Blog Désir Atelier

Parte 4: Um amor para todo mundo ver

– Eu e Rafael subimos a serra, né. Queríamos um Carnaval mais tranquilo, para descansar e tal. Então alugamos uma cabana confortável para a gente ficar à vontade. A gente achou que era completamente isolada. Mas tinha outras casas perto.

– Xiiiiiii – riu Carla.

– E aí tinha uma banheira gostosa numa área fora da casa, mas que era cercada por vidro. Parecia até uma sauna, mas não era. Era só uma banheira para ver a vista e tal. E aí eu e Rafael ficamos lá na banheira tomando um vinhozinho, vendo a noite cair e tal. Quando eu senti que as coisas estavam prestes a apimentar, pedi um instante que ia pegar mais vinho e umas coisinhas. Ele perguntou se eu ia andar pelada mesmo até a casa, disse que sim, que ninguém ia ver. Mas as casas do lado estavam ocupadas. Uma, inclusive, era grande e estava cheia de jovens. Voltei com uma sacolinha e uma garrafa de vinho.

– E aí quando você voltou os jovens todos aplaudiram essa gostosa – elogiou Marcela.

– Quase isso. Mas tinha vários na área externa da casa. Apagamos as luzes da nossa casa e da área da banheira, deixamos só duas meia-luz ali. Enchi as taças. Voltei para a banheira, me sentei sobre o Rafael e começamos a nos pegar. Fiquei deslizando sentindo o pau dele crescer e ficar duro entre as nossas barrigas, roçando a minha buceta nele.

– Isso é muito gostoso. Uma das minhas partes preferidas da preliminar – se empolgou Larissa.

– E aí eu o puxei para cima. Abri a bolsinha, botei lubrificante no Egg Friction by Désir que eu tinha levado e encaixei no pau dele. Me sentei dentro da banheira e segurei firme no pau dele o fazendo se sentar na minha frente e tentando não deixar entrar água no Egg. Não sei se é normal, mas não entrou. Fiquei batendo uma punheta para ele gostosa. Tudo quentinho. Beijando a orelha, o pescoço, no maior lovezinho. Uma punheta gostosa e lenta. Ficamos enrolando ali nos beijos e na punheta até onde deu. Aí o Rafael falou que queria me chupar. Eu deixei. Me sentei na borda da banheira com as pernas bem abertas para o Rafael cair de boca. Peguei uma taça de vinho e bebi enquanto ele me chupava. Me empolguei e joguei um pouquinho de bodyshot para ele tomar junto com meu tesão. ‘Vamos entrar’, ele sugeriu para a gente transar. ‘Não, vamos transar aqui’. Ele ficou tímido porque tinha gente nas casas ao lado.

– O Rafael é muito certinho, né? – comentou Carla.

– Sim, demais. Mas aí falei que estava escuro. Poderiam até ver, mas jamais saberiam quem eram as pessoas ali e fui saindo da banheira. Ele ficou na banheira. Eu o puxei pela mão e o pus sentado em uma das cadeiras que tinha ali na varanda. Me ajoelhei e comecei a chupá-lo. Eu percebi que ele olhava para os lados o tempo todo e custava a relaxar. Então chupei com ainda mais vontade para não dar vontade alguma de parar. Subi. ‘Relaxa, vamos aproveitar essa vibe gostosa’, falei. Peguei a bolsinha e tirei dela o anel peniano Wild e encaixei no pau dele. Logo me sentei e cheguei com o corpo e o rosto bem coladinho no dele. ‘Fica calmo, vamos gozar juntos’. E liguei o Wild. Comecei a rebolar lentinho. Gemi baixinho no ouvido dele. Fiquei provocando com a apreensão dele. ‘Acha que alguém está ouvindo? Gemo mais baixo?’, brinquei. ‘Para de ser idiota’, ele me respondeu rindo. Com um corpinho desse pelado na frente dele, não tinha porque ele ficar olhando para os vizinhos, né. Aos poucos ele foi esquecendo. Fui deslizando. Ouvi uns gritinhos de incentivo vindos da outra casa que logo cessaram. Foi gostoso saber que tinha gente vendo. O máximo que eu já tinha feito era transar sabendo que tem gente no cômodo ao lado. Mas nunca tinha sido vista. Fiquei rebolando gostoso no Rafael. O Wild vibrava certinho no meu clitóris. Eu não estava em nenhuma loucura de Carnaval. Então as palavras que a gente trocava eram de amor e paixão.

– Ai, meu Deus, como são apaixonados eles – se divertiu Larissa.

– Puxei os cabelos dele. E foi ficando mais intenso. Mais e mais. Rebolei. Queria mais. Queria olhar para o lado para saber se estavam me vendo. Mas estava muito gostoso. Eu sentia tudo. E gozei assim rapidinho com o anel e ele me comendo. Nos beijamos muito gostoso. Tentamos improvisar de transar no chão forrando com a toalha. Rafael veio por cima e me comeu amorosamente. Não conseguia ir muito rápido porque o chão era de madeira e machucava. Ele tentou fazer como se fosse flexão, mas estava difícil encaixar. Fomos para a grade da varanda. Nos beijamos ali. Deixamos que todos nos vissem. Percebemos que gente de duas casas nos observavam, mas com respeito. Ninguém parecia filmar. Era como se estivessem assistindo a uma peça. Foi engraçado. Ficamos ali de namorico por um tempo. Muitos beijos, mãos, a luz da lua, os olhares atentos, o amor. Rafael me colocou de costas, tirou o anel peniano. Me perguntou se tinha algo mais que eu queria usar. Falei que tinha o Triumph, um toy 3 em 1, sugador, flap e ainda tem língua. Ele foi até a bolsinha e voltou calmamente. Agora, parecia que estava desfilando de pau duro pelas montanhas. Deu o Triumph na minha mão. Encaixou seu pau entre as minhas pernas e senti que ele tinha passado lubrificante nele. Ficou deslizando do jeito que eu gosto do lado de fora. Parecia que queria me fazer implorar para me comer.

– De santinho a ator pornô em 30 segundos – zombou Marcela.

– Eu não sou orgulhosa. Eu pedi. E quando ele meteu, eu já estava com o sugador do Triumph ligado e rebolando no pau dele. Ele me penetrou. E aí vimos que uma casa que tinha abaixo na montanha tinha um casal transando na piscina nem aí para o resto também.

– E aí vocês passaram a competir a atenção dos outros – apostou Larissa.

– Quase isso – disse Júlia rindo.

– Espero que tenham ganhado! – brincou Betina.

– Rafael ficou me comendo gostoso. Me empinei e me apoiei mais sobre os ferros da varanda. Rafael explorava bem minhas costas e minha bunda. Puxou meu cabelo sem muita força. Ele gemia gostoso também. Enquanto ele me comia, via a mulher sentando no cara deitado na espreguiçadeira lá embaixo, as pessoas nas casas ao lado conversando e nos observando. Tudo parecia tão próximo, mas era também tão distante, uns 100 metros ou mais de distância. Começou a dar uma chuviscada de leve. Senti os pingos caindo e refrescando minha pele. Mas não era suficiente para apagar nosso fogo. Aumentei a velocidade do Triumph e gozei bem gostoso. Enquanto eu gozava, os gemidos do Rafael se intensificaram. Senti seu pau tremer dentro de mim. Ele deixou seu corpo cair sobre o meu. Percebi que ele tinha gozado também. Nos beijamos ali por mais uns instantes. Mas a chuva começou a apertar e tivemos que entrar. E algumas pessoas aplaudiram na casa ao lado. Demos um tchauzinho rindo.

– Aaah, então vocês ganharam! – comemorou Betina erguendo as taças para brindar a vitória.

– Quase isso – concordou Júlia tomando um gole da sua bebida.

– Nossa, depois disso tudo, sei nem se vou contar o meu. Vou parecer uma freira – riu Marcela.

– Para com isso. Conta logo – incentivou Júlia.

… Continua na próxima parte…

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