabeça para Murilo o avental que ele usaria.
– Para você não sujar toda sua roupa. E para eu não ter que ficar lambendo seu corpo toda hora que cair uma gota de chocolate nele. Ops, caiu um aqui – brincou passando chocolate na bochecha dele.
Com exceção de quando fazia piadas tão sem graça que arrancavam uma risada de Maiara, Murilo levou a sério as suas tarefas. Passava chocolate no mamilo por baixo do avental apenas para fazê-la cumprir a promessa e lambê-lo, o que o excitava.
No almoço, pediu bife à milanesa para eles. À noite, pizza.
No fim do dia, cansados, suados e achocolatados, tomaram banho juntos. Tocaram os corpos molhados um do outro. Esfregaram-se. As mãos de Murilo percorreram dos seios à cintura de Maiara, trazendo mais união para seus corpos. Deslizou seu pau pela bunda dela colocando a mão na sua buceta. Ela gemeu. Maiara se virou, e Murilo a beijou. Continuou a tocar sua buceta. Maiara o empurrou para trás para sair da água, ajoelhou-se e colocou o pau dele na boca. Lambeu a cabeça do seu pau, apalpou seus ovos.
Ele a puxou para cima. Decidiram transar na cama. Apenas precisavam terminar o banho. Conversaram de baixo d’água enquanto se ensaboavam e se desensaboavam. E quando voltaram ao quarto gelado do ar-condicionado, não colocaram a roupa. O dia havia sido longo, os beijos eram calmos e sem pressa, doces, mas um pouco cansados. Carícias leves com as pontas dos dedos faziam suas peles arrepiarem. E entre um beijo e outro, derreteram na cama e caíram no sono.
No dia seguinte, os dois acordaram juntos no mesmo horário e tomaram café da manhã.
Maiara agradeceu a ajuda de Murilo.
– Acho que vamos conseguir acabar hoje. E aí amanhã eu envio tudo e você fica liberado. Obrigado pela ajuda – encerrou dando um beijo doce na boca.
– Mas eu vou precisar devolver os ovos que roubei ou posso levar como pagamento? – brincou Murilo retribuindo o beijo com um carinho na coxa de Maiara. – Acha que dá tempo de eu correr antes de começarmos a fazer? – perguntou.
– Claro. Vou adiantando as coisas enquanto isso.
– Beleza. Só 30 minutinhos para movimentar o corpo. Prometo ter fôlego para trabalhar depois!
Enquanto Murilo corria, Maiara pensou em como poderia agradecer. Resolveu comprar uma lembrancinha para ele e fazer um ovo especial.
Murilo voltou um pouco depois dos 30 minutos prometidos e foi direto para o banho. E depois para a cozinha. O dia de trabalho seguiu como no dia anterior. Algumas brincadeiras e beijos achocolatados. Pouco antes das 19h, terminaram as encomendas. Na pressa, pularam o almoço.
– Acho que você merece um japonês de bonificação! – sugeriu Maiara.
– Adorei a ideia! Mas hoje não vou conseguir. Tenho aniversário do Jonas, lembra? Até falaria para você ir comigo, mas vai ser um jantar na casa dele. São só oito pessoas. Mas podemos deixar marcado para outro dia.
– Claro, a gente marca então de eu te pagar esse japonês de agradecimento – concordou Maiara.
Murilo não se estendeu muito. Eles se beijaram e se despediram.
Maiara ficou em casa organizando as entregas que faria no dia seguinte. Foi quando percebeu que havia esquecido de dar o ovo do Murilo. Colocou o presente separado.
No sábado, Maiara fez todas as entregas. Aceitou dois pedidos de última hora. Mas teria o domingo em paz para descansar.
Sua família era de fora da cidade, então planejou caminhar, ler e descansar depois da semana corrida de jornada dupla.
– Vai fazer algo hoje? Se estiver de bobeira, vai rolar almoço para a família lá em casa. Será bem-vinda – dizia a mensagem de Murilo logo pela manhã.
Maiara gostou da mensagem. Mas recusou. Queria mesmo descansar.
– Obrigado! Mas estou muito cansada. Vou aproveitar o dia para ficar de bobeira. Se ficar livre à noite, lembre-se que estou te devendo um japa. E tenho um ovo aqui para você.
– Opa! Hoje à noite? Quer sair? Ou ficamos por aí?
– Podemos sair, sim.
– Ok. 19h?
– Beleza.
Quando se encontraram à noite, o restaurante estava vazio. Maiara também não levou seu presente. Sabia a hora de dá-lo.
Estavam frescos e sem pressa. Também não tinham tanta fome.
Logo acabaram de comer.
– Vamos lá em casa para eu te dar seu ovo – sugeriu Maiara.
Murilo nem precisou responder. Já pediu o Uber, e foram para casa.
Chegaram em casa, Murilo se sentou no sofá.
Maiara chegou com um ovo embrulhado. Ele pôs de lado e a agradeceu com um beijo. Ela encurtou o beijo.
– Não, abre, né – falou.
Ele pegou o ovo e, rindo, abriu a embalagem com cuidado. Ofereceu um pedaço a ela.
– Pode guardar esse. O recheio é bem melhor – respondeu com um sorriso sapeca.
E quando abriu o ovo, viu outro dentro. Mas esse não era de chocolate.
– O que é isso? – perguntou.
– É o seu presente. Um egg um pouco diferente – disse Maiara pegando o Egg Friction by Désir da mão dele e rindo – Não sabe para o que é?
Murilo passou de uma mão para a outra, balançando a cabeça de um lado para o outro.
– Então eu vou te mostrar – falou Maiara partindo para o ataque.
Ela subiu em Murilo e começou a beijá-lo. Colocou o ovo e o egg de lado. Sentiu que o pau dele ficou pronto rápido. Rebolou sentindo-o ainda pelo short. Tirou a blusa de Murilo, beijou seu pescoço, arranhou seu peitoral e tirou seu vestido. Ele se inclinou para frente e abocanhou seus peitos. Lambeu os peitos. Deliciou-se com seus mamilos.
Maiara saiu de cima dele e tirou sua bermuda fazendo a cintura de Murilo deslizar pelo sofá. Viu o pau volumoso na cueca.
– Pera aí – disse antes de sair correndo para o quarto.
Voltou num piscar de olhos. Numa mão, lubrificante. Na outra, Rabbit Vai e Vem.
– É Páscoa ou não é?! – sorriu.
Ajoelhou-se de frente para o sofá e tirou a cueca de Murilo enquanto os brinquedos esperavam sua vez. Seu pau saltou ereto para fora. Maiara o colocou na boca, o chupou, cuspiu uma e depois outra vez. Deixou o pau dele bem molhado. Brincou com a língua fazendo movimentos circulares na cabeça do pau. E começou a jogar lubrificante. Deixou o pau de Murilo todo molhado, estendeu para as bolas. Murilo soltou gemidinhos e barulhos por causa do geladinho do líquido.
Maiara encaixou o Egg Friction no pau dele e começou a masturbá-lo. O devorou com os olhos para ver sua reação. Começou a chupar suas bolas enquanto batia uma punheta com o Friction. Maiara desceu um pouco a língua para beijar e lamber seu períneo. Murilo subiu a perna e apoiou um pé no sofá. Ela continuou subindo e descendo com o egg no pau dele enquanto desceu um pouco mais com a língua para lamber seu cuzinho. Deu beijos gregos intensos enquanto o tocava. Murilo gemia. Sua perna parecia inquieta.
Apertou os cabelos de Maiara.
Puxou-a para erguê-la e beijá-la.
Deitou-se no sofá e a conduziu para cima dele.
Maiara sentou-se e esfregou a buceta na cara dele enquanto seguia brincando com o egg no seu pau.
Murilo alcançou o Rabbit e a penetrou com ele. Lambia seu clitóris simultaneamente.
Maiara pegou um pouco mais de lubrificante e passou nos próprios peitos. Deslizava seus mamilos na barriga dele. Ele sentia aqueles dois bombonzinhos se esfregando nele.
Deixou o Rabbit vibrando dentro dela. Agarrou-a com os dois braços na cintura para chupá-la com mais pressão. Maiara gemia mais e mais forte.
Murilo pegou o Rabbit, tirava e colocava na buceta dela. Maiara acelerou a punheta e brincava também com o cuzinho dele.
Maiara gemia e mordia os lábios. Os do Murilo estavam presos na buceta dela.
E quase ao mesmo tempo os dois chegaram ao orgasmo. Murilo agarrou Maiara ainda mais forte quando gozou. Maiara largou o egg e deixou o seu peso cair todo sobre o parceiro.
Maiara se esfregou lubrificada sobre ele. Esfregou mais um pouco sua buceta ensopada na cara dele antes de desfazerem o 69.
– E aí, aprovado seu ovo de Páscoa?
– Muito aprovado – respondeu rindo.
– Maaaaas…esse recheio de leite condensado aqui, não fui eu que coloquei não – brincou Maiara antes de beijá-lo e se acomodar no seu abraço enquanto o cheiro de chocolate adocicava o fim de noite.




